Eleições municipais de 2020: representatividade política feminina

A política ainda é um ambiente muito masculino e a explicação para esse cenário tem raízes patriarcais, mediante ao domínio social imposto. As regras do patriarcado são disseminadas a cada nova geração, bem como o argumento “mulher não gosta de política” e tantos outros, que compõem o panorama cultural de uma sociedade patriarcal que banaliza … Leia Mais




Não se trata de perdão, mas de libertação da vítima das garras do agressor, diz Ireuda Silva sobre clipe que minimiza violência doméstica

A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, vereadora Ireuda Silva (Republicanos), demonstrou preocupação com o videoclipe da cantora gospel Cassiane, intitulado “A Voz”, que, na avaliação da republicana, minimiza e romantiza ‘a tragédia social’ da violência doméstica. Na narrativa, uma mulher, após sofrer inúmeros episódios de agressão por parte do marido, ora … Leia Mais


Em meio à pandemia, Prêmio Maria Felipa inova e ocorre de forma online em 2020

Com mais de 10 anos de existência, o Prêmio Maria Felipa – atualmente concedido pela vereadora Ireuda Silva (Republicanos) – ocorrerá de forma online em 2020 devido à pandemia do novo coronavírus. A transmissão está marcada para 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, às 16h, nas redes sociais da republicana. … Leia Mais


Campanha Todas Pela Bahia leva alimentos às mulheres carentes


A campanha precisa receber doações para poder realizá-las, em uma verdadeira corrente do bem! A logística é simples e a doação pode ser de qualquer valor, a partir de R$ 10,00

A Campanha Todas pela Bahia tem como meta, missão e propósito levar cestas básicas às mesas de mães e líderes de família, do Estado da Bahia, em situação de vulnerabilidade. A cidade escolhida para iniciar as doações foi Salvador, em que cerca de 70% da população é carente, com muitas mulheres que precisam receber doações para se fortalecer.

Entretanto, a campanha precisa de doações para poder realizá-las, em uma verdadeira corrente do bem! A logística é simples e a doação pode ser de qualquer valor, a partir de R$ 10,00, através do link da Kickante (https://www.kickante.com.br/campanhas/todas-pela-bahia). Em seguida, é realizada a compra no CD de Distribuição de Alimentos, via Instituição parceira, e assim as cestas básicas são distribuídas conforme lista dos bairros da cidade de Salvador-Bahia. Toda a entrega é fiscalizada pela Comissão da Campanha.

“Essa campanha surgiu em prol das mulheres que não possuem condições de buscar sustento, ou estão enfrentando dificuldades, devido a pandemia da Covid-19. Por isso, nós precisamos de doações para entregar alimentos para as mulheres carentes. Toda doação será bem-vinda e fará muita diferença porque quando unimos as forças tudo fica mais forte”, disse a delegada Simone Moutinho, uma das apoiadoras da campanha.

A campanha, que foi fundada por Glauciane Salles e Presidente da Associação Mulher Empresária de São Paulo, conta com o apoio e a fiscalização da entrega de doações (cestas básicas) da Comissão da campanha, formada pelas Instituições, Associações, ONG’s, doadoras, apoiadoras e Secretaria da Mulher Municipal.

Sobre Simone Moutinho
Simone Moutinho nasceu em 24.05.1970, na capital da Bahia. É delegada de polícia há 25 anos, com Graduação de Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal), Pós-Graduada em Ciências Criminais e Segurança Pública e Doutoranda em Ciências Criminais pela UBA (Universidade Federal de Buenos Aires). Professora universitária há 13 anos, tendo lecionado em diversas faculdades de Salvador e na Faculdade Metropolitana de Camaçari (Famec), no município de Camaçari (BA).

Ela tem título de Cidadã Camaçariense, entregue pela Câmara de Vereadores de Camaçari, pelos trabalhos prestados em frente à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) do município, que inaugurou em 2006.

A frente da Deam de Periperi (Salvador-BA), por 2 anos, fez diversos projetos sociais baseados nos pilares da Lei Maria da Penha, que visa prevenir e coibir a violência contra a mulher; ressocializar o agressor e gerar emprego e renda para a agredida, com a criação dos projetos Maria do Bairro, Abraço, Maria Bonita e Maria Vitória. Simone também já foi assessora da Diretora do Departamento de Crimes Contra a Vida (DCCV) na Polícia Civil e auxiliou no projeto e implantação das Deam’s na região metropolitana e interior da Bahia.

 

 

 

 

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Covid-19: acolhimento virtual gratuito para vítimas de violência doméstica


O atendimento é gratuito, de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h, e exclusivo para mulheres de Salvador (BA), através do Whatsapp (71) 98362-5559

A luta para combater a violência contra a mulher é árdua, exige um preparo bastante específico e faz-se necessário prevenir, a exemplo da capacitação de profissionais, amparo às sobreviventes e suas famílias, educação e conscientização da população, e uma mídia consciente e responsável. E essa luta ficou ainda mais difícil devido a pandemia ocasionada pelo Novo Coronavírus.

“Todo feminicídio é uma tragédia anunciada e as subnotificações podem ser reflexo de uma situação “comum” devido ao isolamento social que estamos enfrentando, pois, a mulher, vítima de violência doméstica, acaba ficando refém em sua própria casa, sob vigilância do agressor, e, geralmente, não tem como pedir socorro”, informou a delegada Simone Moutinho.

Em virtude disso, foi criado um canal de acolhimento virtual gratuito para que mulheres, em situação de violência, possam ser ouvidas, orientadas, encaminhadas, aconselhadas e acolhidas. O atendimento é gratuito, realizado de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h, e exclusivo para mulheres de Salvador, através do Whatsapp (71) 98362-5559.

“A ideia surgiu por causa do aumento do índice de feminicídio na Bahia e capital durante a pandemia da Covid-19. Muitas mulheres estão sem acesso à justiça em virtude do Estado da Bahia ainda não ter criado a delegacia digital, ao contrário de outros Estados do país. Por isso, me senti na obrigação de fazer algo para ajudar as mulheres, já que o combate à violência contra a mulher é a minha bandeira”, ponderou Simone Moutinho.

Sobre Simone Moutinho
Simone Moutinho nasceu em 24.05.1970, na capital da Bahia. É delegada de polícia há 25 anos, com Graduação de Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal), Pós-Graduada em Ciências Criminais e Segurança Pública e Doutoranda em Ciências Criminais pela UBA (Universidade Federal de Buenos Aires). Professora universitária há 13 anos, tendo lecionado em diversas faculdades de Salvador e na Faculdade Metropolitana de Camaçari (Famec), no município de Camaçari (BA).

Ela tem título de Cidadã Camaçariense, entregue pela Câmara de Vereadores de Camaçari, pelos trabalhos prestados em frente à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) do município, que inaugurou em 2006.

A frente da Deam de Periperi (Salvador-BA), por 2 anos, fez diversos projetos sociais baseados nos pilares da Lei Maria da Penha, que visa prevenir e coibir a violência contra a mulher; ressocializar o agressor e gerar emprego e renda para a agredida, com a criação dos projetos Maria do Bairro, Abraço, Maria Bonita e Maria Vitória. Simone também já foi assessora da Diretora do Departamento de Crimes Contra a Vida (DCCV) na Polícia Civil e auxiliou no projeto e implantação das Deam’s na região metropolitana e interior da Bahia.

 

 

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Vítimas de violência sexual continuam sendo atendidas no Hospital da Mulher durante a pandemia


O Serviço de Atendimento às Mulheres que foram Expostas à Violência Sexual (AME),oferecido pelo Hospital da Mulher, no Largo de Roma, na Cidade Baixa, em Salvador, mantém o seu atendimento 24 horas durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).Inaugurado em 2017, o serviço recebe mulheres e adolescentes de toda a Bahia. Até o mês de junho, 589 pacientes foram recebidas na unidade, sendo 80% da capital e 20% do interior do estado. Em caso de dúvidas sobre o funcionamento do serviço, a mulher ou adolescente pode ligar para o telefone (71) 4141-6520, em funcionamento de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

A coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital da Mulher, Mariana Britto, revelou que o número de registros de novos casos tem diminuído, durante a pandemia. “Mas a gente também sabe que a violência não diminuiu e a gente continua funcionando do mesmo jeito”. Segundo ela, o primeiro atendimento é necessariamente presencial, a mulher precisa se dirigir até a unidade. É importante que a mulher venha procurar ajuda. Às vezes, elas ficam com receio de vir ao hospital, devido ao coronavírus, mas a gente tem tomado todas os cuidados”, destacou.

Canais de acompanhamento

Mariana Britto também informou que o AME estabeleceu canais de acompanhamento para que a mulher não precise voltar à unidade após o primeiro atendimento presencial. “Nossas pacientes, que já estão sendo acompanhadas, continuam sendo cuidadas. Nós estamos trabalhando através de teleatendimento, videochamadas e, quando necessário, nos casos mais urgentes, a paciente vem para ser atendida aqui, com todo o cuidado. É importantíssimo que as pessoas não deixem de buscar ajuda”.

Ainda de acordo com a coordenadora, o serviço AME atende à mulher integralmente por um serviço multidisciplinar com duas assistentes sociais, duas psicólogas, médicos ginecologista e infectologista, enfermeiras, técnicas de enfermagem e farmacêuticas. “Nós acreditamos que não é possível a violência sexual ser tratada apenas por uma especialidade, é um fenômeno muito complexo. Por isso, nós temos também parcerias com alguns órgãos, como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, o Samu, o IML”.

Atendimento

Para Mariana Britto, é importantíssimo que a mulher que sofreu a violência procure o serviço o mais rápido possível. “A gente tem um protocolo de medicações que precisam ser aplicadas em até 72 horas, para a eficácia na prevenção de algumas doenças, como as sexualmente transmissíveis”. Segundo ela, o apoio psicológico também é importantíssimo. “Essas mulheres, quando chegam aqui, não passaram apenas pela violência sexual, algumas já vêm passando por vários outros tipos de violência. Então, talvez, somente com esse suporte multidisciplinar e com o apoio da psicologia ela vai conseguir ressignificar o que aconteceu e voltar para a sua vida, para o seu trabalho. A nossa equipe do Hospital da Mulher é treinada para acolhê-la e levá-la para o serviço sem que ela tenha que passar por outras partes do hospital”.

Fotos: Paula Fróes/GOVBA
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DEAM mantém atendimento 24h para combater a violência doméstica – 02/07/2020


Com diversos serviços funcionando de forma remota e com o isolamento social, as mulheres vítimas de violência doméstica podem ter dificuldades em fazer a denúncia e cessar o crime, como mostram os dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), nos quais apontam um crescimento de 150% nos casos de feminicídio, no mês de maio, na Bahia, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

No entanto, para viabilizar as denúncias e garantir segurança para as mulheres, a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), do bairro de Brotas, permanece funcionando 24h, segundo a delegada titular, Bianca Andrade.

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Isolamento social provoca aumento de 150% dos casos de feminicídio na Bahia


O mês de maio registrou um aumento muito elevado de casos de feminicídio na Bahia, em relação ao mesmo período do ano passado, com 150% a mais. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). De acordo com o órgão, entre os dias 1 e 31 de maio de 2020, foram registrados 15 feminicídios contra 6 crimes, desse tipo, em 2019. Deste total, 12 foram no interior da Bahia e 3 na capital, com vítimas entre 21 e 27 anos. E é importante ressaltar que todos eles ocorreram por tentativa de término de relacionamento por parte da mulher.

Apesar disso, o número de ocorrências de violência doméstica, que são registradas nas delegacias do Estado, caíram e os pedidos de medidas protetivas também tiveram uma acentuada queda, ainda segundo a SSP-BA. O que comprova que as denúncias não estão sendo registradas, havendo assim uma subnotificação mediante a pandemia da Covid-19, já que uma das formas de prevenção da doença é o isolamento e distanciamento social.

Segundo a delegada Simone Moutinho, as subnotificações podem ser reflexo de uma situação “comum” devido a pandemia que estamos enfrentando. Porque a mulher acaba ficando refém em sua própria casa, sob vigilância do agressor, e, geralmente, não tem como pedir socorro. “Além do isolamento, o uso excessivo de drogas lícitas e ilícitas e o desemprego também fizeram aumentar os índices. Por isso, também é preciso que haja mobilização com uma vizinhança solidária e não omissão das pessoas. Nós podemos salvar vidas com essa corrente do bem”, ponderou Simone Moutinho.

Em relação a tentativa de feminicídio, os registros entre março e junho de 2020 foram 78,6% menores do que no mesmo período de 2019. Já o número de denúncias de lesão corporal foi 33,1% menor, também em comparativo ao ano passado, conforme os dados divulgados pela SSP-BA. Vale ressaltar que alguns Estados do país optaram pela delegacia digital, desde o início da pandemia, para os crimes de violência doméstica, mas a Bahia ainda não.

A luta para combater a violência contra a mulher é árdua, exige um preparo bastante específico e faz-se necessário prevenir, a exemplo da capacitação de profissionais; amparo às sobreviventes e suas famílias; educação e conscientização da população; e uma mídia consciente e responsável. “A sociedade não deixou de ser patriarcal e machista. O que diminuiu, no primeiro momento do isolamento social, foram os números das ocorrências, não o número de casos. Por isso, se você presenciar uma situação de violência ou for vítima, peça ajuda e Disque 180 e se a situação for de flagrante, Disque 190. Lembre-se: você pode ajudar a salvar uma vida”, concluiu Simone Moutinho.

Sobre Simone Moutinho
Simone Moutinho nasceu em 24.05.1970, na capital da Bahia. É delegada de polícia há 25 anos, com Graduação de Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal), Pós-Graduada em Ciências Criminais e Segurança Pública e Doutoranda em Ciências Criminais pela UBA (Universidade Federal de Buenos Aires). Professora universitária há 13 anos, tendo lecionado em diversas faculdades de Salvador e na Faculdade Metropolitana de Camaçari (Famec), no município de Camaçari (BA).

Ela tem título de Cidadã Camaçariense, entregue pela Câmara de Vereadores de Camaçari, pelos trabalhos prestados em frente à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) do município, que inaugurou em 2006.

A frente da Deam de Periperi (Salvador-BA), por 2 anos, fez diversos projetos sociais baseados nos pilares da Lei Maria da Penha, que visa prevenir e coibir a violência contra a mulher; ressocializar o agressor e gerar emprego e renda para a agredida, com a criação dos projetos Maria do Bairro, Abraço, Maria Bonita e Maria Vitória. Simone também já foi assessora da Diretora do Departamento de Crimes Contra a Vida (DCCV) na Polícia Civil e auxiliou no projeto e implantação das Deam’s na região metropolitana e interior da Bahia.

 

 

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