Museu da Embasa participa da 19ª Primavera dos Museus

Museu da Embasa participa da 19ª Primavera dos Museus Foto: Divulgação O Museu do Saneamento da Embasa (MuSa) integra a 19ª edição da Primavera dos Museus, promovida nacionalmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que acontece até esta sexta-feira (26). Como o tema “Museus e Mudanças Climáticas”, a programação do MuSa conta com oficinas, palestras, … Leia Mais





Cafu Barreto felicita Uibaí pelos 64 anos de fundação

“É com grande satisfação que esta Casa Legislativa presta esta justa homenagem a Uibaí, desejando que a cidade continue trilhando o caminho do desenvolvimento e da prosperidade”, escreveu o deputado Cafu Barreto (PSD) em moção de congratulações, apresentada na Assembleia Legislativa, ao município que completa 64 anos de fundação no dia 22 de setembro. No … Leia Mais


Festa da Laranja movimenta Rio Real e destaca produção agrícola baiana


Festa da Laranja movimenta Rio Real e destaca produção agrícola baiana
Festa da Laranja movimenta Rio Real e destaca produção agrícola baiana

Foto: Reprodução/CitrusBR

Maior produtor de laranja da Bahia, Rio Real, no Litoral Norte, recebe a partir desta sexta-feira (26) a tradicional Festa da Laranja. O evento evidencia a força de um setor em plena expansão, que conta com apoio das políticas de incentivo a produtividade e defesa fitossanitárias lideradas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri).

O município se consolidou como principal produtor, concentrando cerca de 40% de toda a safra estadual. “O avanço da nossa citricultura é resultado da tradição, da tecnologia e de políticas públicas que fortalecem a agricultura. Rio Real é um exemplo de como o setor pode transformar a realidade econômica de uma região”, afirma o secretário da Agricultura da Bahia, Pablo Barrozo.

A festa ganha ainda mais significado ao celebrar uma cadeia que gera emprego, renda e desenvolvimento na região. Esse crescimento é sustentado por um sistema rigoroso de vigilância fitossanitária, que mantém a Bahia livre das principais pragas. “Esse controle garante uma produção de alto padrão, reforçando a imagem do estado como polo emergente da citricultura nacional”, destaca Barrozo.

Indicadores positivos – Os números da citricultura baiana comprovam o peso do setor e garantem ao estado posição de destaque no cenário nacional. Em 2023, a produção chegou a 610 mil toneladas, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), consolidando a Bahia como o quarto maior produtor de laranja do país.

O Litoral Norte concentra cerca de 70% dos pomares do estado. O clima favorável, a disponibilidade de água e o uso de tecnologias modernas garantem condições ideais para uma produção de qualidade. Na região, predomina a variedade pera, valorizada tanto para o consumo in natura quanto para a indústria de suco.

Fonte: Ascom/Seagri


Comissões da ALBA debatem o fortalecimento da cadeia do vinho



As comissões de Agricultura e Política Rural e de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) realizaram, na manhã desta terça-feira (23), uma audiência pública conjunta com empresários, prefeitos e o secretário de Turismo do Estado, Maurício Bacelar, sobre a cadeia produtiva do vinho na Bahia.

A vitivinicultura (cultivo das vinhas e o fabrico de vinho) e o enoturismo (turismo focado na cultura do vinho) são dois novos produtos que despertam atenção e investimentos do governo, disse o secretário. Segundo Bacelar, tanto a produção da uva voltada à elaboração do vinho quanto o turismo focado nessa cultura já se espalham pela Bahia e estão presentes em quatro zonas turísticas.

A Bahia, completou ele, trabalha mais de 50 segmentos em busca da diversificação da oferta de produtos turísticos aos visitantes, e “é grande a expectativa” com a vitivinicultura e o enoturismo. “O governo do Estado está atento às oportunidades que surgem na atividade turística da Bahia” e já em 2010 foi à região de Champagne, na França, quando importou as primeiras mudas das uvas que hoje estão instaladas na Chapada Diamantina.

“A partir dessa importação, a iniciativa privada iniciou a multiplicação das parreiras, implantando as vinícolas”, lembrou o secretário, adiantando que a pasta que dirige começou, então, a desenvolver o segmento do enoturismo na Chapada Diamantina.

Ao incrementar o fluxo de turistas há aumento do tempo de permanência no destino, maior gasto per capita, desenvolvimento regional e criação de oportunidades de emprego e renda, enumerou Bacelar, para quem essa “é uma atividade que tem futuro no nosso Estado, por conta de empresários já estarem multiplicando essas mudas em outras regiões da Bahia”.

O governo ainda não tem previsão da rentabilidade econômica provocada pelo segmento, por se tratar de uma atividade incipiente, mas que já colhe frutos. O município de Morro do Chapéu, por exemplo, que concentra quatro vinícolas em operação, “já sente isso na sua economia, seja no aumento dos equipamentos turísticos ou na movimentação de visitantes, e isso tem se refletido na geração de emprego e renda”.

PRODUTO PREMIADO

Dar maior visibilidade à atividade econômica do vinho e “a um produto que tem sido premiado não só nacionalmente como internacionalmente, que é o vinho baiano” foi o que motivou o presidente da Comissão de Agricultura a propor a reunião conjunta desta manhã.

Manuel Rocha (UB) destacou e agradeceu a presença dos atores envolvidos no processo: o secretário do Turismo, representante da Embratur, prefeitos das cidades da Chapada e do Vale do São Francisco e os produtores das vinícolas, que participaram dos debates.

A disposição do parlamentar é “buscar, junto aos governos do estado e federal, possibilidades para fortalecimento e fomento dessa atividade econômica muito importante para a Bahia”. Ele colocou as comissões de Agricultura e Infraestrutura da ALBA à disposição dos produtores para “ajudar no que for possível”.

Foi acompanhado nesse posicionamento pelo deputado Eduardo Salles (PP), presidente da Comissão de Infraestrutura, que agradeceu o apoio do secretário Maurício Bacelar e das prefeitas de Morro do Chapéu, Juliana Araújo, e de Mucugê, Ana Medrado, à vitivinicultura baiana. Ele salientou que a produção e a entrada no mercado consumidor do vinho da Chapada foram mais rápidas do que o previsto, e definiu os produtores baianos como resilientes, homens “que buscam realizar sonhos”.

Dono da vinícola Uvva, que tem rótulos produzidos na Chapada Diamantina premiados internacionalmente, Fabiano Borré apresentou três pedidos dos produtores em contrapartida aos investimentos privados: abertura de linhas de crédito para o fomento de novas aplicações, sinalização turística nas regiões produtoras e criação da Câmara Setorial do Vinho.

Eurico Benedetti, proprietário da vinícola Terranova-Miolo, estabelecida na região do São Francisco, completou que, para o turismo se firmar e crescer, é preciso haver infraestrutura que atraia e mantenha na região o turista, “que gosta de coisa boa e de comprar”.

A vitivinicultura é uma “indústria branca, moderna, que fatura diuturnamente”, disse o empresário, que acaba de exportar 300 mil garrafas de espumante para a Suíça e processa, na sua fábrica na Bahia, “10 milhões de quilos de uva”. O próximo debate a ser realizado pelas comissões de Agricultura e Infraestrutura será sobre a cadeia produtiva da cachaça baiana.

Compuseram a mesa dos trabalhos desta manhã o secretário Maurício Bacelar, os presidentes dos colegiados, Manoel Rocha e Eduardo Salles, e Ayalla Souza, coordenadora de Fomento ao Desenvolvimento Territorial e Agroindustrial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.



Fonte


Regularização de associações e capacitação de lideranças fortalecem aldeias indígenas da Bahia


Regularização de associações e capacitação de lideranças fortalecem aldeias indígenas da Bahia
Regularização de associações e capacitação de lideranças fortalecem aldeias indígenas da Bahia

Foto: Divulgação/Ascom CAR

O Governo do Estado está ampliando as oportunidades para povos indígenas ao investir na regularização institucional de associações e na capacitação de representantes e agentes comunitários indígenas. Até o momento, 83 organizações dos territórios do Norte e Oeste da Bahia já foram contempladas, beneficiando diretamente famílias de diversas aldeias.

A ação é executada pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com a Sociedade Brasileira de Ecologia Humana (SABEH). O projeto prevê a regularização de 205 organizações indígenas e a formação de 410 agentes comunitários indígenas em todo o estado.

Segundo Giba Tuxá, da Aldeia Tuxá de Muquém do São Francisco, a iniciativa representa um marco para as comunidades. “A associação legalizada traz benefícios para a comunidade e a possibilidade de estabelecer convênios com diversas instituições, além do acesso a programas como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar). Essa ação vai ficar na história, porque está colocando as associações indígenas da Bahia em dia”.

Além de promover o fortalecimento institucional, o projeto disponibiliza ferramentas técnico-científicas que ampliam a participação social, protegem direitos fundamentais e reforçam a igualdade étnico-racial dos povos indígenas.

Em Muquém do São Francisco, um dos oito municípios do Oeste da Bahia já atendidos, foram realizadas visitas a 15 aldeias indígenas, com investimentos destinados à regularização documental junto a cartórios e à Receita Federal, além da capacitação de lideranças locais.

Para Patrícia Krin Si, liderança Pankararé e coordenadora-geral do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoíba), os resultados já são visíveis.

“Das associações, mais de 70% têm lideranças mulheres, jovens e anciãos. Muitos desses anciãos foram fundadores dessas organizações, que hoje já acessam políticas públicas e editais da CAR, conseguindo receber e gerir seus próprios recursos”.

Até agora, 83 associações já foram regularizadas e outras 12 estão em fase de finalização cartorial. Também foram capacitados 166 articuladores indígenas nos territórios de identidade Itaparica, Sertão do São Francisco, Semiárido Nordeste II, Sisal, Litoral Norte e Agreste Baiano, Região Metropolitana de Salvador, Bacia do Rio Corrente, Bacia do Rio Grande, Velho Chico e Chapada Diamantina.

Esses articuladores já estão aptos a utilizar ferramentas tecnológicas e a seguir os trâmites necessários para manter suas entidades em conformidade jurídica, ampliando o acesso às políticas públicas. As equipes técnicas agora se preparam para levar a iniciativa também aos territórios Litoral Sul, Baixo Sul, Sudoeste Baiano, Médio Sudoeste e Extremo Sul da Bahia.

A ação conta com a parceria da Gnuvem Startup, da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME) e do Mupoíba.

Fonte: Ascom/CAR


Projetos de estudantes baianos serão apresentados em evento nacional de tecnologia em Brasília


Projetos de estudantes baianos serão apresentados em evento nacional de tecnologia em Brasília
Projetos de estudantes baianos serão apresentados em evento nacional de tecnologia em Brasília

Foto: Acervo pessoal

Estudantes e professores vão apresentar oito projetos de tecnologia social desenvolvidos nas escolas das redes estaduais da Bahia, selecionados para a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (SNEPT), que acontecerá de 7 a 9 de outubro, em Brasília. Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), o evento visa integrar, divulgar, fortalecer e valorizar a modalidade educacional junto à sociedade.

Os projetos baianos foram produzidos a partir dos cursos técnicos ofertados na Educação Profissional e Tecnológica do Estado, como forma de desenvolver, na prática, a aprendizagem dos estudantes. As iniciativas, que têm representantes de diversos Territórios de Identidade da Bahia, também são direcionadas para a busca de soluções em tecnologias sociais, visando atender a realidade local da comunidade e população em geral.

É o caso do “PavSolo: piso sustentável com resíduos recicláveis”, que propõe o desenvolvimento de blocos de piso intertravado sustentáveis, produzidos com resíduos plásticos triturados e incorporados à mistura de areia e cimento. Durante o SNEPT, será demonstrado o manuseio dos blocos, com explicações sobre produção, reaproveitamento de resíduos e impacto ambiental.

Livia Rocha, estudante do 2º ano do Curso Técnico de Edificações, do Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) de Vitória da Conquista, esteve entre as desenvolvedoras do PavSolo, junto à colega Tainá Ferraz e ao professor Briam Christian. Ela destacou que, entre os benefícios da ação, estão a sustentabilidade e o incentivo ao empreendedorismo.

“Resolvemos dois problemas ao mesmo tempo: a poluição ambiental e o consumo excessivo de recursos naturais, como a areia. Também se abre espaço para a geração de renda de pessoas e cooperativas, criando uma nova cadeia produtiva que promove inclusão social e empregos, bem como fortalece a economia circular”, relatou Livia.

Também participará do SNEPT o projeto “Bioplástico feito a partir de amido de milho e casca de banana”. Desenvolvido pelos estudantes Alice Nunes e Enzo Pereira, do 3º ano do Curso Técnico de Química, com orientação da professora Franciele Soares, a iniciativa propõe uma alternativa sustentável e de baixo custo aos plásticos convencionais, promovendo a redução de resíduos sintéticos, o aproveitamento de subprodutos orgânicos e a economia circular.

“O bioplástico vem como uma alternativa ao uso desse plástico derivado de petróleo, com materiais que são menos nocivos para a natureza. Por isso, é tão importante ter esse conhecimento para democratizar entre as pessoas e dar visibilidade dos projetos da iniciação científica na escola”, explicou Alice.

Ainda segundo a professora Franciele, o desenvolvimento dos projetos nos cursos técnicos desenvolve a metodologia ativa do ensino e aprendizagem. “Atrelar a prática à teoria de maneira interdisciplinar, desenvolve o conhecimento dos materiais que eles vão utilizar, auxiliando a autonomia para a resolução de problemas que a gente encontra dentro do processo. Também estimula o pensamento crítico, porque estamos usando material de reaproveitamento, que estaria sendo dispensado no meio ambiente. E isso consegue formar profissionais mais conscientes, criativos e preparados para os desafios do mundo do trabalho”, ressaltou.

Confira os projetos que estarão na 5ª SNEPT:

– BIOPALMA – Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) de Araci – Araci – NTE 4;
– AGROHIDRO – Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) da Floresta do Cacau e do Chocolate Milton Santos – Arataca – NTE 5;
– BIOPLÁSTICO – CETEP do Extremo Sul –  Teixeira de Freitas – NTE 7;
– ECOTRANSFORMAÇÃO – CETEP de Medeiros Neto – NTE 7;
– RESCUE – CEEP Áureo de Oliveira Filho – Feira de Santana – NTE 19;
– PAVSOLO – CETEP Vitória da Conquista – NTE-  20;
– CHOCOMED – CETEP Médio Rio das Contas – Ipiaú – NTE 22;
– FOME ZERO DOGUINHO – CEEP em Tecnologia, Informação e Comunicação- – Lauro de Freitas – NTE 26.

Fonte: Ascom/SEC


Plenário aprova cinco projetos de autoria de parlamentares



A Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, na tarde desta terça-feira (23), cinco projetos de lei. Todos tinham origem parlamentar, sendo dois do deputado Luciano Araújo (SD), dois do deputado Bobô (PC do B) e um do deputado Samuel Júnior (Republicanos). A votação das matérias foi resultado de entendimento entre os líderes do governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), e o da oposição, Tiago Correia (PSDB).

A presidente Ivana Bastos designou Tiago para relatar em plenário as três primeiras proposições. Do alto da tribuna, ele começou a analisar o PL 25.684/25, que reconhece a utilidade pública da Associação dos Pequenos Produtores Rurais Aquicultores Quilombola da Pedra Branca, Vagido e Forte (Aprapi), uma associação sem fins lucrativos, fundada em 8 de novembro de 2003, em Igrapiúna.

Na justificativa ao projeto, Luciano diz que a Aprapi tem como objetivo proporcionar a ampliação da organização comunitária dentro de sua área de atuação, principalmente entre os conglomerados da comunidade quilombola, a fim de que os mesmos possam melhor reivindicar seu direito às diversas políticas institucionais de desenvolvimento sustentável.

O PL 25.884/25, de Samuel, passou a ser relatado em seguida. A matéria reconhece a utilidade pública da Associação dos Moradores do Araçá e Pela Porco, uma entidade comunitária sem fins lucrativos, com sede na zona rural de Cruz das Almas. A instituição se propõe a desenvolver projetos e iniciativas voltadas à capacitação profissional, acompanhamento técnico em áreas como a agricultura familiar.

A última proposição que recebeu voto favorável de Tiago foi o PL 25.923/25, também de Luciano Araújo. O Clube de Antigomobilismo Bonfinense é uma associação civil sem fins lucrativos que é voltada à preservação, promoção e valorização do patrimônio histórico e cultural.

Colocadas em votação, as três proposições foram aprovadas no âmbito das comissões técnicas e no plenário. Em seguida, a presidente designou Robinson Almeida (PT) para relatar o PL 25.871/25, da autoria de Bobô. Trata-se do reconhecimento da utilidade pública da Associação Cultural Ancora e Flores (Acaf), com sede e foro em Salvador.

Fundada em 2 de fevereiro de 1985, tem por finalidade apoiar e desenvolver ações em prol da comunidade, na defesa, elevação e manutenção da qualidade de vida do ser humano. Foi de Bobô também a iniciativa do PL 25.844/25, que reconhece a utilidade pública do Grupo Cáritas Salvador, que presta serviços filantrópicos à comunidade pobre e carente, promover a defesa de bens e diretos sociais.



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