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Enfrentamento à letalidade policial e prevenção à violência são temas do Comitê de Governança do Bahia pela Paz

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Janja e Tatiana Velloso se reúnem com mulheres evangélicas, em Cajazeiras, na capital baiana


Janja e Tatiana Velloso se reúnem com mulheres evangélicas, em Cajazeiras, na capital baiana
Janja e Tatiana Velloso se reúnem com mulheres evangélicas, em Cajazeiras, na capital baiana

As primeiras-damas do Brasil, Janja da Silva, e da Bahia, Tatiana Velloso, além da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, estiveram reunidas, nesta quinta-feira (14), com mulheres evangélicas e lideranças de diferentes regiões de Salvador, no bairro de Cajazeiras. No encontro, promovido pela Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, foram discutidos temas como a defesa da democracia, direitos das mulheres e enfrentamento às violências de gênero.  

“A gente sabe que ser mulher não é fácil, em qualquer religião, em qualquer trabalho. Por isso, nossas vozes precisam deixar de ser silenciadas. É essa força coletiva que, em diálogo com o poder público, vai garantir mais direitos para as mulheres. Nós temos voz e temos lugares a ocupar que nos são de direito”, destacou Janja durante diálogo.

A primeira-dama do Estado, Tatiana Velloso, reforçou que “Deus não quer desigualdade, não quer pessoas em situação de fome, sem acesso à saúde e à educação. Por isso essa rede, que também é uma importante rede comunitária, porque nós sabemos o papel da igreja nas comunidades, deve estar organizada pela justiça social. Justiça e fé andam juntas, coladas”, enfatizou Velloso.

O encontro incluiu momentos de acolhimento e fala das lideranças religiosas. Representando a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, Caroline Otávio apresentou as ações da organização e falou da participação política de mulheres evangélicas. “A gente precisa tirar o nosso povo do sofrimento. A gente ora, a gente constrói pontes, diálogos, e é isso que a Frente é: ponte para as mulheres, canal de fortalecimento. A gente quer que esses encontros se tornem lugar de escuta ativa e participação política para as mulheres”, compartilhou.

A primeira edição desta iniciativa aconteceu no Rio de Janeiro, discutindo o papel de lideranças evangélicas na defesa dos direitos humanos e na construção de espaços democráticos no país.

Também presente no encontro em Salvador, a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Neusa Cadore, afirmou que enxerga na religiosidade temas que convergem com a luta por direitos sociais. “O entendimento da espiritualidade se concretiza em relação com a sociedade. A luta por cidadania, solidariedade, a preocupação com as lutas comunitárias estão muito presentes nas falas dessas mulheres, que se envolvem, ainda, na luta pelos direitos das crianças e pela juventude”, salientou.

Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
Criada em 2016, a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito atua em 20 capitais brasileiras, reunindo grupos de trabalho que abordam questões raciais, ambientais, de gênero e diversidade.
 


Em Salvador, Janja visita instalações de uma das cozinhas comunitárias parceiras do Bahia Sem Fome


Em Salvador, Janja visita instalações de uma das cozinhas comunitárias parceiras do Bahia Sem Fome
Em Salvador, Janja visita instalações de uma das cozinhas comunitárias parceiras do Bahia Sem Fome

Foto: Wuiga Rubini/GOVBA

Durante agenda na capital baiana, na tarde desta quinta-feira (14), a primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, acompanhada pela primeira-dama do Estado da Bahia, Tatiana Velloso, visitou as instalações da cozinha comunitária no Centro Cultural e Educacional de Desenvolvimento da Cidadania MUS-E Brasil, no bairro da Boca do Rio. A parceria da instituição com o Programa Bahia Sem Fome é responsável por distribuir um total de 800 refeições por dia, na unidade da Boca do Rio e em outras três cozinhas do Mus-E Brasil situadas em Salvador, por meio do projeto Comida no Prato, com investimento de cerca de R$ 1 milhão por ano. As primeiras-damas foram recepcionadas pelo coordenador do Bahia Sem Fome, Tiago Pereira.

Na ocasião, Janja da Silva recebeu a medalha de honra do Bahia Sem Fome das mãos de Tatiana Velloso, e destacou a importância do engajamento nacional no combate à insegurança alimentar no país. “É na luta que a gente se fortalece. Quem sabe a importância desse projeto são as mulheres, mães solo, que abrem a geladeira de casa e não encontram nada para alimentar seus filhos. Essa medalha precisa ser colocada no peito das nossas cozinheiras solidárias de todos os estados do Brasil, que tem ajudado a diminuir a insegurança alimentar nesse país”, disse durante discurso.

A beneficiária do Comida no Prato, Maria da Conceição Ribeiro, 44, lavradora, contou sua experiência. “Sou mãe solo e tenho dois filhos, um de 13 anos e outro de nove. O projeto chegou em um momento em que eu estava muito necessitada. Foi a minha salvação. Eu estava com aluguel, contas de luz e de água atrasados, desempregada e o meu benefício familiar estava bloqueado. Pedi tanto a Deus que me ajudasse e o projeto apareceu”, disse emocionada.

De acordo com o coordenador do Bahia Sem Fome, programa que é referência na redução da situação de insegurança alimentar no estado, Tiago Pereira, “o Mus-E Brasil foi selecionado através de um edital público do Comida no Prato para ofertar alimentação em bairros mais estratégicos de Salvador, que tem uma predominância de famílias em situação de vulnerabilidade social. Em Salvador, há mais de 31 cozinhas comunitárias, gerenciadas por 14 organizações sociais, responsáveis pela distribuição de mais de 6,5 mil refeições por dia. Estão inseridos no público beneficiário, pessoa em situação de rua, mulheres negras, mães solo, crianças e adolescentes. Tudo isso é fruto da política pública do Bahia Sem Fome”, explicou.

Iracema Percione de Assis, 37 anos, é auxiliar de serviços gerais e mora na Boca do Rio. Ela soube por um amigo, que o projeto poderia ajudá-la. “[O Comida no Prato] Está me beneficiando bastante. Tenho feijão, arroz, salada, carne, frango garantidos todos os dias. O pessoal aqui nos atende muito bem”, afirmou.

Participaram do encontro, as ministras da Cultura, Margareth Menezes; e da Igualdade Racial, Anielle Franco; e as secretárias estaduais de Políticas para as Mulheres, Neusa Cadore; de Assistência e Desenvolvimento Social, Fabya Reis; de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, Ângela Guimarães; e da Saúde, Roberta Santana.

Sobre o MUS-E Brasil
Com várias sedes espalhadas pelo mundo, o MUS- E foi implantado no Brasil no ano 2000, adquirindo personalidade jurídica no dia 2 de agosto de 2003, na cidade de Salvador. Tem como objetivo atuar como elemento transformador na vida de crianças carentes e desenvolver atividades complementares em sua sede e nas escolas, além de combater o racismo, a xenofobia e a intolerância religiosa.

Presidente nacional e coordenador geral das atividades, Jailson Santos explicou a importância da parceria com o Governo do Estado. “É através desse programa, desse convênio, que conseguimos levar alimentação de qualidade, comida no prato para quem mais precisa, além de dignidade e desenvolvimento humano”.

Repórter: Simônica Capistrano/GOVBA


Secretarias e órgãos estaduais aproximam o público de projetos literários e sociais durante a 8ª Edição da Fligê


Secretarias e órgãos estaduais aproximam o público de projetos literários e sociais durante a 8ª Edição da Fligê
Secretarias e órgãos estaduais aproximam o público de projetos literários e sociais durante a 8ª Edição da Fligê

Foto: Matheus Landim/GOVBA

Com apoio do Governo do Estado, através do projeto Bahia Literária, a cidade de Mucugê, na Chapada Diamantina, sedia a 8ª edição da Feira Literária, a Fligê. Com o tema “Literatura: Rios e Matas da Narrativa”, o evento, que é totalmente gratuito, acontece até este domingo (17). O investimento ultrapassa R$ 2,5 milhões e contempla a organização, estrutura e ações conjuntas de diversas pastas. O governador Jerônimo Rodrigues visitou os estandes das secretarias e órgãos estaduais e prestigiou a Fligê, nesta quinta-feira (14).

“Que bacana ver a literatura transformar uma cidade pequena na capital literária e movimentar cultura, turismo e o comércio local. Temos, na Bahia, quase 100 municípios, registrados e cadastrados, realizando feiras e festas literárias. E nós temos que apoiar esses eventos”, comentou o chefe do Executivo baiano.

As atividades estão distribuídas por vários locais da cidade, como a Câmara de Vereadores, Praça do Garimpeiro, Centro Cultural, Casa do Cras e Quintal do Museu. A programação inclui mesas literárias, lançamentos de livros, expografias, atividades infantis na Fligêzinha, exibições no Fligêcine, grandes atrações musicais e espetáculos teatrais. O ponto alto desta quinta-feira (14) foi o projeto “Conversa & Canção”, com a cantora e compositora Vanessa da Mata. A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) marcará presença com um concerto especial, na Igreja Santa Isabel, no sábado (16), às 19h.

Como forma de aproximar o público dos variados serviços e projetos realizados pelos órgãos estaduais, de 14 a 16 de agosto, visitantes da feira, têm à disposição o Espaço Bahia Presente. Lá, a Fundação Pedro Calmon (FPC), que é ligada a Secretaria de Cultura (Secult-BA), oferece apresentação de oficinas, projeto Leia Leve, cantinho da leitura e contações de histórias. No stand da Fundação Cultural (Funceb) tem oficina de música e ritmos.

“Em 2025, realizaremos 100 feiras literárias no Estado, apoiadas pelo Estado, através do programa Bahia Literária. Aqui na Fligê temos o espaço Bahia Presente, onde várias secretarias apresentam suas ações e políticas públicas, fortalecendo a literatura baiana”, afirmou o diretor da FPC, Sandro Magalhães.

Já a Secretaria da Educação (SEC) promove o Rolê do Livro, o espaço Deixa eu Falar, as Fábricas de Chocolate e de Requeijão, além de sete projetos estruturantes, desenvolvidos por escolas ligadas ao Núcleo Territorial de Educação (NTE-3), com 75 ações. A SEC também viabilizou a apresentação de filarmônicas e fanfarras escolares.

“A Educação participa ativamente da feira, com estandes, apresentações e lançamentos de livros. O Governo da Bahia é o que mais investe na política do livro e da leitura, são R$ 24 milhões. E todo esse investimento retorna em aprendizagem para nossos estudantes”, comentou a secretária Rowenna Brito.

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) realiza oficina de máscaras, lançamento do Livro “Direitos humanos e mediação de conflitos… O que dizem as palavras”, além de rodas de conversa.

Na Empresa Gráfica da Bahia (Egba) é possível conhecer os vários serviços oferecidos pela estatal e o modo como as publicações são impressas. No posto da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) serão divulgadas as ações do Centro Público de Economia Solidária (Cesol), para incentivo a empreendimentos e geração de emprego e renda. Serão expostos produtos da economia solidária e distribuídos materiais informativos.

Para a secretária de Turismo de Nova Redenção, Gisana Martins, a Fligê é uma ótima oportunidade para comprar produtos de qualidade, a preço justo. “É muito importante estar aqui contribuindo com produtores que movimentam a economia da cidade e da Chapada Diamantina, com morangos, frutas vermelhas, mel, café, cachaça e outros produtos artesanais de alta qualidade”, afirmou.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) vai aproveitar a participação na Fligê para divulgar a Lei Pop Ciência Bahia e o Decreto Pop Ciência Jovem. O stand ainda oferece uma experiência imersiva com óculos de realidade virtual, distribuição de cordéis e realização de atividade interativa com participação do Robozão.

Já a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) promove roda de conversa para debater a violência contra as mulheres, sarau e mesa falada.

Com atendimento jurídico, psicológico e social para vítimas de racismo e intolerância religiosa, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) leva a unidade móvel do Centro de Referência Nelson Mandela. Também fornece informações sobre o CrediAfro, a linha de crédito, criada pela Sepromi em parceria com a DesenBahia, para estimular o fortalecimento e o desenvolvimento de empreendimentos liderados por pessoas negras.

Através do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que disponibiliza um perito criminal e dois peritos técnicos, a Secretaria da Segurança Pública, desenvolve atividade interativa e cultural, além de roda de conversa.

Repórter: Anderson Oliveira/GOVBA
Fotos: Matheus Landim/GOVBA


Beneficiários do Bolsa Presença recebem, nesta sexta-feira (15), a nova parcela do programa


Beneficiários do Bolsa Presença recebem, nesta sexta-feira (15), a nova parcela do programa
Beneficiários do Bolsa Presença recebem, nesta sexta-feira (15), a nova parcela do programa

Foto: Amanda Chung/Ascom SEC

A nova parcela do Bolsa Presença 2025 foi depositada nesta sexta-feira (15). Com um investimento de R$ 50.570.000 do Governo do Estado, o programa atende beneficia 362.826 estudantes de 324.287 famílias em situação de vulnerabilidade social.

Ao longo do ano letivo, o Bolsa Presença disponibiliza o valor de R$ 150 por mês para cada família atendida pelo programa, sendo acrescidos mais R$ 50 por estudante a partir do segundo filho matriculado. Com o auxílio, que este ano chega à sua sexta parcela, os beneficiados podem adquirir alimentos, materiais de limpeza e remédios ou utilizar em outras necessidades da família ou do aluno.

Executado pela Secretaria da Educação do Estado (SEC), o Bolsa Presença contempla beneficiários e bolsistas de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) que estejam em situação de pobreza ou extrema pobreza e estudantes matriculados em unidade escolar pertencente ou vinculada à rede pública estadual de ensino.

O Bolsa Presença foi criado pela Lei nº 14.310/2021, com a retomada das atividades letivas na rede estadual de ensino após o período de isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus. Em 16 de dezembro de 2021, com a Lei nº 14.396, que alterou a Lei nº 14.310/21, o benefício passou a ser permanente e reconhecido como uma política de Estado.

Fonte: Ascom/SEC


Clínica do Paradesporto leva capacitação e inclusão a Itabuna


Clínica do Paradesporto leva capacitação e inclusão a Itabuna
Clínica do Paradesporto leva capacitação e inclusão a Itabuna

Foto: Maurício Viana/Sudesb

A Clínica do Paradesporto, com oferta de capacitação teórica e prática feita por profissionais de educação física, chega a Itabuna nesta 
sexta-feira (15), com cerimônia de abertura às 19h no Colégio Estadual de Tempo Integral Adeum Sauer. No sábado (16), a partir das 8h, as atividades são retomadas com palestras e atividades práticas nas modalidades de bocha, goalball, vôlei sentado, futebol de cegos e atletismo paralímpico.

A ação é uma iniciativa da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte. É voltada para profissionais e estudantes de Educação Física, além de agentes esportivos e público em geral interessado na pauta do paradesporto. Na programação, também consta a presença de atletas baianos paralímpicos que levam sua experiência esportiva para o público presente.

“A realização da clínica do paradesporto é sempre um momento importante para nós, da Sudesb,  que trabalhamos pela inclusão e valorização do paradesporto em nosso estado. É uma oportunidade de levar conhecimento, mas também de muito aprendizado e troca de experiência.  Interiorizar essa capacitação é parte da  política da nossa autarquia, que se empenha em promover a inclusão cada vez em maior número de pessoas com deficiência em diferentes modalidades esportivas”, observa Adelmare Júnior, coordenador do Núcleo do Paradesporto da Sudesb e que integra o grupo da clinica.

A execução do projeto, numa parceria firmada com a Associação Baiana de Desporto Adaptado (ABDA) e investimento de 260 mil reais, teve início em maio último e terá calendário até dezembro. Depois de Itabuna, a próxima etapa da Clínica do Paradesporto será na cidade de Irecê de 12 e 13 de setembro.

Fonte: Ascom/Sudesb