Ricardo Rodrigues saúda os 135 anos de emancipação de Palmeiras

O deputado Ricardo Rodrigues (PSD) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de congratulações ao município de Palmeiras pela celebração dos seus 135 anos de fundação, comemorados no dia 15 de janeiro. “Diante de uma data tão significativa, esta moção expressa o reconhecimento desta Casa Legislativa ao povo palmeirense, aos seus gestores, trabalhadores … Leia Mais



Salles lamenta morte da mãe do secretário de Cultura de Bom Jesus da Lapa

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) recebeu uma moção de pesar apresentada pelo deputado Eduardo Salles (PP) pelo falecimento de Julieta Klassmann Thessing, mãe do secretário de Cultura e Turismo de Bom Jesus da Lapa, Romeu Thessing. Segundo Salles, Julieta dedicou sua vida ao cuidado da família e à convivência comunitária, sendo reconhecida pela conduta … Leia Mais


Resultado do Enem é divulgado e já pode ser consultado pelos candidatos

Resultado do Enem é divulgado e já pode ser consultado pelos candidatos Foto: Claudionor Jr- Ascom/SEC O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está disponível desde às 5h desta sexta-feira (16), conforme divulgação do Ministério da Educação (MEC) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). As notas individuais … Leia Mais


Seagri ganha sede requalificada e nova praça em homenagem aos servidores

Seagri ganha sede requalificada e nova praça em homenagem aos servidores Foto: Manuela Cavadas- Ascom/Seagri A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) está com instalações mais modernas e que proporcionam melhoria do ambiente de trabalho e do atendimento ao público. A entrega foi realizada pelo titular da pasta, Pablo Barrozo, em cerimônia … Leia Mais


I Festival das Artes do Cineteatro 2 de Julho está com inscrições abertas


I Festival das Artes do Cineteatro 2 de Julho está com inscrições abertas
I Festival das Artes do Cineteatro 2 de Julho está com inscrições abertas

Ilustração: Ascom/Irdeb

O IRDEB abre inscrições para o I Festival das Artes do Cineteatro 2 de Julho, iniciativa inédita que promove cultura, diversidade e acesso democrático às artes. O evento acontece em abril de 2026, no Cineteatro 2 de Julho, em Salvador, com até 16 ações culturais em música, teatro, dança, cinema, fóruns, palestras, workshops e lançamento de filme inédito. A expectativa é atingir mais de 2.500 pessoas, incluindo 1.000 estudantes da rede pública estadual.

Com foco na arte negra, o evento valoriza produções afro-brasileiras e o protagonismo de artistas negros. As inscrições são gratuitas, de 16 de janeiro a 06 de fevereiro de 2026, pelo formulário: https://forms.office.com/r/wNfQcay5J0 . Podem participar artistas, grupos e coletivos independentes da Bahia nas linguagens de Música, Teatro e Dança. Serão selecionadas propostas para apresentações presenciais, com cachê de R$ 10.000 por projeto. O festival contará com acessibilidade em Libras, ingressos populares e ações de sustentabilidade.

O Festival é um convite aberto à classe artística para ocupar, compartilhar e construir coletivamente um espaço de criação, diálogo e visibilidade. A iniciativa será um encontro entre artistas, público, educação e comunidade, estimulando trocas, experiências e a circulação de produções que reafirmam a potência da arte como ferramenta de expressão, identidade e transformação social. Artistas e coletivos são convidados a fazer parte deste primeiro momento, contribuindo para a construção de um festival plural, diverso e representativo da cena cultural baiana.

Mais informações: https://www.ba.gov.br/irdeb/editais/convocatoria-de-ocupacao-de-pauta-2026-1


Teatro infantil gratuito garante diversão para toda a família no Verão das Artes da Funceb


Teatro infantil gratuito garante diversão para toda a família no Verão das Artes da Funceb
Teatro infantil gratuito garante diversão para toda a família no Verão das Artes da Funceb

Foto: Gueu Ramos

Criança, verão e férias escolares são uma combinação perfeita para levar as famílias ao teatro. Por isso, uma boa pedida é participar da programação infantil do projeto Verão das Artes, que abre espaço para meninos e meninas se divertirem e aprenderem de forma lúdica com peças que tratam de diversidade cultural, mitologia afro-brasileira, autonomia, autoestima, família e sonhos. As apresentações acontecem neste domingo, dia 18, no dia 1 de fevereiro, sempre às 16h30, no Largo Pedro Archanjo (Pelourinho).

Neste domingo, dia 18, Menino Rei promete encantar a criançada com o tema da mitologia afro-brasileira. Com direção criativa de Matheus Ambrozi, o espetáculo apresenta a complexidade dos orixás por meio das entidades Nanã e Omolu, mãe e filho. “Aproximar o público infantil da cultura afro-brasileira é um desafio educacional que vem sendo desmistificado com a afirmação da lei 11645/08”, diz o diretor.

“A lei é um marco educacional que nos legitima a continuidade e presença das artes negras e indígenas no ensino escolar, potencializando a produção e difusão da cultura para a infância. A prova disso está no aumento na produção de materiais didáticos e literários, bem como nas artes cênicas. Assim como o Menino Rei, que propaga o reconhecimento da mitologia africana e das danças afro-brasileiras com a dança dos orixás”, acrescenta.

Na montagem, os bailarinos atores nos transportam para um universo onde a fantasia e a realidade se fundem. Cada movimento é uma celebração da diversidade e da identidade, revelando a criança que reside em cada um de nós. Menino Rei é um mergulho profundo nos sentimentos de pertencimento e autoestima, explorando as singularidades do corpo que dança, brinca e é memória.

Através dos corpos em movimento, histórias afrorreferenciadas ganham vida, mostrando a beleza da diversidade e a importância da auto afirmação. Dessa forma, a peça fala de temas como maternidade, adoção parental e integração social, oferecendo uma visão cativante e inspiradora para todas as idades.

No dia 1 de fevereiro, no mesmo horário e local, é a vez de Maria Minhoca assumir o palco com seus palhaços e linguagem circense. Há 27 anos na estrada e responsável pelo Festival Nacional de Teatro Infantil, que acontece há 17 edições em Feira de Santana, a Cia Cuca de Teatro consegue falar de temas considerados adultos de uma forma que também as crianças pequenas se identificam.

Baseada no clássico infantil da literatura teatral brasileira escrito por Maria Clara Machado, o espetáculo conta a história do apaixonado Chiquinho Colibri, que não consegue chegar nem  perto da sua amada Maria Minhoca, pois o pai dela, o lorde inglês Mister João Buldog da Silva, já planejou um outro destino para sua filha, casá-la com o vaidoso e ambicioso Capitão Quartel. Com a ajuda de Pedro Fon Fon, seu melhor amigo, Colibri vai viver uma aventura atrás da outra, aprontando mil e uma peripécias para conquistar pai, filha e público de todas as idades.

“A gente brinca um pouco que Maria Minhoca parece o clássico Romeu e Julieta na ótica dos palhaços. Esses temas, quando vieram para o mundo dos palhaços, se tornaram mais leves e mais próximos da criança. Uma criança que assiste Maria Minhoca consegue se identificar naquela situação, se sente um Chiquinho Colibri, torce por ele, grita, avisa quando vai acontecer alguma coisa… Valeu muito a pena a gente trazer essa linguagem para temas considerados adultos porque no mundo da criança tudo é de muito mais fácil resolução, assim como é para o palhaço”, diz Elizete Desteffani-Motté, atriz e produtora da Cia Cuca de Teatro.

“O maior desafio que o palhaço tiver pra resolver, ele vai resolver de forma majestosa, ele vai sempre encontrar uma solução de forma prática, objetiva, sem muitas nuances, que é como a criança faz. Então eu entendo que Maria Minhoca é um espetáculo que chega diretamente nas crianças e nos adultos também, que se sentem crianças nesse momento para levar a vida com mais leveza e sem tantas preocupações”, reforça a artista.

Tanto Matheus quanto Elizete valorizam a iniciativa do Governo do Estado em levar o teatro para espaços no Centro Histórico de Salvador.  Para Matheus, estar na programação do Verão das Artes “é estimular o contato do público soteropolitano com o que nos move. Conceber uma obra para a infância é falar de nós, da nossa ancestralidade e do que a cultura local nos imprime ao estar em Salvador, no maior estado negro para além da diáspora africana”.

“É fundamental. A gente entende que as atrações para a infância têm que estar em todos grandes eventos e é por isso que trabalhamos com esse público há 27 anos e realizamos um dos maiores festivais do Brasil justamente para empoderar o teatro para a infância em todo o país”, finaliza Elizete.

O projeto Verão das Artes foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

A programação realizada pela Funceb ao longo dos meses de janeiro e fevereiro faz parte do projeto Verão da Bahia. Um Estado de Alegria, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), em parceria com suas unidades vinculadas. 
 


Hilton defende ampliação do atendimento a vítimas de violência sexual na Bahia



O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) solicitando ao governador Jerônimo Rodrigues o fortalecimento urgente do Serviço Viver, política pública essencial de atendimento a vítimas de violência sexual. A proposta prevê a realização de concurso público e a contratação imediata de profissionais para recompor e ampliar a equipe multiprofissional, em número suficiente para garantir a expansão e a efetividade do serviço.

A iniciativa integra um esforço conjunto do parlamentar com o vereador Professor Hamilton Assis (PSOL), em Salvador, e denuncia a situação crítica enfrentada pelo Serviço Viver, vinculado à Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades). Criado em 2001, o programa tem como missão acolher e acompanhar vítimas de violência sexual e seus familiares, oferecendo atendimento social, psicológico, psicossocial e médico, além de encaminhamento à rede de proteção.

Apesar de sua importância estratégica, diz Hilton, o Serviço Viver opera atualmente de forma precária e insuficiente. Denúncias recebidas pelo mandato indicam que a equipe multiprofissional praticamente inexiste, com o atendimento sendo sustentado por uma estrutura mínima — em alguns casos, apenas uma profissional de serviço social —, restrita a uma única unidade e funcionando com lista de espera, o que inviabiliza o acesso rápido e humanizado às vítimas.

“O que está em curso é o sucateamento de uma política pública essencial. Não se combate a violência sexual com improviso, nem se acolhe mulheres violentadas sem equipe, estrutura e compromisso do Estado”, afirmou Hilton Coelho.

Os dados reforçam a gravidade do cenário. Segundo levantamento do Senado Federal, 27% das mulheres baianas já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, sendo que 23% relataram agressões nos últimos 12 meses. Em Salvador, informações do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania apontam 1.441 casos de violência contra a mulher apenas nos primeiros meses de 2025. Na Bahia, já são 3.273 casos de violações e 395 denúncias neste ano. Em 2024, o total chegou a 41.642 registros, dos quais 13.552 ocorreram na capital.

ACOLHIMENTO COMPROMETIDO

Para especialistas, a existência de uma rede pública estruturada, com atendimento jurídico, psicológico, social e de saúde mental, é decisiva para que as mulheres consigam romper o ciclo de violência e reconstruir suas vidas. A ausência de profissionais, além de comprometer o acolhimento às vítimas, também provoca adoecimento dos trabalhadores, submetidos à sobrecarga e à precarização das condições de trabalho.

A indicação apresentada por Hilton defende que o fortalecimento do Serviço Viver passe, obrigatoriamente, por contratações estáveis via concurso público e por medidas emergenciais que garantam equipes completas e permanentes. “Violência contra a mulher não se enfrenta com discurso. Exige orçamento, profissionais valorizados e políticas públicas funcionando de verdade”, destacou o parlamentar.

Para o deputado, manter o Serviço Viver fragilizado é uma escolha política que custa vidas. “Fortalecer o Serviço Viver é defender o direito das mulheres à vida, à dignidade e à proteção do Estado. O governo precisa agir com urgência”, conclui.



Fonte


Em novembro, vendas do varejo mantiveram estabilidade de 0,2%


Em novembro, vendas do varejo mantiveram estabilidade de 0,2%
Em novembro, vendas do varejo mantiveram estabilidade de 0,2%

Foto: Divulgação/SEI

As vendas do comércio varejista baiano mantiveram estabilidade de 0,2% em novembro de 2025, frente ao mês imediatamente anterior, ficando abaixo do índice nacional, que registrou crescimento de 1,0%. Na comparação com igual mês de 2024, as vendas na Bahia apresentaram a variação positiva de 2,8%. O movimento de expansão se repete pelo 8º mês consecutivo e ficou acima do registrado no Brasil (1,3%). No acumulado do ano, a Bahia e o Brasil registraram crescimento de 2,2% e 1,5%, respectivamente.
Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC/IBGE), analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

A estabilidade das vendas no sazonal é atribuída à melhora na expectativa do consumidor. Segundo os dados da Fundação Getúlio Vargas, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE subiu 1,3 ponto, passando para 89,8 pontos, pautado pela manutenção do fortalecimento do mercado de trabalho e alívio da inflação. Além disso, trata-se de um período em que a atividade do setor é aquecida com as contratações para as festas de fim de ano, a despeito da elevada taxa de juros e dos altos níveis de endividamento e inadimplência das famílias, que continuam funcionando como um limitador do consumo. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), elaborada mensalmente pela Fecomércio-BA, o percentual de famílias endividadas continua avançando, alcançando 76,2% das famílias (ante 74,6% em outubro), recorde da série histórica de mais de 15 anos. A inadimplência cresceu pelo quarto mês consecutivo, atingindo 27,1% das famílias.

No comparativo com o ano anterior, o crescimento das vendas pode ser atribuído a fatores como antecipação de parcela do décimo terceiro, alívio da inflação e a Black Friday, estratégia utilizada pelos lojistas para atrair os consumidores. Alguns setores associados ao Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) apontaram crescimento das vendas frente a 2024 durante a semana de preços baixos em função do lançamento de produtos, descontos mais agressivos e condições especiais de pagamento.  Contudo, este movimento não surtiu o resultado esperado, com um crescimento que não superou o desempenho do varejo em igual mês do ano passado (5,4%).  

Na análise das atividades, observa-se que o aumento verificado nas vendas na comparação com o ano passado foi resultado do comportamento dos segmentos de Combustíveis e lubrificantes (8,5%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,2%) e Móveis e eletrodomésticos (6,2%). A menor pressão dos preços pode ser apontada para justificar o comportamento desses segmentos.

No comércio varejista ampliado, que inclui o varejo restrito e mais as atividades de Veículos, motocicletas, partes e peças, Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, as vendas se mantiveram estáveis (-0,2%) em relação ao mês imediatamente anterior. Na comparação com igual mês do ano de 2024, o crescimento foi 1,8%, resultado que não alterou a trajetória negativa do acumulado do ano (-0,3%). Ainda em relação ao ano passado, observou-se que o indicador no ampliado foi influenciado positivamente pela atividade de Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,4%), resultado da deflação verificada nos preços de alguns itens que compõem a cesta básica, como arroz e feijão.

Fonte: Ascom/SEI


Projeto de Hassan reconhece Manoel Vitorino como Capital Estadual do Umbu



Reconhecendo a importância histórica, cultural, ambiental e econômica do umbu para o semiárido baiano e para o bioma da caatinga, o deputado municipalista Hassan (PP) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), projeto de lei que reconhece o município de Manoel Vitorino como a Capital Estadual do Umbu e declara o fruto Patrimônio Cultural Imaterial do Estado da Bahia.

Ao justificar a proposta, o parlamentar destacou que o Brasil é o maior produtor mundial da fruta e que a Bahia responde por cerca de 90% da produção nacional, com Manoel Vitorino figurando entre os principais polos produtores, além de apresentar avanços significativos no processo de industrialização por meio do sistema de cooperativas.

O autor do projeto avalia que a valorização e o estímulo à produção e à verticalização da cadeia produtiva do umbu terão ampla repercussão econômica e cultural. Segundo ele, cerca de 66% do território baiano está situado no semiárido, região marcada por baixos índices pluviométricos e longos períodos de estiagem.

Hassan ressaltou ainda que o umbuzeiro é uma espécie nativa e símbolo da caatinga, reconhecida por sua extraordinária capacidade de adaptação às condições climáticas adversas, como a irregularidade das chuvas.

De acordo com o projeto, o Poder Executivo estadual poderá adotar medidas voltadas à valorização cultural, econômica e ambiental do umbu, incentivar pesquisas, capacitações, eventos, feiras e ações educativas relacionadas à cadeia produtiva do fruto, além de apoiar agricultores familiares, extrativistas, cooperativas e associações envolvidas na produção e no beneficiamento.

A proposta também prevê o estímulo ao desenvolvimento sustentável e à preservação do bioma caatinga, por meio do manejo adequado do umbuzeiro, bem como o fomento ao turismo cultural e gastronômico associado ao fruto e seus derivados.

CONVIVÊNCIA COM SEMIÁRIDO

O parlamentar pontuou ainda que o cultivo e o extrativismo do umbu, quando realizados de forma adequada, configuram-se como estratégia sustentável de convivência com o semiárido, ao conciliar produção, preservação ambiental e fortalecimento de modos de vida tradicionais. Hassan pontuou que, no aspecto econômico e social, o umbu ocupa papel central na realidade produtiva de Manoel Vitorino, envolvendo agricultores familiares, extrativistas, associações comunitárias e cooperativas.

Essa cadeia produtiva movimenta a economia local por meio da colheita, do beneficiamento artesanal e agroindustrial e da fabricação de polpas, doces, geleias, sucos e outros derivados, que alcançam mercados locais, regionais e institucionais. “Trata-se de uma atividade que gera emprego e renda, fortalece arranjos produtivos locais e contribui para a diversificação da base econômica municipal”, afirmou.

Para o deputado, a valorização institucional do umbu contribui ainda para a fixação do homem e da mulher no campo, ao ampliar oportunidades de renda e estimular a permanência das famílias na zona rural, reduzindo o êxodo rural e promovendo inclusão produtiva. Ele acrescentou que o fruto está profundamente ligado aos saberes tradicionais do semiárido, por meio das práticas de colheita, conservação, preparo e comercialização transmitidas entre gerações e integradas à identidade cultural de inúmeras comunidades.



Fonte