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FPI combate tráfico de aves e promove ações educativas em Bom Jesus da Lapa


FPI combate tráfico de aves e promove ações educativas em Bom Jesus da Lapa
FPI combate tráfico de aves e promove ações educativas em Bom Jesus da Lapa

Foto: Divulgação/Ascom Sema

Nesta terça-feira (20), segundo dia da 51ª edição da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco, a equipe Fauna intensificou sua atuação em Bom Jesus da Lapa, com uma agenda voltada à fiscalização e à educação ambiental. O objetivo foi combater o tráfico e o cativeiro ilegal de animais silvestres, além de conscientizar a população sobre a importância da conservação da biodiversidade local.

Participaram da operação técnicos do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), da ONG Animallia, do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA) e da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA/PM).

Uma das frentes da ação percorreu residências para fiscalizar criadores amadores de passeriformes, especialmente aqueles cadastrados no Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros (Sispass).

A bióloga do Inema, Karine Machado, explicou que o trabalho consistiu em verificar se o número e a espécie dos animais coincidem com os registros oficiais. “Analisamos todas as aves nas gaiolas, conferimos as anilhas, verificamos possíveis adulterações e avaliamos as condições dos animais. Caso sejam identificados maus-tratos ou a presença de aves não autorizadas no plantel, são adotadas as medidas cabíveis”, afirmou.

Além dos criadores regularizados, a equipe também atendeu denúncias anônimas de cativeiros ilegais. Nesses casos, a abordagem é orientativa, com explicações sobre os critérios legais para criação e incentivo à entrega voluntária, evitando sanções previstas na legislação.

Em uma das ocorrências, foram encontrados 11 pássaros sem anilha, supostamente mantidos para comercialização clandestina. “Esses animais foram retirados da natureza e estavam sendo vendidos. Isso configura tráfico de fauna silvestre. Muitas vezes, não se trata apenas de manter o animal em casa, mas de integrar uma rede ilegal de comércio”, alertou a bióloga.

Segundo a ONG Animallia, os animais resgatados passam por avaliação e quarentena. “Aqueles em boas condições físicas e comportamentais são encaminhados para programas de soltura em áreas autorizadas e com ocorrência comprovada da espécie. Os que não têm condições de retorno à natureza são destinados a criadores conservacionistas ou a centros de reabilitação, como o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Vitória da Conquista”, explicou Andreza Amaral, bióloga da organização.

“A prioridade é sempre reintegrar o animal ao seu habitat. Quando isso não é possível, buscamos garantir qualidade de vida, especialmente para as espécies gregárias, que dependem do convívio em grupo para se manterem saudáveis”, acrescentou Andreza.

As solturas ocorrem em áreas cadastradas pelo Inema, conhecidas como Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS), com monitoramento técnico especializado.

Mobilização nas escolas
Paralelamente à fiscalização, outra parte da equipe Fauna realizou atividades educativas em escolas de Bom Jesus da Lapa, com palestras, rodas de conversa e jogos interativos sobre conservação ambiental e os impactos do tráfico de fauna.

A bióloga Samantha Grimaldi, do Inema, destacou que a educação ambiental é um pilar fundamental da FPI. “A FPI não se resume à fiscalização. É também um momento de sensibilização. Levamos às escolas informações sobre o Velho Chico, a fauna, a flora e o papel de cada cidadão na preservação desse patrimônio”, afirmou.

Já a bióloga Aldenir Ferreira, da Animallia, reforçou o caráter pedagógico das ações com os estudantes. “Falamos sobre os impactos do tráfico, sobre a importância do rio São Francisco e da biodiversidade local. Depois, aplicamos um jogo que recapitula as ações da FPI no município, de forma lúdica e participativa, para mostrar que todos podem contribuir com a defesa do rio”, completou.

A força-tarefa da FPI segue com atividades em diversas frentes nos próximos dias, unindo fiscalização, educação e conscientização ambiental.

Sobre a FPI do São Francisco
Criada em 2002, a Fiscalização Preventiva Integrada é uma iniciativa que reúne instituições do poder público e da sociedade civil com o objetivo de proteger o meio ambiente e promover ações integradas de fiscalização, educação socioambiental, saúde pública e valorização de povos e comunidades tradicionais. Na Bahia, a FPI é coordenada pelo Ministério Público do Estado (MP-BA), Ministério Público do Trabalho (MPT), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA) e Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF).

Órgãos e instituições participantes da 51ª FPI
A 51ª edição da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco na Bahia conta com a participação de 45 instituições, entre elas a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), Agência Peixe Vivo (APV), AGENDHA, AGERSA, Animallia, ANM, CBHSF, Corpo de Bombeiros Militar (CBM-BA), CERB, CIPPA, Conselhos Federal e Regional dos Técnicos Industriais (CRT-BA), CREA-BA, CRMV-BA, CRQ, DIVISA-SESAB, Fundação José Silveira (FJS), FBCA, FUNASA-MS, GERMEN, IBAMA, INEMA, Instituto HORI, IPHAN, Marinha do Brasil, Ministérios da Saúde (MS) e do Meio Ambiente (MMA), MP-BA, MPF, MPT, Polícia Civil (PC), Polícia Federal (PF), Polícia Militar da Bahia (PMBA), SEAGRI, SEFAZ, SEPROMI, SESAB, Bahiater/SDR, SIHS, SINTEC-BA, SSP, SDA-SDR, SUDEC, UNEB (DCT/OPARÁ), UFBA e UFRB.

Fonte: Ascom/Sema


Inscrições para Reda da SSP terminam nesta quinta-feira (22)


Inscrições para Reda da SSP terminam nesta quinta-feira (22)
Inscrições para Reda da SSP terminam nesta quinta-feira (22)

Foto: Divulgação/Ascom SSP

Mais de 2 mil pessoas já se inscreveram para o processo seletivo da Secretaria da Segurança Pública.

Terminam nesta quinta-feira (22), às 23h59, as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado em Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) para níveis técnico e superior. Mais de duas mil pessoas já se inscreveram para a seleção.

Noventa e oito vagas são ofertadas para vagas na área de Engenharia Civil, com foco em Elétrica, Orçamentária, Estruturalista, Mecânica e Geológica; Arquitetura, além dos níveis técnicos em Redes, Tecnologia da Informação, CFTV, Telefonia, Eletrotécnica e Edificações.

O Processo Seletivo Simplificado será realizado por meio de Avaliação Curricular, de caráter eliminatório e classificatório. Os candidatos deverão apresentar Diploma ou Certificado de conclusão de curso em nível técnico na área de interesse. Os aprovados serão contratados pelo prazo de 36 meses.

O resultado da seleção será divulgado no dia 18 de agosto, no Diário Oficial do Estado e no Portal da pasta. Para conhecer o edital, os candidatos devem acessar o link a seguir https://ssp.ba.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/SEI_GOVBA___00112567368___Edital_REDA_SSP_CEIRF.pdf

Fonte: Ascom/SSP
 


Exames de Língua Portuguesa e Matemática avaliam desempenho de alunos do EJA


Exames de Língua Portuguesa e Matemática avaliam desempenho de alunos do EJA
Exames de Língua Portuguesa e Matemática avaliam desempenho de alunos do EJA

Foto: Memo Soul/Ascom SEC

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) realiza, até a próxima sexta-feira (23), as provas que avaliam o desempenho em Língua Portuguesa e Matemática dos estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A ação faz parte do Sistema de Avaliação Baiano da Educação Básica (SABE) que ocorre de forma amostral nas escolas estaduais localizadas nas cidades-sede dos 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTE).

Mais de 19 mil estudantes devem realizar o exame, que segue os princípios do SABE, criado em 2007 com o objetivo de acompanhar em larga escala a qualidade da educação ofertada e apoiar a construção de políticas públicas voltadas à melhoria da aprendizagem.

A avaliação fornece subsídios importantes para o trabalho pedagógico nas escolas, permitindo que professores e gestores analisem os resultados e elaborem estratégias mais eficazes. Para os alunos do EJA, o exame contribui diretamente para garantir o direito à aprendizagem, respeitando os percursos formativos dos estudantes jovens, adultos e idosos.

“A gente tem esse sistema baiano de avaliação que permite aos municípios e à própria rede estadual avaliarem e reavaliarem as suas trilhas de aprendizagens, permitindo mais formação para os professores e investimentos nessa capacitações, bem como na infraestrutura das escolas, para que os estudantes tenham sucesso escolar”, explicou o assessor especial da SEC, Manoel Calazans, destacando que o exame ocorre anualmente.

Fonte: Ascom/SEC


Ex-ministro Clélio Campolina é conferencista de destaque no seminário SEI 30 anos


Ex-ministro Clélio Campolina é conferencista de destaque no seminário SEI 30 anos
Ex-ministro Clélio Campolina é conferencista de destaque no seminário SEI 30 anos

Foto: Divulgação

O economista e ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina Diniz, será o conferencista de destaque do seminário “SEI 30 anos: história, inovação e futuro do planejamento”, que celebra as três décadas da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) e marca os 70 anos de planejamento na Bahia. O evento acontece nos dias 10 e 11 de junho de 2025, no Fiesta Convention Center (Hotel Fiesta, Salvador). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site sei30anos.sei.ba.gov.br.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Campolina é professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e referência nos campos da economia regional, desenvolvimento econômico e economia da tecnologia. Possui mais de 150 publicações e uma sólida trajetória acadêmica e institucional, tendo atuado como reitor da UFMG, diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da mesma universidade, coordenador da área de economia da Capes, presidente da Fapemig e dirigente do Parque Tecnológico de Belo Horizonte. Atuou também na London School of Economics e foi vice-presidente da importante entidade internacional Regional Studies Association, comunidade global de pesquisa sobre desenvolvimento e políticas regionais e urbanas.

No seminário, o economista irá refletir sobre os desafios do desenvolvimento regional no Brasil, trazendo sua experiência acumulada ao longo de décadas em pesquisa, formulação de políticas públicas e gestão universitária.

O evento contará ainda com outros importantes nomes nacionais, como o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Brasil, José Celso Pereira Cardoso Junior; membro da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), Sandra Chaves; e o ex-presidente da Petrobras, ex-secretário do Planejamento do Estado da Bahia e pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), José Sergio Gabrielli.

A programação completa está no site do evento.

Fonte: Ascom/SEI


Plenária define mesa coordenadora da Comissão Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica


Plenária define mesa coordenadora da Comissão Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica
Plenária define mesa coordenadora da Comissão Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica

Foto: Thassio Ramos/ Ascom Bahia sem Fome

Representantes do governo, movimentos sociais e universidades debatem políticas para agricultura familiar

A Comissão Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (CEAPO) realizou, nesta terça (20) e quarta-feira (21), no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, uma reunião estratégica que definiu a mesa coordenadora da CEAPO e marcou o início da elaboração do Plano Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (PEAPO).

O encontro reuniu representantes do Governo do Estado, da sociedade civil e de universidades que compõem a comissão para traçar as diretrizes que irão orientar as políticas públicas de desenvolvimento rural sustentável na Bahia. Entre os principais temas discutidos esteve a necessidade de incluir mulheres e jovens rurais como protagonistas das políticas públicas, o fortalecimento dos mecanismos de controle social e a integração entre conhecimento tradicional e científico.

O objetivo é buscar uma metodologia conjunta para construir um plano baseado na Lei de Agroecologia e alinhar os próximos passos para sua construção, com monitoramento e execução, ampliando e consolidando a agroecologia no estado.

“Viabilizar o funcionamento dessa comissão demonstra o compromisso do Governo do Estado com as pautas da sociedade civil organizada. Esse primeiro plano será fundamental para orientar nossas ações no estado da Bahia”, defende o coordenador-geral do Programa Bahia Sem Fome e coordenador da CEAPO, Tiago Pereira, representando o Governo do Estado.

Durante os dois dias de intenso debate, os participantes destacaram a importância da agroecologia como modelo produtivo capaz de garantir segurança alimentar, respeitando a sazonalidade e os saberes tradicionais da agricultura familiar. A representante da Rede Povos da Mata, Paula Ferreira, enfatizou a necessidade de políticas que reconheçam os territórios tradicionais: “Não podemos falar em agroecologia sem incluir os povos que historicamente cuidam da terra, quem disse que maçã é mais saudável que as frutas que a gente cultiva?”.

Já Carlos Eduardo, da Articulação de Agroecologia da Bahia (AABA), chamou atenção para a importância do tema: “Agroecologia é a ciência do lugar”.

Para Leomarcio Araújo, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o combate à fome e a construção da soberania alimentar só serão possíveis com a agroecologia. “Embora políticas imediatas para atender famílias com fome sejam louváveis, a agroecologia é essencial para uma solução de médio e longo prazo.” Léo celebra o momento político: “Essa é uma conquista importante da sociedade civil. O governo está demonstrando vontade política para transformar a agroecologia em uma política de Estado”.

Entre as ideias trazidas pelos participantes estão mostrar as experiências agroecológicas de cada região nas próximas reuniões da comissão e debater políticas específicas, com a presença de lideranças e representantes do governo, como o controle de agrotóxicos, alimentação escolar, educação e produção de alimentos.

Fonte: Ascom/ Bahia Sem Fome