‘Aumentar a arrecadação da Bahia é prioridade’, diz Leão em evento do Confea/Crea

O vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, afirmou que aumentar a arrecadação da Bahia e interiorizar os investimentos são prioridades, durante a 5ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea, no Grand Hotel Stella Maris, nesta quarta-feira (06). O gestor, que representou o governador Rui Costa, apresentou obras e projetos estruturantes que estão … Leia Mais



Empresa de energia solar pretende investir mais de R$ 1 bilhão na Bahia

A empresa Solar Newen Bahia Energia assinou um protocolo de intenções com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta quinta-feira (30), para implantar uma usina fotovoltaica destinada a geração de energia solar, no município de Barreiras. Para a execução do projeto, a empresa estima investir R$ 1 bilhão e 80 milhões de reais. Com capacidade … Leia Mais




Em Santa Catarina, Leão assina memorando de entendimentos com 15 produtores de uva


A previsão é de gerar 225 empregos e compor o Polo Agroindustrial do Médio São Francisco 

Em viagem a Santa Catarina, vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, assina memorando de entendimentos com 13 produtores rurais de uva de Santa Catarina para implantação de polo de vitivinicultura no município de Barra, onde está sendo implantado o Polo Agroindustrial e Bioenergético. A assinatura ocorreu durante visita à vinícola Panceri, na cidade de Tangará, nesta quinta-feira (23). O grupo, que produz vinho,  esteve no Vale e Médio São Francisco baiano em agosto deste ano, quando conheceu o potencial produtivo das regiões.

“Viemos conhecer de perto a produção catarinense e assinar o memorando de entendimentos para implantação de polo produtor em Barra. Nosso terroir é propício e estamos buscando fechar parcerias que façam a região prosperar. O Vale do São Francisco já é conhecido internacionalmente pela qualidade na produção de frutas, agora queremos alavancar o Médio São Francisco, que tem potencial na produção frutícola, de bioenergia e agroindustriais”, declara Leão.

O entendimento é que os produtores constituam cooperativa para produção de uva e vinho, implantem área agrícola mínima de cinco hectares por produtor destinada à plantação de uva em até dois anos, promovendo a geração de aproximadamente 225 empregos diretos na efetividade do projeto, promovendo o treinamento e a capacitação de mão de obra especializada, prioritariamente local, a ser aproveitada no empreendimento.

A comitiva do vice-governador esteve ainda na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, onde foi recebido pelo presidente da casa, o deputado estadual Mauro Nadal. Visitou ainda mais duas vinícolas, a Florete, no município de Pinheiro Preto e a Santa Augusta, na cidade de Videira.

Na sexta (24), o grupo irá à vinícola Villagio Grando e terá uma agenda com o grupo Cosan, empresa brasileira com negócios nas áreas de açúcar, álcool, energia, lubrificantes e logística. Já no sábdo. Já no sábado (25), a comitiva vai visitar a Tinturaria HJ, do ramo  têxtil.

 

Fonte: ASCOM / SEPLAN – Secretaria de Planejamento

Fotos: Divulgação
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Aulas de bicicross são oferecidas gratuitamente para jovens de Salvador


De terça a sexta-feira, a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) oferece aulas gratuitas de bicicross para jovens de 7 a 17 anos, na Pista Tertuliano Torres, na Praia do Corsário, orla de Salvador.  O Projeto Pedal já existe há dez anos, e da iniciativa já saíram nomes como Paola Reis que, dentre outros inúmeros títulos nacionais e internacionais, ganhou a medalha de prata nos jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima, no Peru.

O Projeto Pedal é executado pela Associação Bicicross de Salvador (ABS). Já são mais de 200 jovens atendidos e ainda há vagas disponíveis. Para participar, os interessados precisam saber pedalar e, no ato da inscrição, devem apresentar comprovantes de matrícula escolar, de residência, cópia da carteira de identidade, atestado médico original, além do CPF do adulto responsável.

De acordo com Wilton Brandão, diretor de Fomento ao Esporte da Sudesb, autarquia vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o objetivo central do projeto é proporcionar melhoria da condição de vida dos alunos através do esporte. “É uma forma também de promover socialização e, principalmente, ocupar o contra turno escolar. É preferencial que o aluno esteja matriculado numa escola da rede pública e que morem em bairros populares no entorno desta pista aqui em Pituaçu, mas não é uma exigência, também podem participar jovens de escolas particulares que residam em outros bairros”.

Com 13 anos, Magdiel Oliveira, faz parte do projeto desde 2018. Nesse tempo, ele sentiu que as aulas o ajudaram a trabalhar questões pessoais que vão além do esporte. “Eu era muito ansioso, sofria com ansiedade e as aulas me ajudaram a controlar isso, na disciplina também, o bicicross me ajudou bastante. A agora sou muito mais tranquilo e consigo ver um futuro nesse esporte”.

As aulas práticas e teóricas ocorrem terças e quintas-feiras, das 14h às 16h; e quartas e sextas-feiras, das 8h às 10h. Os alunos têm à disposição todos os equipamentos necessários, como bicicleta, acessórios de proteção e segurança como luvas, capacetes, joelheira, cotoveleira e coletes, além de itens de segurança sanitária como álcool gel, água e sabão para lavagem de mãos e termômetro para medição de temperatura.

O diretor do projeto, Leonardo Gonçalves, explica que o curso dá aos alunos a experiência de um esporte olímpico. “Aqui é oferecida a oportunidade da cultura da bicicleta, através do Bmx, que é uma modalidade de esporte olímpico. As aulas são realizadas de forma gratuita, temos uma equipe de professores, coordenadores e estagiários que foram  concedidos pela parceria com o Governo do Estado. Aqui se aprende a cultura da prática de atividade física que beneficia a saúde infantil”.

Fotos: Elói Corrêa/ GOVBA

Fonte: Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

 

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Projeto Nova Ceasa é discutido em audiência pública e trabalhadores são cadastrados (Veja vídeo)


O projeto Nova Ceasa está preparando o Centro de Abastecimento da Bahia (Ceasa) de Simões Filho para melhorar a qualidade do atendimento para os consumidores e o ambiente para os concessionários. Outro benefício será para os cerca de 2,5 mil trabalhadores informais que vivem das diversas atividades exercidas no local, como carregadores de compras, descarregadores de caminhões, entre outros, que estão sendo cadastrados para que sejam contemplados pelo projeto. Nesta quinta-feira (16), pelo Youtube, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) realizou mais uma audiência pública para discutir o projeto, com a participação do secretário da pasta, Nelson Leal.

“A Ceasa tem números muito fortes. Em 2018, nós comercializamos 230 mil toneladas de hortaliças, 276 mil de frutas e 29 mil de ovos, totalizando 536 mil toneladas. Em 2019, 465 mil toneladas. Em 2020, mais 436 mil e, neste ano, até o mês de agosto, 324 mil toneladas. Tenho certeza que esses números vão aumentar significativamente com os investimentos em novos galpões, praça de alimentação, com espaços para novos permissionários, preservando quem já trabalha e luta no dia a dia. Nós vamos nos tornar o equipamento mais importante e moderno do País”, afirmou Leal.

O secretário destacou ainda que o centro de abastecimento não está sendo privatizado. “Para todos que estão hoje fazendo parte da Ceasa, tenham certeza absoluta que a nossa preocupação principal é com cada pai de família, cada mãe de família que tira o sustento da Ceasa. Todos vocês serão preservados. Estamos realizando uma concessão onde o Estado, os permissionários e a empresa que vier a ganhar esse processo formarão uma estrutura de governança, que vai sempre priorizar sobretudo as pessoas. Essa é uma formatação para que o processo evolua e eu tenho certeza absoluta que, findando este caminho árduo que estamos caminhando, quem vai colher os frutos é o povo que utiliza esse importante equipamento”.

Economia 

Considerando que o aumento de área de comercialização na Ceasa, após a concessão e ocupação total, será de cerca de 33% em relação a área atual, isso representará um incremento mensal na comercialização estimado em R$ 36,6 milhões, refletindo diretamente na produção agrícola do estado, uma vez que a maior parte dos produtos comercializados no centro de abastecimento tem origem no estado da Bahia. Em 2019, a comercialização de hortifrutigranjeiros no local movimentou R$ 1,2 bilhão, equivalente a 5,7% de toda a venda da produção agrícola no estado. Do total, 75% é de origem baiana.

O chefe de gabinete da SDE, Luiz Gugé, lembrou que a Ceasa é importante para toda a Bahia, mas principalmente para o Recôncavo. “E um importante regulador de preços de hortifrutigranjeiros. Passam por aqui, nos dias de feira, mais de dez mil pessoas. [A Ceasa] gera emprego, renda e faz uma ligação importante entre o urbano e o rural, porque nós temos aqui também muitos agricultores familiares. O que queremos é melhorar as condições de vida daqueles que produzem no campo, com os preços melhores, a qualidade dos produtos e também melhorar a condição da população que consome os produtos e ainda de quem vive aqui no entorno da Ceasa”.

Gugé reforçou que todos os trabalhadores serão preservados. “É importante que se diga que essa Ceasa vai continuar sob uma coordenação, um conselho onde o Estado estará assentado. Não vai haver proibição de ninguém entrar. O cadastramento é para que nós conheçamos quem já atua aqui. A gente precisa cadastrar esse pessoal para que eles não sejam prejudicados na futura concessão. Então, nós fizemos uma parceria com a Conder, que já tem expertise nesse assunto, e com a associação dos moradores do entorno, para que a gente os conheça e preserve o trabalho deles aqui no futuro”, disse.

Quem vive do dia a dia da Ceasa, como o trabalhador informal Josenilton do Rosário, conhece de perto as dificuldades enfrentadas na atual estrutura e a importância da requalificação. “Deixará todo mundo organizado, com o seu colete, o crachazinho. Vai ter mais vigilância na Ceasa. Aqui tem muita gente mexendo na mercadoria dos outros e, às vezes, os comerciantes reclamam quando tem uma caixa vazia. Precisa ter muito cuidado com essas coisas. Então, vai ter ter muito mais vigilância para ajudar a gente no trabalho todo dia”.

Nova estrutura 

A concessão prevê também a ampliação dos negócios já existentes, com a construção de mais dois galpões não permanentes (GNPs), compostos por 434 módulos e dois galpões permanentes (GP) com total de 68 boxes, o que corresponde a um incremento de área bruta locada (ABL) de cerca de 14.000m, bem como oportunizar novos negócios, a exemplo da construção de um complexo com quatro centrais de distribuição e uma estrutura de frigorífico com, aproximadamente, 1.400 m².

O projeto de concessão engloba ainda a implantação e operação de um banco de alimentos, um programa que visa minimizar o desperdício de alimentos e a fome de populações vulneráveis, por meio da arrecadação de doações de gêneros alimentícios que seriam desperdiçados ao longo da cadeia produtiva, os quais, depois de selecionados, avaliados e classificados serão distribuídos, sempre gratuitamente, para entidades assistenciais previamente identificadas e cadastradas ou famílias em vulnerabilidade social, das comunidades do entorno da nova Ceasa.

Ainda em atenção aos descartes, o futuro concessionário será obrigado a implantar as diretrizes determinadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei Federal 12.305/2010, em que, entre outros elementos, será exigido um Plano de Redução de Resíduos, com cronograma de aplicação e metas a serem atingidas. As metas serão determinadas pelo Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, que contemplará as premissas básicas de repensar as atitudes de consumismo, para evitar a geração de resíduos sólidos e destiná-los de forma mais adequada possível, conforme as premissas ambientais legais.

Segurança 

A nova Ceasa prevê atender a todas as legislações vigentes, entre elas, a que trata de combate a incêndio e pânico com a implantação de uma Brigada de Incêndio. Neste contexto, um projeto específico de segurança deverá ser implantado, prevendo, principalmente, hidrantes, extintores de incêndio, detectores de fumaça em ambientes fechados, alarme, entre outros dispositivos necessários para a devida segurança dos usuários.

No projeto, está previsto também uma requalificação da portaria principal e implantação de uma nova estrutura com cancelas e cabine de controle para acesso exclusivo à área do mercado. A portaria será dotada de cancelas eletrônicas para veículos e catracas eletrônicas para acesso de pedestres. Além da portaria principal, uma estrutura com cinco acessos exclusivos à área do mercado, sendo três deles dispostos também de cancelas eletrônicas para acesso de veículos de passeio e dois deles para acesso de veículos de carga, com cabine e balanças rodoviárias. Todos os acessos devem ser organizados e geridos por software específico, considerando dias e horários de acesso para cada público (permissionários, funcionários, clientes, prestadores de serviço, entre outros).

Com esta estrutura física e de gestão que está sendo proposta, será possível um controle rigoroso de acesso, possibilitando uma maior fiscalização e segurança. Dentre os principais benefícios estão: controlar o acesso da mercadoria comercializada na Central, no que tange questões fiscais e de qualidade, englobando quantidade, embalagem, destino, origem, rastreabilidade, questões fitossanitárias, entre outros, promovendo, inclusive, uma comercialização mais justa e competitiva entre os permissionários; promover maior segurança aos usuários da Ceasa, conseguindo mapear e identificar o acesso de todos os frequentadores.

Engarrafamento na BA-526 

Os benefícios da nova Ceasa vão além dos muros do centro de abastecimento. Para quem trafega na região, o trânsito terá melhor fluidez com a construção prevista de uma área para pernoite de caminhões, com 95 vagas para estacionamento de veículos de carga com toda infraestrutura para os caminhoneiros, como sanitários com chuveiros, vestiários e espaço para alimentação.

 

Foto: Carol Garcia/GOVBA
Fonte: ASCOM / SDE – Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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Leão diz que quer ser candidato em consenso com a base aliada de Rui (Veja vídeo)


Leão diz que quer ser candidato em consenso com a base aliada de Rui

“Eu quero ser candidato a governador da Bahia, porém tenho que convencer meus companheiros Jaques Wagner, Otto Alencar, Rui Costa, Davidson Magalhães, Lídice da Mata, todos os companheiros que estão no nosso grupo político”. A declaração foi do vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, dads durante entrevista ao programa Sete em Ponto, da Rádio Metrópole, na noite da última quarta-feira (15). O presidente estadual do PP também disse ao vereador Geraldo Jr, apresentador do programa, que o MDB “é bem vindo na base de sustentação do Governo Rui Costa”.

“Nosso objetivo é chegar em 2022 com nosso grupo – PP, PSD, PT, PSB, PCdoB e outros que compõem nossa base aliada. O que queremos é ter perseverança e mostrar aos companheiros que o ideal seria João Leão candidato a governador”, disse o vice-governador.

Leão afirmou ainda que o caminho que tem seguido é a busca da “amizade e companheirismo” com todos os companheiros da base política que governa a Bahia há mais de uma década.

 

 

Fonte: ASCOM / Vice-governador

Foto: Divulgação

 

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Projeto Nova Ceasa é discutido em audiência pública e trabalhadores são cadastrados


O projeto Nova Ceasa está preparando o Centro de Abastecimento da Bahia (Ceasa), em Simões Filho, para melhorar a qualidade do atendimento para os consumidores e o ambiente para os concessionários. Outro benefício será para os cerca de 2,5 mil trabalhadores informais que vivem das diversas atividades exercidas no local, como carregadores de compras, descarregadores de caminhões, entre outros, que estão sendo cadastrados para que sejam contemplados pelo projeto. Nesta quinta-feira (16), pelo Youtube (youtube.com/sdebahia), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) realizou mais uma audiência pública para discutir o projeto, com a participação do secretário da pasta, Nelson Leal.

“A Ceasa tem números muito fortes. Em 2018, nós comercializamos 230 mil toneladas de hortaliças, 276 mil de frutas e 29 mil de ovos, totalizando 536 mil toneladas. Em 2019, foram 465 mil toneladas. Em 2020, mais 436 mil e, neste ano, até o mês de agosto, 324 mil toneladas. Tenho certeza que esses números vão aumentar significativamente com os investimentos em novos galpões, praça de alimentação, com espaços para novos permissionários, preservando quem já trabalha e luta no dia a dia. Nós vamos nos tornar o equipamento mais importante e moderno do País”, afirmou Leal.

O secretário destacou ainda que o centro de abastecimento não está sendo privatizado. “Para todos que estão hoje fazendo parte da Ceasa, tenham certeza absoluta que a nossa preocupação principal é com cada pai de família, cada mãe de família que tira o sustento da Ceasa. Todos vocês serão preservados. Estamos realizando uma concessão onde o Estado, os permissionários e a empresa que vier a ganhar esse processo formarão uma estrutura de governança, que vai sempre priorizar sobretudo as pessoas. Essa é uma formatação para que o processo evolua e eu tenho certeza absoluta que quem vai colher os frutos é o povo que utiliza esse importante equipamento”.

Economia

Considerando que o aumento de área de comercialização na Ceasa, após a concessão e ocupação total, será de cerca de 33% em relação à área atual, o incremento mensal na comercialização é estimado em R$ 36,6 milhões, refletindo diretamente na produção agrícola do estado, uma vez que a maior parte dos produtos comercializados no centro de abastecimento tem origem na Bahia. Em 2019, a comercialização de hortifrutigranjeiros no local movimentou R$ 1,2 bilhão, equivalente a 5,7% de toda a venda da produção agrícola no estado. Do total, 75% é de origem baiana.

O chefe de gabinete da SDE, Luiz Gugé, lembrou que a Ceasa é importante para toda a Bahia, mas principalmente para o Recôncavo. “E um importante regulador de preços de hortifrutigranjeiros. Passam por aqui, nos dias de feira, mais de dez mil pessoas. [A Ceasa] gera emprego, renda e faz uma ligação importante entre o urbano e o rural, porque nós temos aqui também muitos agricultores familiares. O que queremos é melhorar as condições de vida daqueles que produzem no campo, com os preços melhores, a qualidade dos produtos e também melhorar a condição da população que consome os produtos e ainda de quem vive no entorno da Ceasa”.

Gugé reforçou que todos os trabalhadores serão preservados. “É importante que se diga que essa Ceasa vai continuar sob uma coordenação, um conselho onde o Estado estará assentado. Não vai haver proibição de ninguém entrar. O cadastramento é para que nós conheçamos quem já atua aqui. A gente precisa cadastrar essas pessoas para que elas não sejam prejudicadas na futura concessão. Então, nós fizemos uma parceria com a Conder, que já tem expertise nesse assunto, e com a associação dos moradores do entorno, para que a gente as conheça e preserve o trabalho delas aqui no futuro”, disse.

Quem vive do dia a dia da Ceasa, como o trabalhador informal Josenilton do Rosário, conhece de perto as dificuldades enfrentadas na atual estrutura e a importância da requalificação. “Deixará todo mundo organizado, com o seu colete e o crachazinho. Vai ter mais vigilância na Ceasa. Aqui tem muita gente mexendo na mercadoria dos outros e, às vezes, os comerciantes reclamam quando fica caixa vazia. Precisa ter muito cuidado com essas coisas. Então, vai ter ter muito mais vigilância para ajudar a gente no trabalho todo dia”.

Nova estrutura

A concessão prevê também a ampliação dos negócios já existentes, com a construção de mais dois galpões não permanentes (GNPs), compostos por 434 módulos, e dois galpões permanentes (GP) com total de 68 boxes, o que corresponde a um incremento de área bruta locada (ABL) de cerca de 14.000m, bem como oportunizar novos negócios, a exemplo da construção de um complexo com quatro centrais de distribuição e uma estrutura de frigorífico com aproximadamente 1.400 m².

O projeto de concessão engloba ainda a implantação e operação de um banco de alimentos, um programa que visa minimizar o desperdício de alimentos e a fome de populações vulneráveis, por meio da arrecadação de doações de gêneros alimentícios que seriam desperdiçados ao longo da cadeia produtiva, os quais, depois de selecionados, avaliados e classificados serão distribuídos, sempre gratuitamente, para entidades assistenciais previamente identificadas e cadastradas ou famílias em vulnerabilidade social, das comunidades do entorno da nova Ceasa.

Ainda em atenção aos descartes, o futuro concessionário será obrigado a implantar as diretrizes determinadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei Federal 12.305/2010, em que, entre outros elementos, será exigido um Plano de Redução de Resíduos, com cronograma de aplicação e metas a serem atingidas. As metas serão determinadas pelo Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, que contemplará as premissas básicas de repensar as atitudes de consumismo, para evitar a geração de resíduos sólidos e destiná-los de forma mais adequada possível, conforme as premissas ambientais legais.

 Segurança

A nova Ceasa prevê atender a todas as legislações vigentes, como a que trata de combate a incêndio e pânico com a implantação de uma brigada de incêndio. Neste contexto, um projeto específico de segurança deverá ser implantado, prevendo, principalmente, hidrantes, extintores de incêndio, detectores de fumaça em ambientes fechados, alarme, entre outros dispositivos necessários para a devida segurança dos usuários.

No projeto, estão previstas também a requalificação da portaria principal e a implantação de uma nova estrutura com cancelas e cabine de controle para acesso exclusivo à área do mercado. A portaria será dotada de cancelas eletrônicas para veículos e catracas eletrônicas para acesso de pedestres. Além da portaria principal, uma estrutura com cinco acessos exclusivos à área do mercado, sendo três deles dispostos também de cancelas eletrônicas para acesso de veículos de passeio e dois deles para acesso de veículos de carga, com cabine e balanças rodoviárias. Todos os acessos devem ser organizados e geridos por software específico, considerando dias e horários de acesso para cada público (permissionários, funcionários, clientes, prestadores de serviço, entre outros).

Com esta estrutura física e de gestão que está sendo proposta, será possível um controle rigoroso de acesso, possibilitando uma maior fiscalização e segurança. Dentre os principais benefícios estão: controlar o acesso da mercadoria comercializada na Central, no que tange questões fiscais e de qualidade, englobando quantidade, embalagem, destino, origem, rastreabilidade, questões fitossanitárias, entre outros, promovendo, inclusive, uma comercialização mais justa e competitiva entre os permissionários; promover maior segurança aos usuários da Ceasa, conseguindo mapear e identificar o acesso de todos os frequentadores.

Congestionamento na BA-526

Os benefícios da nova Ceasa vão além dos muros do centro de abastecimento. Para quem trafega na região, o trânsito terá melhor fluidez com a construção prevista de uma área para pernoite de caminhões, com 95 vagas para estacionamento de veículos de carga com toda infraestrutura para os caminhoneiros, como sanitários com chuveiros, vestiários e espaço para alimentação.

 

Fotos: Carol Garcia/GOVBA

Fonte: Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

 

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