O deputado Marcinho Oliveira (PRD) inseriu, na ata dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), moções de congratulações pelo aniversário de emancipação política do município de Novo Triunfo. No documento protocolado na ALBA, ele contou que a região já foi habitada pelos índios cariacás e que o povoado de Triunfo foi elevado … Leia Mais
Por meio de moções de congratulação protocoladas na Casa Legislativa, o deputado Pedro Tavares (UB) parabenizou Várzea da Roça, Tanque Novo, América Dourada, Canudos e Várzea Nova, pela passagem do 41º aniversário de emancipação político-administrativa dos referidos municípios, a ser comemorado nesta quarta-feira, 25 de fevereiro. Na moção de congratulações a Várzea da Roça, Tavares … Leia Mais
A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Ivana Bastos, promoveu uma ampla reunião, no início da tarde desta terça-feira (24), para discutir a crise do cacau no Sul da Bahia, cultura que há algumas décadas vem enfrentando muitos problemas para aumentar sua produção na região. Participaram do encontro parlamentares da Comissão de Agricultura da ALBA, os … Leia Mais
A deputada Fabíola Mansur (PSB) protocolou, na Assembleia Legislativa, uma moção de pesar pelo falecimento do desembargador aposentado Carlos Alberto Dultra Cintra, ocorrido nesta terça-feira (24), em Salvador, aos 82 anos. No documento, a parlamentar destaca a trajetória do magistrado, que presidiu o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), … Leia Mais
O horário do pequeno expediente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), desta terça-feira (24), foi estendido, por acordo entre os líderes, para contemplar a fala de todos os oradores inscritos. Antes do início da sessão, por questão de ordem solicitada pelo deputado Robinson Almeida (PT), o plenário fez um minuto de silêncio em memória do … Leia Mais
O Adolfo Menezes (PSD) ficou consternado com o falecimento do ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Carlos Alberto Dultra Cintra, magistrado de significativa relevância no Judiciário, especialmente após assumir, em 2001, o comando do TJBA, comando este que conservou até a sua aposentadoria em 2014. O ex-presidente do Tribunal de Justiça permaneceu cerca de duas décadas na magistratura e outras duas (anteriores) no Ministério Público Estadual.
O deputado Adolfo Menezes, que presidiu o Legislativo por dois mandatos consecutivos, apresentou uma moção de pesar em memória do magistrado à Secretaria Geral da Mesa da Assembleia, registrando a sua solidariedade para com familiares e amigos do desembargador Dultra Cintra. No documento, ele também traçou um breve perfil biográfico do ilustre magistrado, rogando a Deus que conforte a todos “nesse duro momento de separação conservando na memória de todos que tiveram o privilégio de conviver com Carlos Alberto Dultra Cintra os momentos felizes e memoráveis que esse convívio proporcionou”.
Para o deputado, o desembargador Dultra Cintra não foi apenas mais um, entre tantos, dos magistrados que vieram a presidir o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, pois ele marcou uma época em sua passagem pelo comando daquela Corte, não somente pelo legado de honradez que deixou, mas também por todo o tempo em que foi integrante da Casa de Justiça da Bahia. “Dultra Cintra era um homem extremamente gentil, de fala mansa”, prosseguiu o ex-presidente da Assembleia Legislativa, “mas também de natureza firme, decidido, como um bom sertanejo de Ipirá”.
Lembrou ainda que o magistrado era um leitor voraz de biografias diversas, de história e literatura – além dos cânones do Direito – a ponto de impressionar pela sua larga cultura acumulada. “Dultra Cintra foi um crítico contumaz da espetacularização da Operação Lava-Jato e defensor ferrenho do Supremo Tribunal Federal (STF) como guardião máximo da democracia”, frisou.
TRAJETÓRIA
Ao abordar a exitosa carreira de Dultra Cintra no Ministério Público da Bahia, depois na magistratura, o parlamentar ressaltou alguns momentos marcantes de sua trajetória, desde a sua terra natal, Ipirá, de onde saiu para estudar em Salvador e “fez história, sobretudo, durante o período em que respondeu pelos destinos do Tribunal, de 2002 a 2004. Restabeleceu a necessária independência do Poder Judiciário na Bahia, reforçando a sua imprescindível soberania, livrando-o de qualquer influência política”.
Lembrou que ele nasceu em 28 de abril de 1943, mudando aos 11 anos para Salvador, como aluno interno do colégio Maristas, sendo em seguida aluno do Colégio Central da Bahia – referência em ensino público na época. Obteve em 1967, o diploma de advogado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba), ingressando dois anos depois, por concurso público no Ministério Público da Bahia (MP-BA). No cargo de promotor de Justiça, inicialmente em Ubatã, depois Catu, Alagoinhas e Salvador.
Menos de duas décadas depois, prosseguiu o deputado Adolfo Menezes, “em 1985, assumiu o cargo de Procurador de Justiça. Dois anos depois, passou a compor o Conselho Superior do Ministério Público do Estado da Bahia. Foi nomeado procurador-geral de Justiça, em junho de 1991, após a primeira eleição direta para o cargo. Reelegendo-se em 1993 – numa trajetória invulgar”, completou.
Ano seguinte, continuou o parlamentar “a vida pública sem nódoa e com a competência já expressa nos elevados cargos ocupados em sua carreira, o guindou a outra área do Direito em que igualmente pontificou, ao assumir o posto de desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, em vaga da classe do Ministério Público – integrando ainda o Conselho da Magistratura nos anos de 1994 e 1995, bem compondo a Primeira Câmara Cível, desde a assunção ao cargo, exercendo a Presidência em duas oportunidades”, frisou.
ÁPICE
Para o deputado Adolfo Menezes, o auge dessa vida dedicada ao Direito, à Bahia e aos baianos aconteceu em 2001 quando foi eleito presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia para o biênio 2002/2004, em disputa contra o desembargador Amadiz Barreto, que era indicação do então governador Antônio Carlos Magalhães. Homem de temperamento firme, mas afeito ao diálogo e à conciliação, ele chegou a propor como nome de consenso do desembargador Eduardo Jorge Magalhães, irmão de ACM, o que evitaria uma disputada aberta e arestas no seio da Corte, mas este não aceitou. Dultra Cintra venceu por 18 a 10 dos votos, iniciando uma era nova no TJ que aos poucos mitigou a influência política no Tribunal. Ele se aposentou da Magistratura em 2014.
O ex-presidente da ALBA lembrou no documento que endereçou à Secretaria Geral da Assembleia, que “se orgulha de ter prestado ao então desembargador Carlos Alberto Dultra Cintra de que a Assembleia Legislativa da Bahia tenha lhe prestado uma grande homenagem em 2013, concedendo-lhe a Comenda de Cidadão Benemérito da Liberdade e da Justiça Social João Mangabeira, pela sua dedicação à vida pública, à Justiça e à democracia”.
“Nesse instante de dor”, finalizou ele, “declaro o meu abraço solidário a toda a sua família, especialmente às suas filhas Alice e Larissa, assim como aos amigos e conterrâneos de sua querida Ipirá”.
O deputado Robinho (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moção de congratulações pela passagem do aniversário de emancipação política e administrativa do município de Vereda, que completa 37 anos de fundação nesta terça-feira, dia 24 de fevereiro. O parlamentar solicitou à Casa que dê conhecimento da homenagem ao prefeito Manrick Gregório Prates Teixeira, à Câmara Municipal, secretários municipais, assessores, funcionários, bem como a toda população veredense.
No tributo à cidade, o legislador informa sobre a origem e ocupação do território, habitado inicialmente pelos indígenas da tribo aimorés e que teve, por longo período, uma pequena povoação de colonização branca. “As famílias Lacerda, Gobira e Nonato foram as pioneiras a chegarem e começaram a construir a pequena vila. Logo depois, a colonização aumentou com muitos mineiros vindo do nordeste de Minas Gerais, em especial das cidades de Almenara, Rubim, Salto da Divisa etc”, anotou.
Na moção, ele também explica o município, desmembrado de Prado por Lei Estadual nº 4838/1989, inicialmente era denominado de Curindiba, “devido ser mata fechada e ter uma madeira com esse nome”, logo depois passou a se chamar São Sebastião de Vereda, antes de se estabelecer apenas como Vereda.“Vereda significa caminho, rumo, ou caminho de atalho que reduz o tempo de percurso. Quando os bandeirantes adentraram o Brasil, usavam as veredas para as suas jornadas, pois tinham água limpa e vegetação aberta para locomoção, no limite vereda/cerrado”, explicou Robinho.
O deputado Ricardo Rodrigues (PSD) consignou, na ata dos trabalhos da Casa Legislativa, uma moção de congratulações ao município de Itaguaçu da Bahia pela passagem de sua emancipação política. “Esta nossa homenagem representa um reconhecimento à sua história, à força de seu povo e às relevantes contribuições para o desenvolvimento econômico, social e cultural do Estado da Bahia”, escreveu o parlamentar, que contou um pouco sobre a história da localidade.
Rodrigues lembrou que o distrito foi criado com o nome Tiririca do Luisinho por lei municipal de 1900, subordinado ao município de Xique-Xique. Em 1989 foi elevado à categoria de município com a denominação de Itaguaçu da Bahia, de acordo com a Lei Estadual nº 4.839 de 24 de fevereiro de 1989. Itaguaçu é um termo de origem tupi que significa pedra grande, pela junção de ITA (pedra) e GUAÇU (grande). O deputado diz que a cidade foi fundada “sob o espírito de trabalho e perseverança de homens e mulheres que acreditaram no potencial do lugar”.
Itaguaçu da Bahia destaca-se por sua importância na agricultura, com a produção de grãos, fortalecendo a economia e contribuindo para o crescimento da região. “Ao longo de sua trajetória, o município tem demonstrado compromisso com o progresso, investindo no fortalecimento das políticas públicas, na valorização da educação, da cultura e no incentivo ao desenvolvimento sustentável, sempre preservando suas tradições e identidade cultural. Esta homenagem reconhece todas as pessoas que constroem diariamente uma cidade mais próspera e acolhedora”, finalizou Ricardo Rodrigues.
O deputado Angelo Coronel Filho (PSD) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moção de congratulações ao município de Sobradinho pela passagem do 37º aniversário de emancipação política, celebrado em 24 de fevereiro de 1989. A homenagem foi protocolada na Secretaria-Geral da Mesa e já está em tramitação.
Localizado na microrregião de Juazeiro, Sobradinho integra a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Polo Petrolina e Juazeiro (Ride). Entre os municípios da região, destaca-se por possuir o maior PIB per capita, impulsionado principalmente pela Usina Hidrelétrica de Sobradinho. O município também concentra investimentos em energias renováveis, como a solar e a eólica. A agricultura e a piscicultura completam as principais atividades econômicas locais.
Com população superior a 26 mil habitantes, distribuída em uma área de 1.238,9 km², a cidade também se destaca pelo potencial turístico. “Entre os atrativos estão o Mirante do Cruzeiro, a Eclusa (elevador de barcos), a Ilha da Fantasia, o Balneário Chico Periquito e o sítio arqueológico com pinturas rupestres”, enumera o parlamentar. Ele ressalta ainda a tradicional Festa do Vaqueiro como um dos principais eventos culturais do município.
“É com grande alegria e profundo respeito que me uno à população tancredense para celebrar mais um ano de história, conquistas e desenvolvimento. Rendo homenagem a um povo trabalhador e determinado, reafirmando meu compromisso com o crescimento sustentável e o fortalecimento das políticas públicas que impulsionam o progresso do município”. Com esta declaração, que faz parte de sua moção de congratulação e aplausos encaminhada à ALBA, o deputado José de Arimateia (Republicanos) saudou os 37 anos de emancipação político-administrativa do município de Tancredo Neves que ocorre em 24 de fevereiro.
A trajetória do município é marcada pela superação e pelo espírito empreendedor de sua gente. Tancredo Neves teve origem no antigo povoado conhecido como Tabuleiro de Liberina, que começou com uma simples barraca de palha destinada à comercialização de alimentos e bebidas para tropeiros, que transitavam pela região transportando mercadorias. Localizado às margens da estrada que interligava propriedades rurais às cidades de Valença, Nazaré e Aratuípe, o povoado integrava, à época, o território do município de Valença.
De acordo com o parlamentar, o processo de desenvolvimento ganhou novo impulso com a construção da BR-101, que facilitou o deslocamento de pessoas e o escoamento da produção, fortalecendo a economia e ampliando as oportunidades de crescimento. Arimateia conta que a emancipação política foi oficialmente conquistada em 24 de fevereiro de 1989, marco que consolidou a identidade administrativa e institucional do município.
“Presidente Tancredo Neves tem relevância histórica, social e econômica para a região. Esta Assembleia presta justa e merecida homenagem ao município, que nesta data celebra seus 37 anos de emancipação, progresso e dedicação de seu povo”, concluiu o deputado, pedindo que o documento seja encaminhado ao prefeito José Paulo, popularmente conhecido como Quinha, e ao presidente da Câmara Municipal, vereador Almir Rodrigues dos Santos.