DIRETO DO PLENÁRIO

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) voltou a se reunir nesta segunda-feira (6) depois do feriadão da Semana Santa. Durante a sessão ordinária, conduzida pelo deputado Samuel Júnior, ele informou que nos próximos dias o painel eletrônico da Casa deverá ser atualizado com os nomes dos parlamentares que mudaram de agremiação na “janela partidária”, encerrada … Leia Mais


Eduardo Salles lamenta morte de Dalva Dias Martins

O deputado Eduardo Salles (PP) lamentou o falecimento de Dalva Dias Martins, avó de Tibira, vereador do município de Buerarema, em moção de pesar protocolada na Assembleia Legislativa da Bahia, manifestando solidariedade a ser encaminhada à família. No documento, o parlamentar elogiou a trajetória de Dalva Martins, segundo ele um exemplo de ser humano, “reconhecida … Leia Mais


Pedro Tavares elogia desenvolvimento sustentável de Correntina

O deputado Pedro Tavares (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa, uma moção de congratulações direcionada ao povo de Correntina, em celebração aos 88 anos de emancipação política e administrativa da cidade. O documento exalta a importância do município como um polo de desenvolvimento sustentável e guardião da cultura regional. Na moção, Tavares descreve Correntina como um … Leia Mais


Ricardo Rodrigues festeja data magna de Cafarnaum

O deputado Ricardo Rodrigues (PSD) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moção de congratulação pelo aniversário de 62 anos de emancipação política do município de Cafarnaum, celebrado nesta terça-feira (7). “Cafarnaum é uma terra de valores sólidos, onde o respeito, a perseverança e a esperança seguem guiando as novas gerações”, destacou o parlamentar. No … Leia Mais


Angelo Coronel Filho lembrou luta pela emancipação municipal de Cafarnaum

O deputado Angelo Coronel Filho homenageou a população de Cafarnaum, pelo aniversário de 63 anos de fundação do município, que é celebrado nesta terça-feira (7). Localizada a 430 km da capital, a localidade foi habitada inicialmente pelos índios pataxós. “Na procura do ouro e pedras preciosas, foi formado o arraial de Cafarnaum pela fertilidade do … Leia Mais


Roberto Carlos quer oficializar música de Targino Gondim como hino da Chapada



Projeto de lei de autoria do deputado Roberto Carlos (PV), apresentado no último mês de março, propõe que a música “Chapada Diamantina”, composta pelo sanfoneiro Targino Gondim em parceria com Everaldo Soares, seja declarada oficialmente o Hino Cultural da região. Se aprovada, a lei determinará que a canção passe a ser executada como parte da programação de eventos folclóricos e culturais realizados nos municípios que compõem a Chapada.

Na justificativa do projeto, o deputado observou que a Chapada Diamantina, com uma área correspondente a cerca de 15% do território do estado, é um celeiro de riquezas naturais e berço de importantes rios baianos, como os das bacias do Paraguaçu, Jacuípe e Rio de Contas. “No entanto, o que torna a canção de Gondim e Soares tão especial é a forma brilhante e criativa como ela traduz essa geografia em poesia.”

A letra da música, acrescentou Roberto Carlos, faz um verdadeiro ‘tour’ ecológico e cultural, brincando com os nomes dos municípios e revelando as joias turísticas do local”, descreveu. “Com trocadilhos, os versos passeiam por municípios como Lençóis, Andaraí, Iraquara, Itaetê, Palmeiras, Abaíra, Piatã, Jacobina, Boninal, Seabra e Campo Formoso”, contou.

Segundo o parlamentar, a composição eterniza paraísos do ecoturismo baiano, citando o Vale do Pati, a Cachoeira do Buracão, o Vale do Capão, o Morro do Chapéu e as águas cristalinas do Poço Azul e do Poço Encantado. A música também reverencia Mucugê e faz menção direta ao famoso Festival de Forró da Chapada, evento idealizado por Targino Gondim que tem sido um motor econômico, atraindo turistas de todo o Brasil e fomentando a economia criativa.

Para Roberto Carlos, a consagração da faixa como Hino Cultural é uma questão de justiça e de estratégia de preservação. A música já vem sendo adotada espontaneamente por escolas em apresentações culturais da região, o que comprova sua força e conexão com o povo. “A canção enaltece a Chapada e retrata as suas belezas em diferentes manifestações naturais e culturais, destacando os rios e as cachoeiras, incentivando as festividades e também o turismo ecológico”, concluiu ele.

Reportagem: Joana Garcia
Edição: Divo Araújo 



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Deputados licenciados retornam à Assembleia Legislativa



Quatro deputados que estavam licenciados do mandato retornaram à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Eles estavam no secretariado do Governo do Estado, mas, por força da legislação eleitoral, precisaram deixar os postos para desincompatibilização, uma vez que serão candidatos à reeleição no pleito de outubro.


Com o retorno dos parlamentares ao exercício do mandato, os suplentes deixarão a ALBA. Assim, com a volta da deputada Neusa Cadore (PT), que exercia o cargo de secretária estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), Radiovaldo Costa (PT) regressa à condição de suplente. O mesmo ocorre com a chegada de Jusmari Oliveira (PSD), que estava no posto de secretária estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur). Marcone Amaral retornará à suplência do PSD.


O regresso de Osni Cardoso (PT), que comandava a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), resultará na saída de Marcelino Galo (PT), suplente que estava no exercício do mandato. Por fim, o retorno de Angelo Almeida, então secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), colocará Fabíola Mansur na suplência.


BIOGRAFIAS 


Angelo Almeida


O agora ex-secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) foi reconduzido pela terceira vez ao Parlamento baiano na eleição de 2022 com 59.841 votos. Cirurgião dentista, formado em Odontologia pela Ufba, foi vereador pelo PT em Feira de Santana, sua terra natal. Suplente na eleição de 2014, assumiu seu primeiro mandato na ALBA com o afastamento do deputado João Bonfim, de janeiro de 2017 a abril de 2018, reassumindo, depois, em maio de 2018, na vaga da deputada Luiza Maia. Novamente suplente no pleito de 2018, tomou posse em novembro de 2020 no lugar do deputado Targino Machado, que teve o diploma cassado pelo TSE. Na ALBA, foi presidente da Comissão Especial para Avaliação do Impacto da Pandemia da Covid-19 e foi titular das comissões de Saúde e Saneamento; Direitos Humanos e Segurança Pública; e Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho.


Osni Cardoso (PT)


O ex-líder da Bancada do PT se reelegeu para o segundo mandato com o apoio de 77.624 eleitores. Professor, ex-funcionário do Governo do Estado, onde exerceu a função de assessor especial, foi prefeito de Serrinha, sua cidade natal, por dois mandatos consecutivos (2009-2016), além de presidente do Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável do Território do Sisal (Consisal) e da Federação dos Consórcios Públicos da Bahia (FecBahia). Na ALBA, foi presidente da Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação e vice-presidente da Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação, além de ser membro titular e suplente de outros colegiados.


Jusmari Oliveira (PSD)


Em seu quinto mandato de deputada estadual, Jusmari Oliveira foi vereadora e prefeita de Barreiras, além de ter sido deputada federal entre 2007 e 2011. Comerciante e agricultora, a legisladora é natural de Pérola do Oeste, Paraná, e tem formação em Letras pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb). No Legislativo baiano, foi vice-líder do governo e presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural e vice-presidente da Comissão dos Direitos da Mulher. Ela também integrou comissões com a de Divisão Territorial; a de Combate à Fome; de Fiscalização e Controle; a do Rio São Francisco; de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo; e de Regulamentação do Transporte Complementar da Bahia.


Neusa Cadore (PT) 


Prefeita duas vezes da cidade de Pintadas, Neusa Cadore está em seu quinto mandato de deputada estadual. Licenciou-se do cargo para assumir a SPM em 25 de julho de 2024. Natural de Gaspar, em Santa Catarina, a legisladora tem formação em técnica de enfermagem. Na ALBA, foi 4ª secretária da Mesa Diretora, vice-líder da Maioria e vice-líder do PT. Nas comissões, já presidiu o colegiado dos Direitos da Mulher e também o de Direitos Humanos e Segurança Pública. Foi membro titular ainda das comissões de Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho; da Promoção da Igualdade; de Agricultura e Política Rural; de Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle; de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviços Públicos; e Saúde e Saneamento. 

Reportagem:  Aparecido Silva
Edição: Franciel Cruz





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ALBA Cultural promove lançamento de obras sobre memória política e jornalística



A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) promove, no próximo dia 15 de abril, o lançamento de mais dois livros pelo programa ALBA Cultural, com obras que abordam a memória política e o jornalismo baiano: “Um oposicionista na Política Baiana”, que resgata a trajetória do ex-deputado Paulo Jackson Vilasboas; e “Os comunistas estão chegando”, do jornalista e escritor Emiliano José. O evento acontecerá às 16h, no saguão da Casa, reunindo servidores, convidados e leitores interessados em revisitar histórias que ajudam a compreender a Bahia e o Brasil.

“Um oposicionista na Política Baiana”, que chega à terceira edição revista e ampliada, foi escrito pela professora Joandina Maria de Carvalho e reúne, ao longo de 518 páginas, relatos e entrevistas que mostram como se construiu a atuação política de Paulo Jackson em um período marcado pela consolidação do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia.

O livro reúne depoimentos de familiares, sindicalistas, parlamentares e militantes, construídos a partir de 26 entrevistas que somam quase 18 horas de gravação. Esse material ajuda a entender o contexto da época e os desafios enfrentados pela oposição. A autora mostra como, “dentro deste quadro de grandes dificuldades para a prática oposicionista, emergiu a figura do engenheiro-sindicalista como referência”, especialmente no ambiente partidário e nas disputas políticas dos anos 1990.

A obra também recupera a importância de Paulo Jackson como um nome respeitado por diferentes correntes políticas. Mesmo após sua morte, ele seguiu como referência em debates sobre ética e atuação pública. Na apresentação desta terceira edição da obra, a presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos, contou que tanto ela quanto Paulo Jackson nasceram no mesmo município: Caetité. “Paulo Jackson Vilasboas, aos 47 anos, quando faleceu, já era um ícone”, escreveu a legisladora.

Ivana conta que, apesar de terem sido adversários políticos na Região Sudoeste, sempre mantiveram um relacionamento pessoal e político respeitoso. “Um trágico acidente precocemente lhe ceifou a vida, privando a Bahia e todos nós de sua presença política ímpar”, lamentou ela. “Contudo, os insondáveis desígnios de Deus colocaram sobre meus ombros a responsabilidade e honra de homenageá-lo – em nome do conjunto dos deputados estaduais – preservando o seu legado com a terceira edição do livro ‘Um oposicionista na política baiana’”.

Dividido em quatro capítulos — “A Bahia após o regime militar”, “Paulo Jackson – a morte e a construção da memória política”, “Família, memória e política” e “O parlamentar Paulo Jackson” — o livro organiza os principais momentos da vida pública e pessoal do ex-deputado, combinando pesquisa histórica com memória oral.

MEMÓRIAS DO JORNALISMO

O segundo título a ser lançado é “Os comunistas estão chegando”, do jornalista e escritor Emiliano José. A obra é o segundo volume da série Memórias do Jornalismo e nasceu de textos publicados nas redes sociais do autor desde 2019.



Neste livro, Emiliano reúne histórias de 18 jornalistas que atuaram em redações baianas durante a ditadura militar, especialmente nos impressos Jornal da Bahia e Tribuna da Bahia. A narrativa parte de um documento produzido por um agente infiltrado nas redações nos anos 1970, que classificava profissionais como “perigosos comunistas”.

A partir desse material, o autor constrói um retrato detalhado daquele período. Segundo ele, são “comoventes histórias de dedicação à busca da verdade, essa utopia do jornalismo”. O livro mostra como esses profissionais enfrentaram a censura e seguiram trabalhando em um ambiente de vigilância e pressão.

A obra também tem um caráter colaborativo. Os textos incorporam comentários de leitores, que ampliam as memórias e ajudam a reconstruir os acontecimentos. De acordo com Emiliano, esses registros são parte essencial do livro. Ele chama atenção para isso ao afirmar: “Não leiam o chamado texto principal, de minha lavra, desprezando os comentários. Será pecado. Os comentários são essenciais”.

Com prefácio do jornalista Ernesto Marques, o livro traz à tona nomes importantes da imprensa baiana e reforça a importância de preservar essas histórias, especialmente em momentos em que o debate sobre democracia e liberdade de expressão segue atual.

“Assumido jurássico em autodesconstrução, o jornalista-escritor e escritor-jornalista Emiliano José faz a sua segunda empresa na seara digital neste ‘Os comunistas estão chegando’”, escreve Ernesto Marques, no prefácio. “Aqui está organizada uma sequência de textos publicadas em pílulas diárias em seu perfil numa rede social. Uma espécie de folhetim à moda dos jornais que já não se fazem mais desde umas boas décadas atrás”, acrescentou ele.

MEMÓRIA

O lançamento dos dois títulos integra as ações do ALBA Cultural, programa da Assembleia que se consolidou como uma das principais iniciativas de incentivo à leitura e à preservação da memória no âmbito do Legislativo estadual. Sob a gestão da presidente Ivana Bastos, o programa mantém uma agenda contínua de produção e difusão de livros.

Segundo a presidente, o projeto “já se consolidou, ao longo de três décadas, como uma das mais importantes iniciativas culturais do Parlamento baiano”. Ela ressalta que o ALBA Cultural “é um projeto que nasceu de forma simples e que, com o tempo, ganhou dimensão e relevância, tornando-se um instrumento fundamental de preservação da nossa história, da nossa identidade e das nossas tradições”.

Ivana Bastos também destaca o papel das publicações na valorização de trajetórias e no estímulo a novos autores. Segundo ela, as obras “valorizam biografias de baianos e baianas que ajudaram a construir o nosso estado e, ao mesmo tempo, abrem espaço para novos autores, estimulando a produção literária”. Ela acrescenta ainda que o programa “aproxima a Assembleia da juventude, especialmente nos espaços das feiras literárias, fortalecendo o diálogo com as novas gerações”.


Reportagem: Divo Araújo  
Edição: Franciel Cruz



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Arimatéia sugere que o dia 26 de Março seja o Dia Nacional do Cacau



O dia 26 de março pode passar a ser dedicado ao cacau, na Bahia. Projeto de lei neste sentido foi proposto pelo deputado José de Arimatéia (Republicanos) e está tramitando na Assembleia Legislativa. O intuito é valorizar a cultura cacaueira e sua importância histórica, econômica e social.

“A Bahia ocupa posição de destaque na história da cacauicultura brasileira, especialmente na Região Sul do Estado, que por décadas foi responsável por uma parcela expressiva da produção nacional”, avaliou o deputado, que escolheu a data por já ser o Dia Nacional do Cacau.

O projeto prevê a realização de ações de incentivo à produção sustentável do cacau, estimular a cadeia produtiva do cacau e seus derivados, incluindo a produção de chocolate de origem; reconhecer o trabalho dos produtores, trabalhadores rurais, pesquisadores e empreendedores do setor; e fomentar o turismo rural e gastronômico associado à cultura do cacau; e incentivar a realização de eventos, seminários, feiras e atividades educativas sobre o tema.

Arimatéia conta que “durante o auge da lavoura cacaueira, entre as décadas de 1970 e 1980, o Estado chegou a responder por aproximadamente 70% a 80% de todo o cacau produzido no Brasil, consolidando-se como o principal polo produtor do país”. Nesse período, a cadeia produtiva do cacau teve papel fundamental na economia baiana, contribuindo significativamente para o Produto Interno Bruto (PIB) estadual e posicionando a Bahia entre os estados de maior relevância econômica no cenário agrícola nacional.

Além de seu peso histórico, o cacau continua sendo um importante vetor de desenvolvimento sustentável. “O sistema cabruca, tradicionalmente utilizado no cultivo, é reconhecido por sua capacidade de preservar a Mata Atlântica, conciliando produção agrícola com conservação ambiental, sendo inclusive referência internacional em práticas agroflorestais”, explica.

Para o republicano, os últimos anos, tem-se revelado uma retomada estratégica da valorização do cacau baiano, com destaque para a produção de chocolates finos e de origem, agregando valor à cadeia produtiva e abrindo novas oportunidades econômicas para pequenos e médios produtores.

“A instituição de uma data comemorativa estadual contribuirá para fortalecer políticas públicas voltadas ao setor, incentivar o consumo consciente, promover a educação sobre a importância da cultura cacaueira e ampliar a visibilidade desse patrimônio histórico, cultural e econômico da Bahia”, defende.

Reportagem: Paulo Menezes 
Edição: Franciel Cruz 



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Maria del Carmen celebra 50 anos da Fundação Hansen Bahia



A deputada Maria del Carmen (PT) parabenizou a Fundação Hansen Bahia pelos seus 50 anos de atuação no Recôncavo baiano. Em moção de aplausos protocolada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), ela destacou a “efetiva e significativa ação” da Fundação, que considera uma “referência cultural” no Recôncavo. “São 50 anos de história dedicados à preservação e difusão da arte”, afirmou.

Fundada em 1976, a instituição abriga um expressivo acervo de obras de Hansen Bahia, composto por xilogravuras, pinturas, desenhos e documentos que registram sua trajetória e relação com o Brasil, especialmente com a Bahia. Ela também ressaltou que os espaços funcionam como museu e centro cultural, recebendo visitantes, pesquisadores e estudantes interessados na produção artística de Hansen e na história cultural do Recôncavo.

“Ao longo de cinco décadas, a fundação desenvolveu projetos voltados à valorização do patrimônio artístico e da memória baiana”, acentuou a deputada, para quem as iniciativas da Fundação “têm contribuído para ampliar o acesso à arte e fortalecer o diálogo com a comunidade local”, concluiu a parlamentar, no documento.



Reportagem: Nivaldo Costa 
Edição: Franciel Cruz



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