Parlamentares defendem incentivos e capacitação para o setor da viticultura

Os deputados Paulo Câmara (PSDB), Sandro Régis (UB), Luciano Araújo (Solidariedade), Ricardo Rodrigues (PSD) e Tiago Correia (PSDB), integrantes da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa, apresentaram três indicações conjuntas ao governador Jerônimo Rodrigues solicitando medidas de estímulo ao setor da viticultura na Bahia. Na primeira indicação, os parlamentares pedem a criação … Leia Mais



Ivana Bastos reforça estrutura de segurança na Assembleia Legislativa

A garantia da segurança de servidores e parlamentares tem sido uma das prioridades da deputada Ivana Bastos. Desde que assumiu a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em fevereiro deste ano, a gestora tem implementado no Parlamento estadual uma série de medidas voltadas à proteção e ao bom funcionamento da Casa Legislativa. Com a … Leia Mais


DIRETO DO PLENÁRIO

Olívia Santana (PC do B) aplaudiu a realização e os resultados do congresso do PC do B, que levou a Brasília delegações dos 26 estados brasileiros. O evento contou com a participação do presidente Lula e da ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, também presidente do partido. Olívia agradeceu pela sua recondução aos quadros … Leia Mais



Caravana de Direitos Humanos leva para Flica programação sobre memória, verdade e justiça


Caravana de Direitos Humanos leva para Flica programação sobre memória, verdade e justiça
Caravana de Direitos Humanos leva para Flica programação sobre memória, verdade e justiça

Foto: Ascom/SJDH

A Caravana de Direitos Humanos, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), estará presente na Festa Literária de Cachoeira (Flica), entre os dias 23 e 25 de outubro, com uma programação de atividades voltadas à pauta da Memória, Justiça e Verdade. Integrando a agenda do Espaço Bahia Presente, que reúne iniciativas do Governo da Bahia no evento, a Caravana chega com ações formativas que discutem a História através da arte e da cultura, por meio de diferentes linguagens.

Em parceria com a Fundação Pedro Calmon (Secult), a Caravana apresenta um fragmento da exposição “Para que não se esqueça… Para que nunca mais aconteça…”, que conta com curadoria de Walter Silva e traz um conjunto de documentos históricos e fotos que retratam o período ditatorial, bem como os movimentos de resistência e luta pela democracia.

Entre os dias 23 e 25/10, no corredor central da Fundação Hansen, visitantes poderão acessar registros históricos sobre um período de mais de 20 anos de autoritarismo e resistência à ditadura no Brasil. A exposição conta com mediação do Núcleo de Ações Formativas da Caravana.

Na manhã do dia 25 (sábado), o Núcleo fará uma atividade composta por contação de história, momentos em que os fatos históricos serão abordados a partir dos contos de tradição oral; e oficina de desenho e pintura, onde os e as participantes poderão construir uma representação imagética das histórias escutadas. O objetivo desta atividade é explorar a potência da imaginação para a preservação da memória, construção de pertencimento e combate à todas as formas de silenciamento.

A estratégia de levar a Caravana para as Festas Literárias é pautada pelas discussões no Conselho de Direitos Humanos da Bahia – CEPDH, sobre a importância de manter na agenda política do estado o tema da Memória, Verdade e Justiça. O projeto é norteado pelo eixo estratégico da SJDH “Educação e Cultura em Direitos Humanos”.

Serviço
O quê? Caravana de Direitos Humanos na FLICA
Quem? SJDH | FLEM
Quando? 23 a 25 de outubro
Onde? Fundação Hansen Bahia (R. Treze de Maio, 13 – Cachoeira, BA, 44300-000)
 


Agricultura familiar fortalece a alimentação escolar e gera renda no rural baiano


Agricultura familiar fortalece a alimentação escolar e gera renda no rural baiano
Agricultura familiar fortalece a alimentação escolar e gera renda no rural baiano

Foto: André Frutuôso- Ascom/CAR

Garantir comida de qualidade na alimentação dos estudantes e, ao mesmo tempo, fortalecer quem produz no campo. Essa é uma das estratégias do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), com foco no crescimento das compras institucionais da agricultura familiar para a alimentação escolar. A ação movimenta milhares de famílias produtoras no estado, amplia renda, fortalece cooperativas e associações, e assegura que alimentos saudáveis cheguem às escolas baianas.

Para estruturar essa atuação, a CAR tem ampliado suas ações. São 400 agroindústrias familiares recebendo apoio direto, com profissionais contratados para gestão, produção e acesso a mercados para os mais de 6 mil produtos que já sendo comercializados e 19 convênios com consórcios públicos viabilizando agentes de mobilização dedicados ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A CAR também investiu na construção de um catálogo unificado de produtos em parceria com a União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) e a Secretaria Estadual de Educação, além da articulação da 2ª chamada pública centralizada, que movimenta mais de R$52 milhões na compra direta de produtos da agricultura familiar.

Segundo Dailson Andrade, coordenador de Acesso a Mercados da CAR, o impacto é amplo. “Quando a escola compra da agricultura familiar, ela move a economia local, garante renda para quem vive da terra e, ao mesmo tempo, leva comida saudável para os estudantes. Não é só comércio: é cidadania, segurança alimentar e inclusão produtiva.”

A cooperativa Arco Sertão, de Serrinha, é um exemplo concreto desse avanço, pois já fornece café, leite, polpas, beiju, iogurte, mel, farinha, ovos caipiras e outros alimentos. Hoje, 90% da sua receita vem do PNAE, o que representa R$ 6,1 milhões comercializados apenas em 2025.

Para Hilda Mercês, presidente da Arco Sertão, a política pública é decisiva. “O PNAE transformou a nossa cooperativa. Antes, tínhamos dificuldade de escoar a produção. Agora, conseguimos planejar, ampliar e gerar renda para centenas de famílias. A escola se torna parceira do campo e isso muda tudo.”

No Baixo Sul, a Associação do Desenvolvimento do Baixo Sul (Adebasul), de Gandu, já fornece em média 20 mil kg de polpa de frutas por mês, além de 5 mil kg de aipim e uma grande diversidade de hortifrutis. Para a nutricionista Maísa dos Santos Reis, o trabalho vai muito além da logística. “Quando o alimento chega à escola vindo da comunidade local, ele tem outra história, outro sabor. As crianças se alimentam melhor e já reconhecem que aquilo vem da agricultura familiar. É educação alimentar na prática, com identidade e pertencimento”.

Mais ações

As ações também incluem formações com nutricionistas, encontros entre as redes municipais e estadual de educação, e está finalizando junto à Unicafes o Guia de Orientação de Compras do PNAE, que ajudará novos municípios a ampliarem as compras.


Deputados cobram do governo ações permanentes contra seca



A seca no Estado voltou a ser tema de debate na Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). De forma unânime, os deputados membros do colegiado insistiram em pedir ao governo baiano ações duradouras para o enfrentamento da estiagem, que é recorrente. Os parlamentares relataram episódios de chuva em algumas regiões, o que ameniza a situação, mas não resolve o problema.

O presidente do colegiado, Manuel Rocha (UB), cobrou, mais uma vez, que os secretários da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Pablo Barrozo e Osni Cardoso, respectivamente, informem quais ações emergenciais o governo vem adotando para minimizar as consequências da seca e apoiar os produtores que perderam rebanhos e plantações.

A chuva que caiu nesta segunda-feira, afirmou, está longe de resolver o problema, em especial a falta de água para consumo humano e animal e para a recuperação das lavouras perdidas. Ele sugeriu ao Executivo a limpeza de aguadas e a perfuração de poços como ações permanentes e anunciou que a discussão sobre a seca na Bahia será “pauta constante” da Comissão de Agricultura.

A cobrança foi endossada pelo deputado Pedro Tavares (UB), para quem “nada de impactante” foi anunciado oficialmente, em especial para a região de Irecê, onde também choveu, “mas não está tudo bem”. Ele reforçou a necessidade da interligação de bacias — como a do Rio São Francisco ao Rio Verde — e pediu a liberação de crédito para a produção e a construção de infraestrutura hídrica.

A região do sisal, onde ainda não houve precipitação pluvial, também sofre com a estiagem, informou Luciano Araújo (SD), adiantando que o governo do Estado tem perfurado poços artesianos, mas não os conclui. Segundo ele, apenas 5% dos poços perfurados estão funcionando. “É preciso dessalgar a água para que sirva ao consumo”, disse.

A interligação de bacias e o estabelecimento de convênios entre os municípios atingidos pela seca e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) para a limpeza de aguadas também foram defendidos pelo deputado Hassan (PP), adiantando que estas são medidas eficazes e possíveis. Segundo informou, ao firmar convênios, o município entra com a contrapartida de 10% do valor acordado.

OFERTA DE SEMENTES

Além da limpeza das aguadas, é preciso que sejam ofertadas sementes de milho e mamona aos produtores em municípios onde já choveu, defendeu o vice-presidente do colegiado, Ricardo Rodrigues (PSD). Ele alertou para a necessidade de interligação das bacias hídricas na região de Irecê como medida urgente para suprir a carência da barragem de Mirorós, que está com a capacidade reduzida a 8%.

O deputado Raimundinho da JR (PL), mais novo integrante do colegiado, pediu a atenção do governo do Estado e dos senadores baianos para a situação da BR-101, em Eunápolis, que, por sua degradação, está causando prejuízos à população e aos empresários. Ele apelou para que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) resolva o problema da rodovia, que é de barro e está com um desvio de rota há mais de um ano, gerando prejuízos econômicos ao Sul da Bahia



Fonte


Governo da Bahia reforça apoio ao empreendedorismo em evento em Feira de Santana


Governo da Bahia reforça apoio ao empreendedorismo em evento em Feira de Santana
Governo da Bahia reforça apoio ao empreendedorismo em evento em Feira de Santana

Foto: Marcos Braga – Ascom/SDE

Com foco no fortalecimento das micro e pequenas empresas e no protagonismo feminino nos negócios, o Governo da Bahia participou, nesta segunda-feira (20), do XIII Encontro Estadual do Empreender e do III Encontro do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura da Bahia (CMEC-BA), organizados pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (Faceb), no Centro de Convenções de Feira de Santana. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) representou a gestão estadual no evento, que reuniu cerca de 500 empreendedores, empresários e lideranças de mais de 100 municípios para debater inovação, associativismo e práticas de desenvolvimento econômico.
O secretário da SDE, Angelo Almeida, ressaltou a relevância do encontro para fortalecer o empreendedorismo feminino. “Quero parabenizar a Faceb pelo evento, que tem incentivado de forma significativa os micro e pequenos negócios em Feira de Santana, colocando as mulheres no protagonismo do empreendedorismo. As baianas se destacam pela criatividade, e estamos vivenciando experiências realmente exitosas neste encontro”, afirmou Almeida.
O superintendente de Atração de Investimentos e Fomento ao Desenvolvimento Econômico da SDE, Luciano Giudice, também ressaltou a importância da iniciativa e destacou as ações em andamento voltadas ao setor. “O encontro foi bastante produtivo. A SDE segue fortalecendo sua parceria com o micro e pequeno empreendedor, com apoio, formação e estruturação da atividade. Abordamos aqui a elaboração do estudo sobre a cadeia e o planejamento para atualização da política de comércio e serviços do Estado, como uma importante ferramenta para o setor, bem como o grupo de trabalho para o desenvolvimento do comércio eletrônico.”
Para o presidente da Federação das Associações Comerciais da Bahia (Faceb), a realização do evento na cidade representa um marco para o fortalecimento do empreendedorismo no interior. “Tenho que reconhecer que o que o Estado fez por Feira de Santana foi um grande presente, ao permitir que eventos dessa envergadura possam ser realizados aqui. Era uma oportunidade que nós perdíamos a cada ano. Hoje temos empresários de todas as regiões do Estado, de Luís Eduardo Magalhães a Mucuri, de Casa Nova a diversos outros municípios, participando e acreditando no nosso projeto, que é o Projeto Empreender”, destacou.
O dirigente também ressaltou os resultados positivos da iniciativa, que, desde 2001, tem estimulado a cooperação entre empresas. “Das empresas que participam desse programa, não há registro de uma que tenha fechado as portas. Ao contrário, todas apresentam crescimento no faturamento e no número de funcionários. É um motivo de orgulho para a Bahia”, completou.
Com o tema ‘Conectando Histórias, Transformando Realidades’ a atividade contou com palestras, exposições e espaços de networking. O evento é um dos principais fóruns de estímulo ao empreendedorismo na Bahia, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento das cadeias produtivas em todas as regiões do Estado.


Juazeiro finaliza encontro nacional de agroecologia com participação da Seagri


Juazeiro finaliza encontro nacional de agroecologia com participação da Seagri
Juazeiro finaliza encontro nacional de agroecologia com participação da Seagri

Foto: Divulgação/Ascom CAR

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) entende na agroecologia um instrumento fundamental para promover mudanças positivas na agropecuária baiana. A posição foi reafirmada durante o 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), realizado entre os dias 15 e 18 de outubro, em Juazeiro. O evento reuniu organizações, movimentos sociais e instituições públicas de todo o país para debater o tema “Agroecologia, Convivência com os Territórios Brasileiros e Justiça Climática”.

Para o engenheiro agrônomo Paulo Sérgio, que representou a Seagri no evento, a secretaria tem investido na formação de seus técnicos especificamente em agroecologia para orientar novos projetos voltados à agricultura baiana. “A Seagri, como fomentadora de uma agricultura e pecuária cada vez mais sustentável, acredita que um dos caminhos possa ser a agroecologia, como forma de implementar mudanças positivas”, destacou.

O apoio da secretaria se materializa através da assistência técnica prestada a associações de produtores rurais e cooperativas que buscam produzir de forma agroecológica. Engenheiros agrônomos e médicos veterinários da Seagri oferecem orientações e capacitações para que técnicos dessas entidades se tornem multiplicadores dos conceitos de agroecologia em suas comunidades.

“A Seagri demonstra perspectiva favorável, pois acredita numa pecuária e numa agricultura mais sustentável, utilizando a agroecologia como ferramenta, como instrumento de transformação ambiental, social e econômica”, destaca Paulo Sérgio.

A agroecologia na Bahia é uma política de Estado e um movimento social importante para a segurança alimentar. Impulsionada pela Política Estadual de Agroecologia (PEAPO) e integrada ao programa Bahia Sem Fome, a iniciativa substitui o uso de agrotóxicos por práticas sustentáveis com o ambiente. O foco é fortalecer a agricultura familiar, valorizar os saberes tradicionais e garantir alimentos orgânicos e saudáveis na mesa da população.

Anúncios federais fortalecem setor

O congresso em Juazeiro, ganhou ainda mais relevância com os anúncios do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, da retomada do programa Ecoforte, com R$ 100 milhões destinados a apoiar 37 projetos em várias regiões brasileiras, além da liberação de créditos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Agroecologia (Pronaf Agroecologia) para a safra 2025/2026.

As medidas beneficiarão agricultores familiares que adotam sistemas agroecológicos, reforçando a importância do tema tanto no cenário estadual quanto nacional, especialmente diante das emergências climáticas e da necessidade de promover justiça ambiental nos territórios brasileiros.

Fonte: Ascom/Seagri