Vendas do varejo baiano cresceram 29,4% em maio

As vendas no comércio varejista baiano registraram em maio de 2021 crescimento de 29,4%, em relação a igual mês do ano passado. No cenário nacional, a expansão nos negócios foi de 16%, na mesma base de comparação. Frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, as vendas no Estado da Bahia cresceram … Leia Mais


Exportações baianas crescem 55,4% em junho e alta no semestre alcança 20%

Estimuladas pela valorização das commodities, principalmente soja e minérios, as exportações baianas somaram US$ 925 milhões em junho, 55,4% superior ao mesmo mês do ano passado, alcançando o melhor resultado para o mês desde 2011. O resultado é o melhor da série histórica desde dezembro de 2018, quando as vendas externas do estado alcançaram US$ … Leia Mais


Nova parcela do vale-alimentação estudantil será paga no dia 15 de julho

Os estudantes matriculados na rede estadual de ensino irão receber mais uma parcela do vale-alimentação estudantil no dia 15 de julho. O pagamento do auxílio, no valor de R$ 55 por estudante, foi confirmado pelo governador Rui Costa, na noite desta terça-feira (6), durante o Papo Correria. Com este novo crédito totalizam-se R$ 316 milhões … Leia Mais


Leão defende ampliação do Conselho de Desenvolvimento Territorial com foco em equalizar arrecadação

O vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, realizou nesta terça-feira (06), a primeira reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Territorial (Cedeter) em sua segunda passagem pela secretaria do Planejamento (Seplan). O gestor frisou a importância de equilibrar as receitas dos territórios de identidade e sobre aumentar a arrecadação do Estado. A inclusão dos 27 Territórios … Leia Mais


HGRS recebe neurocirurgião Paulo Niemeyer para cirurgia inédita no SUS da Bahia


A primeira neurocirurgia para tratamento de Parkinson na Bahia pelo SUS foi realizada nesta segunda-feira (6), no Hospital Geral Roberto Santos, pelo neurocirurgião Leonardo Avellar, com a presença dos  neurocirurgiões Paulo Niemeyer Filho e Paulo Luiz Cruz, do Instituto do Cérebro do Rio de Janeiro. O procedimento, que está na fase piloto, visa controlar os sintomas da doença, possibilitando melhor qualidade de vida ao paciente. A primeira paciente a se submeter à neurocirurgia de Parkinson na Bahia tem 68 anos e sofre da doença há 20 anos. O procedimento não é indicado para todos as pessoas acometidas pelo Parkinson, apenas para alguns casos específicos.

A subsecretária da saúde do Estado, Tereza Paim, afirmou que hospitais de referência, como é o caso do Roberto Santos, devem estar cada vez mais especializados para compor a rede de atenção à saúde. “Esta é uma cirurgia altamente especializada que vem compor a rede de atenção à saúde. Claro que ainda vamos avançar bastante, mas o Hospital Roberto Santos pertence à rede própria do Governo do Estado, e grandes avanços têm que acontecer a cada momento para que o paciente tenha acesso e acolhimento para a sua patologia. Então, é muito importante nós avançarmos em tecnologia e essa é uma neurocirurgia com avanços tecnológicos e que fazem a melhoria da qualidade de vida do paciente”.

Paulo Niemeyer, do Instituto do Cérebro do Rio de Janeiro, destacou que “o Hospital Roberto Santos é muito bom, muito bem equipado, a Bahia tem uma tradição já na neurocirurgia e tem toda a possibilidade de desenvolver a cirurgia funcional, que é uma subespecialidade da neurocirurgia que vem crescendo muito, e isso inclui a cirurgia do Parkinson. Essa é uma cirurgia que nós já fazemos há muitos anos e temos uma experiência grande com ela. O dr. Leonardo Avellar nos convidou para participar dessa cirurgia que estão iniciando aqui no hospital e nós viemos numa tentativa de colaborar e passar um pouco da nossa vivência”.

O neurocirurgião Leonardo Avellar, que realizou o procedimento, enfatizou a importância do SUS. “Essa cirurgia mostra que o serviço público de referência consegue fazer qualquer coisa, como é o caso aqui do Hospital Roberto Santos, como é na nossa área de neurocirurgia e eu estendo também para as outras especialidades, pois eu sei que o hospital é de qualidade”. Para ele, com recursos humanos e financeiros, consegue-se fazer o que for necessário para atender à comunidade. “Eu acho que a grande importância da cirurgia de hoje é atender à comunidade. O implante de eletrodos que foi realizado é o primeiro do SUS na Bahia, e isso é bastante simbólico pelo valor agregado disso”.

A estreia vem junto com o novo Centro Cirúrgico do Roberto Santos, entregue recentemente pelo governador Rui Costa, e com nova administração, capitaneada pelo diretor-geral Adil Duarte. Ele destacou a presença do Dr. Paulo Niemeyer. “Contamos hoje com a presença de uma das maiores autoridades do País no assunto. Esse mesmo professor há dez anos esteve aqui falando sobre as possibilidades futuras da realização de procedimentos como o que hoje nós estamos realizando. Para nós, que estamos em um hospital que está ligado também à ciência e à pesquisa, à inovação, além da assistência, a materialização desse procedimento vem exatamente somar todas as expectativas da nossa direção, contribuindo e continuando as gestões anteriores, no sentido da inovação”.

 

 

Fotos: Elói Corrêa/ GOVBA

Fonte: Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

 

 

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Colheita do algodão na Bahia este ano deve chegar a 520.363 toneladas


Conhecido como o “ouro-branco”, o algodão é hoje um dos destaques da matriz produtiva da Bahia. Este ano, a colheita já se iniciou. O estado plantou 266.662 hectares da commodity e é disparado o líder do Matopiba, região que também engloba as áreas de cerrado do Maranhão, Tocantins e Piauí e que contabilizou, ao todo, 305.351 hectares na safra em curso. A expectativa de colheita é de 520.363 toneladas na Bahia e 587.067 na região do Matopiba.

A região oeste é a principal fronteira agrícola da Bahia, o que impacta positivamente na economia do estado, considerando que a produção acolhe o mercado interno e também a exportação. A agricultura da região, bem como a produção de algodão, tem se desenvolvido aproveitando as condições climáticas ideais e a disponibilidade hídrica, somadas ao manejo adequado das culturas e uso de tecnologia de ponta.

O secretário da Agricultura do Estado, João Carlos Oliveira da Silva, destaca a representatividade da safra baiana. “O oeste da Bahia é vital para a agricultura do estado. Agora, por ocasião da safra de algodão, a região mostra novamente sua força, aumentando em 2% a produtividade da cultura e com estimativa de colheita total de mais de 520 mil toneladas”.

Para o coordenador da Cooperativa de Produtores de Algodão (Ubahia), Paulo Almeida Schmidt, o desafio atual é ampliar a exportação. “Temos que pegar esse algodão daqui e exportar para o mundo. O nosso concorrente não é o produtor aqui ao lado, nosso concorrente é o Estados Unidos. E o que a gente tem visto é que cada vez que o governo dá um incentivo, nós ficamos mais competitivos contra o mundo e mais algodão conseguimos exportar”.

Paulo Schmidt garante que o algodão é fundamental para a cadeia produtiva do oeste por conta da geração de emprego e renda. “Desde o plantio, dos tratos culturais, beneficiamento, esmagamento do caroço, tudo isso gera uma cadeia e cada etapa da cadeia precisa de muitas pessoas trabalhando”.

A fazenda Zanotto, instalada em Luís Eduardo Magalhães há 40 anos e há 20 anos cultivando algodão, teve a safra deste ano reduzida, mas toda a produção já foi vendida mesmo antes da colheita e 70% foi destinada à exportação. “Essa redução se deu por uma necessidade de preservação de solo e também pela relevância dos altos preços da soja, uma commodity bastante competitiva. Mas nós vimos o algodão se recuperando bem no início do ano. Acreditamos que o mundo está caminhando muito mais para sustentabilidade, e a gente acredita que as fibras naturais terão mais espaços”, ressalta a diretora do Grupo Zanotto, Alessandra Zanotto.

Qualidade e certificação

Segundo o presidente da Associação Baiana de Plantadores de Algodão (Abapa), Luiz Carlos Bergamaschi, no quesito qualidade, o algodão baiano é comparável ao americano e ao australiano. Essa é uma conquista recente, pois, antes, a produção baiana era conhecida pela baixa qualidade do algodão. Atualmente, existe o programa de certificação de sustentabilidade Algodão Brasileiro Responsável (ABR), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e associadas. O ABR é a garantia de fibra sustentável, pois é lastreado nas legislações trabalhista e ambiental do Brasil. O programa internacional de referência nesta questão é a Better Cotton Initiative (BCI), da ONG Suíça de mesmo nome.

No Brasil, o ABR é gerido pela Abrapa, tamanha é a importância e reconhecimento do programa, que é muito mais amplo que o BCI. “Em pouco mais de 20 anos, o Brasil deixou de ser o segundo maior importador de pluma do mundo, para se tornar o segundo maior exportador. Perdemos em volume de oferta apenas para os Estados Unidos”, explica Luiz Carlos Bergamaschi.

O gerente de laboratório da Abapa, Sergio Brentano, garante que o Brasil tem qualidade e credibilidade na classificação da fibra, graças aos esforços do programa SBRHVI (Standard Brasil HVI), também criado pela Abrapa e que envolve todos os laboratórios que atendem aos produtores. Junto a tudo isso, há ainda a rastreabilidade. Com o Sistema Abrapa de Identificação (SAI), o comprador da pluma pode ver, por meio de um código de barras, todas as informações relativas ao produto que ele pretende adquirir, fardo a fardo.

“No laboratório, nós mensuramos as características intrínsecas e extrínsecas da fibra do algodão, através da classificação instrumental e visual por um técnico habilitado. Comprimento, espessura, uniformidade do comprimento, o índice de fibras curtas e resistências são alguns dos 15 parâmetros que dão suporte para a indústria têxtil selecionar a matéria-prima. O diferencial da produção da região oeste é um algodão com mais brilho, por causa da incidência do sol, o que agrega valor na qualidade e uniformidade visual no algodão baiano”, afirma Sergio Brentano.

Produtividade

O oeste da Bahia possui uma área de produção que ocupa 2,9 milhões de hectares, o que representa 35% do território. A região oferece excelência no processo produtivo devido à dobradinha entre a tecnologia investida e as características agronômicas, com destaque para o clima.

A utilização de sementes, adubos e defensivos, cada vez mais modernos, proporcionam uma boa produtividade, o que significa produzir cada vez mais na mesma área. Todo esse conhecimento tecnológico deve-se aos constantes cursos de aperfeiçoamento e ações que as entidades, cooperativas e associações da região implementam para que a mão de obra seja qualificada.

A região é constituída por 24 municípios, com cerca de 643 487 mil habitantes, numa área de 116 677 quilômetros quadrados. Diversos são os cultivos realizados na região, como soja, café, milho, feijão, arroz, frutas e gado. Segundo o assessor de agronegócios da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Luiz Stahlke, o oeste produz 10 milhões de toneladas de grãos e fibras, onde 50% da soja produzida na região é exportada, o que significa um crescimento anual de 3% a 4%, já viabilizando e justificando a construção de uma ferrovia para o melhoramento da logística dessa produção.

Além disso, a região se destaca na fruticultura, com a maior produção de bananas do país, estimada em 240 mil toneladas, cultivadas em uma área de 9 mil hectares. A integração de áreas de grãos, aves e gado em confinamento tem sido uma alternativa viável na região para a rotação de cultura e preservação do solo. Atualmente, o oeste detém tecnologia que dá para a Bahia a maior produtividade do Brasil de soja e milho e a maior produtividade de algodão não irrigado do mundo, é o que garante o presidente da Abrapa, Júlio Busato.

 

Fotos: Fernando Vivas/GOVBA

Fonte: Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

 

 

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Consulta pública para concessão da Ceasa é publicada no Diário Oficial


Com objetivo de receber contribuições, críticas e sugestões quanto ao edital, contrato e demais anexos, relativos à concessão para gestão, ampliação, modernização e manutenção da Central de Abastecimento (Ceasa/Ba) a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) publicou no Diário Oficial desta terça-feira (6), uma consulta pública.

A concessão pública será para um período de 35 anos, e prevê que o futuro concessionário ficará responsável por construir quatro novos galpões, uma praça de alimentação, um prédio logístico de funcionários, um novo frigorífico, reforma dos cinco galpões, ampliação da área de carga e descarga, implantação de estacionamentos e área de convivência.

O regulamento e a documentação objeto da consulta pública podem ser obtidos no endereço eletrônico www.sde.ba.gov.br/index.php/concessaoceasasalvador/.

A consulta se inicia ás 8h do dia 06 de julho e termina às 23h59 do dia 15 de agosto. Os comentários e sugestões que contribuirão para o aprimoramento do processo de licitação serão sistematizadas pela Comissão de Planejamento, Coordenação e Supervisão do processo referente à Concessão da Ceasa/Ba.

“Estamos lançando a consulta pública para o processo de Concessão da nova Ceasa. O governo da Bahia está dando um importante avanço porque a Ceasa funciona como regulador de preços e essa concessão visa transformar esta central de distribuição num dos melhore do Brasil. Tenho certeza que os clientes e permissionários sairão beneficiados com tamanho conforto que o projeto prevê na concessão”, disse Nelso Leal, Secretário de Desenvolvimento Econômico.

“O projeto da concessão da Ceasa é um ideal de requalificação de infraestrutura,  desenvolvimento social e humano, conseqüentemente a geração de novos valores”, afirmou a Superintende de Gestão Patrimonial para o Desenvolvimento Produtivo da SDE, Jucimara Rodrigues.

A redução do tempo de distribuição dos produtos, oferta de novos itens, maior aproximação entre o produtor e o distribuidor e uma expansão que aperfeiçoe a competitividade gerando assim melhores preços ao consumidor são algumas das vantagens da concessão.

Histórico

A Central de Abastecimento da Bahia (Ceasa) foi fundada em 28 de março de 1973 com a finalidade de racionar e otimizar os processos de comercialização e abastecimento de produtos alimentícios, disponibilizando infraestrutura, gerenciamento apoio logístico e serviços complementares, priorizando a regularidade de oferta o fluxo de informações no segmento da produção e o fortalecimento do livre comércio.

A Ceasa possui um importante papel na cadeia produtiva e de distribuição dos produtos hortifrutigranjeiros, pois contribui na garantia de escoamento, servindo assim para assegurar a produção agrícola e o desenvolvimento no campo. Representa hoje o mais importante mercado atacadista de hortifrutigranjeiros da região, atendendo a supermercados, hotéis restaurantes, hospitais e pequenos comerciantes.

Comercializando em média 140 itens que compõem a cadeia de produtos hortifrutigranjeiros. Além desses produtos a Ceasa comercializa também cereais. Em 2018, a Ceasa movimentou 586,6 mil toneladas de alimentos, e possui 941 mil metros quadrados de área total, e 493 mil metros quadrados de área construída.

 

Fonte: ASCOM / SDE – Secretaria de Desenvolvimento Econômico

Fotos: Rodrigo Castro

 

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Governo do Estado lança revista de jornalismo científico em comemoração ao Dia da Ciência


Perto de se aproximar do número 100 em matérias de divulgação sobre trabalhos científicos, a série de reportagens Bahia Faz Ciência (BFC), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), lançará uma revista comemorativa ao Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, na próxima quinta-feira (8), às 15h, com transmissão pelo Canal do YouTube da Secti.

A publicação, que reúne algumas matérias lançadas desde a estreia do projeto, em julho de 2019, traz estudos, soluções e invenções criadas em território baiano, com o objetivo de demonstrar a importância de investir em pesquisa para o avanço da sociedade, a melhoria na qualidade de vida da população e o desenvolvimento econômico do Estado.

A secretária da Secti, Adélia Pinheiro, contextualiza a relevância do Bahia Faz Ciência. “Há cerca de dois anos, antes do contexto da pandemia, tínhamos o interesse de mostrar para toda a população o potencial enorme que baianas e baianos têm para fazer ciência. Agora, enquanto enfrentamos uma crise sanitária de grandes proporções, podemos dizer que este projeto auxilia no combate ao obscurantismo, ao levar informações para toda a sociedade, que muitas vezes estão restritas ao ambiente acadêmico. Em uma linguagem acessível e um formato semanal, lançamos toda segunda-feira uma notícia diferente sobre um novo estudo, pesquisa ou trabalho científico que venha para agregar ferramentas ou soluções inovadoras”.

Com foco em diversidade, a série aborda diferentes temas e áreas do conhecimento na hora de selecionar os trabalhos que serão divulgados para a população e à mídia. O diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), Márcio Costa, também destaca que todas as universidades estaduais e federais do Estado já tiveram trabalhos divulgados, assim como algumas particulares, além de diversas instituições, escolas e institutos. “Através dessas matérias, mostramos para o público, não só da capital, mas também de todas as regiões baianas, a importância de investir em pesquisa científica. Os cientistas contemplados pelo Bahia Faz Ciência estamparam jornais, sites, deram entrevistas a TVs e rádios e puderam levar um pouco do que é produzido em laboratório e sala de aula para o conhecimento da sociedade”.

Novos tipos de curativo, remédios, vacinas, ferramentas inovadoras, plataformas tecnológicas para facilitar trabalhos manuais do dia a dia e até novos tipos de alimentos já foram pauta da Secti nos últimos dois anos. Mas foi em um novo método para tratar diabetes, através da casca de um fruto chamado mangostão, criado por jovens estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano), no município de Catu, que o Bahia Faz Ciência encontrou sua primeira pauta.

“Somente com a divulgação científica dos trabalhos e projetos realizados nos centros educacionais é que conseguiremos demonstrar a importância da ciência no Brasil e no Mundo. E assim, entendermos que cada centavo investido em pesquisa não é prejuízo, mas sim lucro para uma geração de novos cientistas, com possibilidades de melhorar a vida de todos”, pondera Saulo Capim, professor do IF Baiano e orientador da primeira pesquisa científica divulgada pelo BFC.

A professora e pesquisadora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Silmara Carvalho, que teve seu trabalho recentemente divulgado pelo Bahia Faz Ciência, destaca que a população, em geral, precisa conhecer mais as pesquisas que são realizadas nas universidades públicas brasileiras porque a realização científica envolve o desenvolvimento desde atividades mais complexas, como a produção de vacina, até atividades mais simples, como cuidados higiênicos para evitar proliferação de doenças.

“Muitas destas pesquisas trazem benefícios direto para a sociedade, seja na área médica, farmacêutica, alimentícia, ambiental, social, dentre as muitas possibilidades. Toda a forma de divulgação deve ser potencializada. Um bom exemplo diz respeito à minha área de atuação, a engenharia de alimentos, porque um produto como iogurte sabor morango foi primeiramente produzido em uma Universidade Pública (UFV), fato que poucas pessoas fora do ambiente acadêmico sabem”, sinalizou.

Para ter acesso à edição online da revista Bahia Faz Ciência, que conta com temas como saúde, sustentabilidade, tecnologia e Covid-19, basta acessar o site da Secti (www.secti.ba.gov.br), onde também se encontra todas as matérias já divulgadas dentro do projeto. Os interessados em ter seus trabalhos divulgados nos sites e redes sociais da Secti e Fapesb e para toda a imprensa devem enviar a sugestão de pauta para o e-mail [email protected]gov.br.

 

Fonte: Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

Foto: Divugação

 

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Bahia investirá mais de R$ 30 milhões na reforma e modernização do Hospital Octávio Mangabeira


Com investimento superior a R$ 30 milhões na reforma e modernização do Hospital Especializado Octávio Mangabeira, a unidade estadual, inaugurada em 1942, para atender pacientes com tuberculose, até hoje não havia passado por grandes intervenções. As obras terão início em 12 de julho, com previsão de término em dez meses, e adequarão a unidade às normas vigentes do ambiente hospitalar.

Durante as obras, o ambulatório de pneumologia, que contempla serviços assistenciais nas áreas de Fibrose Cística, Asma Grave, Tuberculose, Controle de Tabagismo. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Pós-Covid-19, permanecerá funcionando e atendendo cerca de 4 mil pessoas por mês. Também permanece aberto o serviço de bioimagem e o laboratório especializado, que faz análises diferenciadas, como o teste do suor.

Já os serviços de infectologia clínica, vascular e cirurgia torácica serão incorporados por outras unidades da rede estadual na capital baiana, garantindo o acesso e assistência aos pacientes.

A unidade terá 168 leitos, sendo 39 de UTI adulto e pediátrica, além de enfermarias dedicadas a pacientes de cirurgia torácica, cirurgia de cabeça e pescoço e oncologia.

Serão realizadas intervenções em toda a unidade, incluindo a substituição de toda a rede elétrica e hidráulica, construção de banheiros nas enfermarias, novas torres de elevadores, novas UTIs, novo centro cirúrgico, além de caixa d’água superior e novo telhado.

Perguntas frequentes

O Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM) vai ser desativado?
Não. A unidade será reformada e modernizada. Serão realizadas intervenções na estrutura, incluindo substituição de toda a rede elétrica e hidráulica, construção de banheiros nas enfermarias, novas torres de elevadores, novas UTIs, novo centro cirúrgico, além de caixa d’água superior e novo telhado. Será realizado um investimento superior a R$ 30 milhões na unidade.

Quando isso vai acontecer?
As obras serão iniciadas em 12 de julho de 2021, com prazo estimado para a conclusão em dez meses.

O que vai acontecer com os pacientes da unidade durante o período da obra?
Os pacientes com tuberculose e HIV que necessitam de hospitalização passarão a ser atendidos no Instituto Couto Maia. Os pacientes com o diagnóstico de BK irão para unidades assistenciais de longa permanência.

E quanto aos atendimentos do ambulatório?
O ambulatório de pneumologia, que contempla serviços assistenciais nas áreas de Fibrose Cística, Asma Grave, Tuberculose, Controle de Tabagismo. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Pós-Covid-19, permanecerá funcionando e atendendo cerca de 4 mil pessoas por mês.

O que acontecerá com os funcionários da unidade?
Durante o período das obras, os servidores estaduais serão realocados nas unidades da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), seguindo a linha de cuidado, a exemplo da vascular, pneumologia e cirurgia torácica. São cerca de 830 profissionais da assistência, sendo 487 estatutários.

Após a obra, o Hospital vai mudar o perfil de atendimento?
Não. Quando o Hospital Especializado Octávio Mangabeira for reaberto, a unidade seguirá o perfil atual. Não há razão para temor, nem para alimentar boatos de fechamento definitivo.

Fonte: SESAB

 

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