O deputado Angelo Coronel Filho (PSD) recomendou ao governador Jerônimo Rodrigues, por intermédio da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a recuperação da BA-582, no trecho que liga Canápolis a Santana. Conforme ressaltou o parlamentar, o trecho é uma importante estrada de 23 quilômetros de extensão que conecta diversos municípios, servindo de trajeto para mais de … Leia Mais
A Escola do Legislativo concluiu, na tarde desta terça-feira (30), a 2ª edição do programa Gincana do Saber, uma competição em formato de perguntas e respostas baseada na cartilha Constituição em Miúdos, do Senado Federal, que apresenta a Carta Magna em linguagem simples, com direitos e deveres traduzidos para o público jovem. Realizada na sala … Leia Mais
Em projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o deputado Leandro de Jesus (PL) propôs a criação do Programa de Combate à Cristofobia, com o objetivo de “garantir o respeito aos cristãos e promover a convivência pacífica entre as diversas crenças e religiões”. Segundo a proposta, o programa tem como diretrizes realizar … Leia Mais
O deputado Alex da Piatã (PSD) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), projeto de lei que institui a Semana Estadual de Conscientização e Informação sobre a Linfangioleiomiomatose Pulmonar (LAM), a ser promovida, anualmente, entre os dias 15 e 20 de junho. Em sua justificativa, o parlamentar informa que a Linfangioleiomiomatose (LAM) é uma doença … Leia Mais
O deputado Vitor Bonfim (PV) apresentou projeto de resolução na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) propondo a outorga da Comenda 2 de Julho, a maior honraria do parlamento baiano, a Ricardo Borges Maracajá Pereira. “Por sua destacada trajetória profissional, sua contribuição à advocacia, à Justiça Eleitoral e ao fortalecimento das instituições democráticas, bem como pelos … Leia Mais
O deputado Júnior Muniz (PT) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) um projeto de lei que assegura aos estudantes com transtornos globais do desenvolvimento, incluindo o transtorno do espectro autista (TEA), o direito de acesso às medidas previstas na Política de Protocolo Individualizado de Avaliação (PIA).
A proposta estabelece que o direito ao PIA será concedido mediante simples requerimento do estudante, de seu responsável legal ou representante, acompanhado do respectivo CID e de laudo emitido por profissional habilitado. “O diagnóstico será registrado no prontuário ou vida escolar do aluno, a partir do que serão implementadas as ferramentas pedagógicas necessárias ao melhor aproveitamento acadêmico”, destaca o texto.
O projeto prevê ainda, em seu artigo 3º, que o PIA garanta adaptações nas avaliações, permitindo ao estudante demonstrar seus conhecimentos por meio de trabalhos práticos, atividades orais ou escritas, com ajustes de tempo, ambiente e recursos. Também deverá haver simplificação ou fragmentação de atividades e instruções, com objetivos pedagógicos claros e distribuídos em etapas menores.
“As instituições de ensino públicas e privadas do estado da Bahia deverão adotar procedimentos claros e céleres para a efetiva elaboração, implementação e acompanhamento do Protocolo Individualizado de Avaliação (PIA)”, determina a matéria.
Na justificativa, Júnior Muniz ressaltou que a proposição busca assegurar a efetividade do direito à educação inclusiva, previsto na Constituição Federal, que consagra a educação como direito de todos e dever do Estado.
O parlamentar destacou ainda que o PIA se apresenta como um instrumento pedagógico de equidade, permitindo adaptações avaliativas sem prejuízo do conteúdo curricular e possibilitando que cada estudante seja avaliado conforme suas particularidades. “Trata-se, portanto, de medida que reforça o princípio da igualdade material, pois reconhece que tratar igualmente os desiguais, no campo da educação inclusiva, aprofunda desigualdades históricas”, afirmou.
O deputado Luciano Araújo (Solidariedade) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) projeto de lei que prevê a criação de espaços reservados e adaptados, com integração sensorial, para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e outras condições neurodivergentes em estádios, arenas esportivas, shopping centers, museus, teatros, cinemas e outros locais públicos.
Segundo o texto, cada beneficiário poderá ser acompanhado por até três pessoas nesses espaços adaptados. A proposta tem como objetivo garantir inclusão e acessibilidade, estimular a prática esportiva e o lazer, e fortalecer o vínculo com a comunidade. O projeto estabelece um prazo de 180 dias, caso seja aprovado, para que os estabelecimentos promovam as adequações físicas necessárias.
Na justificativa, Luciano Araújo destacou que pessoas neurodivergentes frequentemente apresentam hipersensibilidade a sons, luzes, cheiros e multidões, tornando ambientes como estádios, arenas, shopping centers, museus, teatros e cinemas potencialmente exaustivos ou inacessíveis.
“Nesses locais, a ausência de um espaço de regulação emocional e sensorial pode resultar em crises, angústia e exclusão social. As salas sensoriais, também conhecidas como salas de descompressão, são ambientes adaptados com estímulos controlados, como iluminação suave, isolamento acústico, texturas táteis, mobiliário confortável e recursos terapêuticos que permitem a regulação sensorial e emocional de pessoas com necessidades específicas”, afirmou.
Luciano Araújo ressaltou que a implementação das salas sensoriais não representa apenas uma adequação técnica, mas um compromisso ético e social com a diversidade humana. “Trata-se de uma medida que contribui significativamente para o bem-estar de milhares de famílias e reforça os princípios de empatia, inclusão e cidadania”, concluiu.
PGE VAI APRESENTAR PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ATÉ 5 DE NOVEMBRO
“A Assembleia Legislativa da Bahia cumpriu o seu papel ao iniciar essa discussão, que vai trazer segurança jurídica para o agronegócio da região Oeste, que é de importância fundamental para o desenvolvimento”. A afirmação é da presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos, que intermediou, nesta quarta-feira (1º.10), uma reunião com a presença de representantes de entidades de produtores rurais, governo do Estado, Tribunal de Justiça, Federação das Indústrias (FIEB) e Associação Comercial da Bahia (ACB). O papel da presidente foi ressaltado por todos os presentes como positivo na busca de resoluções.
Entre os principais temas em pauta na reunião, a insegurança jurídica e entraves de regularização fundiária que afetam crédito, investimentos e operações na Bahia (com foco no Oeste), além de pendências em distritos industriais e gargalos ambientais/logísticos que impactam a competitividade, especialmente no algodão. Além da insatisfação dos produtores, um projeto de lei dos deputados Eduardo Salles (PP) e Manuel Rocha (União) regulamentando a posse das terras impulsionou o debate. “Foi uma reunião muito produtiva, cujo resultado será conhecido nos próximos 30 dias, quando a Procuradoria Geral do Estado (PGE) fará a apresentação geral da proposta que pode resolver os problemas”, observou Ivana Bastos.
Segundo a procuradora-chefe da PGE, Bárbara Camardelli, um projeto de lei estadual não traria segurança jurídica para a questão fundiária da região Oeste. “Uma lei estadual não pode modificar a norma constitucional que trata de terras devolutas”, justificou, lembrando que a advocacia do Estado tem trabalhado há algum tempo em busca de uma solução e está próxima de fechar a proposta. “Em terra pública não existe usucapião, no Tocantins e no Piauí foram aprovados projetos de lei, mas isso não impediu ações na Justiça e a permanência da insegurança jurídica”, alertou Camardelli, ao pedir um voto de confiança a fim de negociar a proposta em construção.
O corregedor-geral de Justiça, desembargador Roberto Frank, relatou que a existência de uma resolução semelhante ao projeto de lei proposto, datada de mais de 30 anos, ainda gera conflito judicial no extremo Sul do estado. “Um passivo de tantas décadas não será resolvido em um passe de mágica”, disse o desembargador, sobre a questão do Oeste. Mesmo com todos os entraves legais para uma rápida solução do problema, todos reconheceram que é justa a ansiedade dos produtores rurais, que temem o afastamento dos compradores diante da incerteza quanto à questão da propriedade das terras e a possibilidade de terem suas mercadorias apreendidas devido a demandas na Justiça.
De acordo com o sumário da reunião, “a urgência foi unanimemente reconhecida (“o tempo urge”)”. Todos os atores se comprometeram com um caminho de consenso técnico para sustentar qualquer solução legislativa, reduzir litigiosidade e destravar crédito, exportações e investimentos. A apresentação pública do modelo de regularização está pré-agendada para a primeira semana de novembro, com data limite sugerida de 5 de novembro próximo.
Além da presidente Ivana Bastos, dos deputados Eduardo Salles e Manuel Rocha, da procuradora Bárbara Camardelli e do desembargador Roberto Frank, participaram da reunião os líderes do governo, deputado Rosemberg Pinto, (PT) e da oposição, deputado Tiago Correia (PSDB); os secretários da Casa Civil do Estado, Afonso Florence, representando o governador Jerônimo Rodrigues, e de Infraestrutura, Jusmari Oliveira; os presidentes das Federações do Comércio, Kelsor Fernandes, das Indústrias, Carlos Henrique Passos, da Agricultura, Humberto Miranda, da ACB, Isabela Suarez, da ARIBA, Karoline Cabral, e da AIBA, Moisés Schimdt. Também presentes o diretor de fiscalização do Inema, Eduardo Topázio, e o chefe de gabinete da Secretaria de Relações Institucionais do Governo do Estado, Jonival Lucas.
Fotos: Vaner Casaes
Fonte: ALBA – Ascom/Gabinete da Presidência
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A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, decretou luto oficial no Parlamento baiano pelo falecimento do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Itapetinga, Michel Hagge, nesta quarta-feira (1º), aos 97 anos. Ele estava internado em Vitória da Conquista desde 21 de setembro.
Figura marcante da política baiana, Hagge atuou no Poder Legislativo de maneira intensa. Na Assembleia Legislativa, foi vice-líder do Bloco da Minoria, em 2001, e 3º secretário da Mesa Diretora entre 2003 e 2005, além de ter sido membro de diversas comissões temáticas.
Hagge deixou também um legado de desenvolvimento em Itapetinga após comandar o Executivo municipal por três mandatos. Suas gestões foram responsáveis por obras de grande impacto na infraestrutura e na qualidade de vida da população.
Entre as realizações notáveis estão a construção de casas populares, a Central de Abastecimento, o Parque Poliesportivo da Lagoa e o CAIC Paulo Hagge, além da inauguração de mais de dez escolas municipais. As administrações também investiram na modernização da cidade, com amplas obras de pavimentação e saneamento.
A trajetória política de Hagge foi fundamental para consolidar o nome de sua família na vida pública de Itapetinga. Além de dois mandatos como deputado estadual, ele inspirou a participação de familiares na política: seu neto, Rodrigo Hagge, governou o município entre 2017 e 2024, e seu filho, Eduardo Hagge, é o atual prefeito da cidade.
Fora da vida eletiva, Michel Hagge também teve atuação relevante em instituições locais. Foi um dos fundadores da Loja Maçônica Amor e União Itapetinguense e do Sindicato Rural de Itapetinga. No setor cooperativista, presidiu a Coopardo durante a década de 1970.
O comunicador José Eduardo Alves, conhecido como Zé Eduardo Bocão, recebe nesta quinta-feira a Comenda 2 de Julho, concedida pelo deputado Matheus Ferreira (MDB), por meio de projeto de resolução aprovado pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). A entrega da honraria ocorre a partir das 15h, no Plenário Orlando Spinola da Casa Legislativa.
Para Matheus Ferreira, “a homenagem é um reconhecimento à sua trajetória no jornalismo baiano e aos relevantes serviços prestados à sociedade, dando voz ao povo e contribuindo para uma comunicação mais democrática e próxima da realidade.”
Zé Eduardo iniciou sua carreira no rádio, em 1988, passando por emissoras como Rádio Bahia, Cultura, Bandeirantes e Itaparica FM. No ano seguinte, a convite do comunicador Raimundo Varela, realizou teste na TV Itapoan e foi aprovado. Permaneceu na emissora até 1992, quando se transferiu para a TV Bahia, onde trabalhou até o ano 2000.
“Ousado e decidido, pediu demissão da TV Bahia para montar a empresa de assessoria de comunicação A Quatro. Retornou ao rádio e criou o programa ‘Se Liga Bocão’ na Rádio Transamérica. Em 2004, transferiu-se para a Rádio 104 FM, mudando a filosofia de trabalho. O programa se consolidou como um espaço de denúncia popular”, destacou o deputado.
O parlamentar também ressaltou o desempenho de Bocão na TV Aratu, onde alcançou altos níveis de audiência, e na Rede Record de Televisão. “O radialista e apresentador, que conquistou a confiança do povo da Bahia, cativa a todos com seu alto-astral, jeito bem-humorado e irreverente. Zé Eduardo é daqueles comunicadores que levaram para a TV elementos do rádio, a participação popular e, sobretudo, questões ligadas às necessidades do povo”, afirmou Matheus Ferreira.