Arimatéia destaca importância histórica e econômica de Belmonte

O deputado José de Arimatéia (Republicanos) registrou nos anais da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), por meio de moção, o aniversário de 135 anos de emancipação política e administrativa da cidade de Belmonte, que será celebrado neste dia 22 de maio. Arimatéia expressou, no documento, sua alegria em ser um dos representantes da cidade no … Leia Mais


Hilton Coelho quer fortalecer a cultura no Recôncavo da Bahia

O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou, na Assembleia Legislativa, duas indicações direcionadas ao governador Jerônimo Rodrigues voltadas à preservação e ao fortalecimento da cultura no Recôncavo da Bahia. As propostas defendem a reforma e modernização do Teatro Dona Canô, em Santo Amaro, além da construção de uma parceria de gestão compartilhada entre o equipamento cultural … Leia Mais


Assembleia cria programa para ampliar governança e proteção de dados pessoais

A Assembleia Legislativa da Bahia instituiu o programa ALBA Protege Dados, que promove a adequação das práticas governamentais da Casa ao que preconiza a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Com isso, o Parlamento baiano passa a atuar em conformidade com os princípios estabelecidos pela legislação federal que regulamenta o tratamento de dados … Leia Mais


Sessão especial na ALBA celebra Dia Nacional da Defensoria Pública

Uma celebração pela justiça cidadã tomou conta do Plenário Orlando Spinola da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), nesta sexta-feira (22), nas homenagens pela passagem do Dia Nacional da Defensoria Pública, comemorada no dia 19 de maio. A prestigiada sessão especial, proposta pelo deputado Rosemberg Pinto (PT), contou com a presença de servidores da Defensoria Pública … Leia Mais


Ivana Bastos é a mais nova cidadã soteropolitana

A Câmara de Vereadores de Salvador recebeu uma plêiade, na noite desta quarta-feira, para prestigiar a outorga do Título de Cidadã Soteropolitana à presidente da Assembleia Legislativa, deputada Ivana Bastos. A honraria foi proposta pela vereadora Aladilce Souza (PC do B), que afirmou que aquela sessão era mais do que uma homenagem: era uma reparação … Leia Mais


Fátima Nunes representa a ALBA no I Congresso Nacional de Direito Eleitoral



A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) foi representada pela vice-presidente, deputada Fátima Nunes (PT), nesta quinta-feira (21), no I Congresso Nacional de Direito Eleitoral (Conade), promovido pela Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (EJE/TRE-BA). O evento, realizado no auditório do tribunal, começou nessa quinta e segue nesta sexta-feira com o objetivo debater “Desinformação, Inteligência Artificial e os Desafios das Eleições 2026”, reunindo especialistas, magistrados(as), operadores(as) do Direito e demais interessados(as) para discutir temas ligados à integridade do processo eleitoral, à democracia, à inovação e aos desafios contemporâneos da Justiça Eleitoral.

No primeiro dia, a atividade foi conduzida pelo presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman, que agradeceu a presença dos participantes e destacou o empenho dos organizadores na utilização das ferramentas tecnológicas para ampliar o alcance do debate qualificado e da reflexão, permitindo que mais pessoas acompanhassem o Congresso, mesmo à distância. “Este Congresso se consolida como um dos mais importantes eventos jurídicos da área, tanto pela qualidade da programação quanto pela excelência dos debates, apresentando grande relevância para a democracia brasileira”, afirmou.

Para a vice-presidente da ALBA, o Congresso aborda temas extremamente importantes para a sociedade, especialmente diante do cenário das eleições de outubro. “Muitas pessoas ainda têm uma visão mais tradicional sobre a política. Debater temas como inteligência artificial, que hoje ocupa um espaço central nas discussões, é compreender como poderemos lidar com as tecnologias e seus desafios. Será um debate muito importante para a nossa democracia. Parabenizo todas as pessoas envolvidas neste evento e desejo que tenhamos uma eleição tranquila e democrática”, destacou Fátima Nunes.

Durante o evento, personalidades que contribuíram e contribuem para a eficiência da Justiça Eleitoral foram homenageadas com a Medalha do Mérito Acadêmico Ministro Francisco Peçanha Martins e com diploma de reconhecimento. Entre os homenageados estiveram o presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman; o vice-presidente, desembargador eleitoral Moacyr Pitta Lima Filho; o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia e ex-presidente do TRE-BA, desembargador José Rotondano; e a desembargadora federal Nilza Maria Costa dos Reis.

Reportagem: Ascom vice-presidência 
Edição: Franciel Cruz



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Luciano Ribeiro sugere homenagem para Francisco Adauto Rebouças Prates



Denominar de Rodovia Prefeito Francisco Adauto Rebouças Prates o trecho da estrada BA-617 compreendido entre o povoado de Pancadão, no município de Lagoa Real (entroncamento da BR-030), e o município de Ibiassucê é o que propõe o deputado Luciano Ribeiro (UB) em projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

“A presente proposição visa prestar justa homenagem ao saudoso prefeito Francisco Adauto Rebouças Prates, personalidade de grande relevância para a história política e administrativa do município de Ibiassucê e de todo sudoeste baiano, cuja trajetória pública deixou importantes contribuições ao desenvolvimento local e ao fortalecimento das instituições municipais”, explicou o parlamentar.

De acordo com Luciano Ribeiro, o trecho da BA-617 compreendido entre o povoado de Pancadão e Ibiassucê possui significativa relevância econômica, social e regional, sendo importante eixo de deslocamento da população, de integração territorial e de circulação da produção local. Trata-se, segundo ele, de via que representa verdadeiro instrumento de desenvolvimento e conexão entre comunidades historicamente ligadas.

“A homenagem proposta busca perpetuar a memória de um homem público que dedicou sua vida ao serviço da população de Ibiassucê, exercendo sua missão política com compromisso, responsabilidade e atenção às demandas do povo”, escreveu Luciano Ribeiro.

O legislador disse ainda que, durante sua trajetória, o homenageado, morto em 2022, “consolidou-se como liderança reconhecida pelo diálogo, espírito público e atuação em favor do desenvolvimento do município, inclusive tendo papel de destaque na obra que garantiu o primeiro asfaltamento ao supracitado trecho da rodovia”.

Por fim, Luciano Ribeiro lembrou que é dever do Poder Público preservar a memória daqueles que contribuíram de maneira significativa para a construção da história regional. “Conferir o nome do prefeito Francisco Adauto Rebouças Prates a importante rodovia estadual representa reconhecimento público à sua dedicação e ao legado deixado à população”, concluiu.
Reportagem: Luciano Aguiar
Edição: Franciel Cruz



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Comissão promove debate sobre questões ambientais




A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) debateu, em audiência pública realizada na manhã desta quarta-feira (20), os Impactos Ambientais no Rio Joanes. Sob a mesma temática, na ocasião também se discutiu sobre um projeto de Estação de Tratamento no Rio Ipitanga, que é um dos maiores afluentes do Joanes.
A Mesa foi conduzida pelo presidente Do colegiado, deputado José de Arimatéia (Republicanos), ladeado pelo vice-presidente, deputado Matheus Ferreira (MDB), que foi o proponente da audiência. A deputada Olivia Santana (PC do B) também prestigiou o evento, que contou com autoridades, estudiosos do assunto e representantes da sociedade civil organizada.

“Estamos falando de um rio que possui importância estratégica para o abastecimento de água, para a biodiversidade e para o equilíbrio ambiental de diversos municípios baianos. Porém, também estamos diante de preocupações crescentes relacionadas à poluição, ao desmatamento, à ocupação irregular e aos impactos das ações humanas sobre este ecossistema. Esta audiência pública não tem o objetivo de apenas apontar problemas, mas, principalmente, de construir soluções”, declarou o deputado José de Arimatéia, ao abrir os trabalhos.

O parlamentar disse ainda que “o meio ambiente precisa ser tratado com seriedade, responsabilidade e compromisso com as futuras gerações”. Diante da presença de representantes de apenas três dos oito municípios que compõem a Bacia do Rio Joanes (Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho, São Sebastião do Passé, São Francisco do Conde, Candeias, Salvador e Dias d’Ávila), Arimatéia frisou que convites foram enviados para todos os envolvidos.

A deputada Olivia Santana defendeu que “soluções menos cosméticas e mais estruturantes fossem adotadas pelo poder público” no campo da defesa do meio ambiente. Ela apontou que a questão da água precisa ser observada na revisão dos planos diretores municipais. “O Governo do Estado precisa ter uma política articulada e estruturante com todas as prefeituras envolvidas para tratar da questão do Rio Joanes”, afirmou.


POLUIÇÃO


O primeiro a quem o deputado deu a palavra foi Fernando Guimarães Borba, presidente da Oscip Rio Limpo. Ele disse que, somente no trecho final do Joanes, em Lauro de Freitas, são 8 km de rio com 600 famílias que perderam seu sustento por conta da poluição das águas. “O rio está podre nesse trecho. E a podridão é por conta dos esgotos de Salvador, que chega da veia do rio Ipitanga, e do próprio esgoto de Laura de Freitas. Os investimentos dos governos federal e estadual, na área de saneamento, precisam, urgentemente, aumentar”, cobrou, apontando ainda que “a Embasa, que institucionalmente é responsável pela implantação do saneamento do Estado, acaba não tendo recursos” para cumprir seu objetivo.

Fernando propôs que a Comissão de Meio Ambiente da ALBA organize um grupo de trabalho composto por profissionais da Oscip Rio Limpo, do Inema, da Embasa, de prefeituras municipais e outras entidades, para estudar soluções mais rápidas para a questão do Rio Joanes, principalmente em Lauro de Freitas.

“A Bacia do Joanes é muito importante para o Estado. As águas do Joanes-Ipitanga abastecem mais de 40% dos baianos de Salvador e região metropolitana. Isso não sensibiliza ninguém. Ninguém assume o protagonismo de resolver isso, que é tão sério”, disse o presidente da Rio Limpo.

Ele lembrou que muitas empresas, grandes consumidoras de água, operam e faturam com os recursos do rio Joanes e do aquífero de São Sebastião, sem oferecer qualquer contrapartida. “A Petrobras, quando o município tem petróleo, paga os royalties”, exemplificou. “Ninguém quer extorquir as empresas. Nós queremos que as empresas participem da vida do município onde passa o rio e que os órgãos do governo tenham recursos para poder atender a necessidade das populações. Não é justo um pedaço de rio de 8 km estar morto, e esse rio, que deságua na praia de Buraquinho, afasta, mata o pescado. Os nossos pescadores, hoje, têm que navegar 30, 40 quilômetros mar adentro com barcos de 30 anos para pescar peixe de qualidade”, afirmou.

De uma forma geral, o diretor-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Eduardo Topázio; o presidente da Oscip Rio Limpo, Fernando Guimarães Borba; o gestor da APA Joanes-Ipitanga, Geneci Braz, e o assessor da Diretoria de Operação da Embasa na Região Metropolitana de Salvador, Júlio Mota, apontaram a ocupação desordenada e o uso do solo como um dos principais problemas para resolver a questão do saneamento básico e da poluição em toda a Bacia do Joanes. Eles disseram que era preciso uma articulação entre secretarias e órgãos públicos para que seja pensado o desenvolvimento urbano, com responsabilidade coletiva.

ENCAMINHAMENTOS

Ficou a cargo do proponente dos trabalhos, deputado Matheus Ferreira, as conclusões finais sobre a audiência pública. Entre os encaminhamentos feitos, ele destacou a criação de um Consórcio Interfederativo da Bacia do Rio Joanes, com o objetivo de mitigar os impactos ambientais no rio, pautando itens como drenagem, resíduos sólidos, coleta seletiva, normatização do uso e ocupação do solo alinhado com planejamento urbano e participação ativa no comitê de bacia onde se insere o município.

Como proposta, também ficou a sugestão de que prefeitos façam requerimentos ao governo estadual para que possam participar em caráter consultivo dos planos para implantação do esgotamento sanitário e fornecimento de água potável através da Embasa .

Outro ponto apontado por Matheus Ferreira foi a solicitação à Embasa de informações sobre o novo PAC, que destina quase R$ 8 bilhões a 42 projetos tocados pela empresa estatal. “Quanto deste montante será dirigido ao Joanes e ao Ipitanga?, questionou o deputado.

Ele também propôs a realização de audiências públicas nos municípios que compõem a Bacia do Rio Joanes, com a presença de autoridades municipais, órgãos públicos e a sociedade civil organizada.Também foi defendida, no evento, a ideia de obrigatoriedade da educação ambiental nas escolas públicas e privadas. Por fim, o deputado José de Arimatéia disse que recebeu a proposta de projeto de lei que dispõe sobre o reconhecimento dos manguezais como patrimônio cultural, natural e de sociobiodiversidade do Estado da Bahia.

Além dos parlamentares citados, compuseram a Mesa o diretor-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Eduardo Topázio; o secretário de Meio Ambiente de Lauro de Freitas, Brígido Nunes de Resende Neto; o presidente da Oscip Rio Limpo, Fernando Guimarães Borba; o gestor da APA Joanes-Ipitanga, Geneci Braz, e a vereadora de Lígia Costa Rosa, de São Francisco do Conde.

Reportagem:  Luciano Araújo 
Edição: Franciel Cruz



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Jusmari Oliveira passa a integrar Comissão de Educação da Assembleia



A deputada Jusmari Oliveira (PSD) passou a integrar a Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público. A indicação, feita pelo líder da Maioria, Rosemberg Pinto, foi publicada no Diário Oficial do Legislativo desta terça-feira (19).

A parlamentar estava licenciada do mandato e retornou ao Parlamento baiano em abril deste ano, após deixar o comando da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur). A saída da pasta ocorreu em função da necessidade de desincompatibilização do cargo para a disputa das eleições de outubro.

Além de compor a Comissão de Educação como membro titular, Jusmari foi integrada à Comissão de Saúde e Saneamento, onde foi eleita presidente do colegiado. Outra comissão em que a deputada assumiu o posto de membro titular foi a dos Direitos da Mulher.

BIOGRAFIA

Em seu quinto mandato de deputada estadual, Jusmari Oliveira foi vereadora e prefeita de Barreiras, além de ter exercido mandato de deputada federal entre 2007 e 2011. Comerciante e agricultora, a legisladora é natural de Pérola d’Oeste e formada em Letras pela Universidade do Estado da Bahia.

No Legislativo baiano, foi vice-líder do governo, presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural e vice-presidente da Comissão dos Direitos da Mulher.

Reportagem: Aparecido Silva 
Edição: Divo Araújo 



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ALBA promove audiência para debater os “Sons da Bahia”



A Assembleia Legislativa da Bahia foi palco de um importante debate para a cultura baiana. A audiência pública “Sons da Bahia”, presidida pela deputada Olivia Santana (PC do B), reuniu mestres, músicos, gestores políticos e sociedade civil para discutir a criação de políticas públicas que garantam a manutenção financeira e a estabilidade da Orquestra Afrosinfônica e da Orkestra Rumpilezz, duas das mais importantes formações musicais de matriz afro-brasileira do país.

A disparidade de investimentos entre as orquestras de matriz europeia e as de tradição africana foi o fio condutor do encontro. Olivia Santana ressaltou a urgência de um modelo perene de apoio, nos moldes do que já ocorre com outras grandes formações no estado.

“Não queremos nem mais nem menos, queremos política pública cultural consistente que possa amparar essas duas orquestras”, defendeu a parlamentar, lembrando a batalha histórica travada pelo maestro Letieres Leite.

O maestro Ubiratan Marques, líder da Orquestra Afrosinfônica, lembrou que a batalha por valorização e estrutura dura quase duas décadas. “A música brasileira só existe por conta dos terreiros”, cravou, pontuando a dificuldade de fazer música genuinamente nacional.

Na mesma linha, Emílio Souza, representante da Orkestra Rumpilezz, destacou o orgulho de levar a música preta aos palcos, mas lamentou a dura realidade dos bastidores. “Muitas pessoas não sabem da luta que a gente vem travando para sobreviver”.

O impacto social desses grupos e a omissão estrutural pautaram discursos na mesa de honra. O cantor Lazzo Matumbi fez uma fala contundente sobre como o Estado enxerga a cultura preta. Para ele, reduzir essas orquestras a mero entretenimento é apagar a história e a função educacional dos grupos. “Isso é racismo e precisamos meter o dedo na ferida”, pontuou Lazzo.
Maria Marighella, gestora cultural, reforçou que o debate financeiro é, no fundo, uma disputa de identidade e poder. “Quem tem o direito de narrar o Brasil? A cultura é uma agenda de soberania”, declarou. A ialorixá Mãe Marcia de Ogum resumiu o sentimento coletivo ao conectar economia e ancestralidade. “Investir em tradição é investir em economia criativa. É reverenciar a ancestralidade”.

Houve também um aprofundamento técnico sobre o modelo jurídico de apoio. Sara Prado, representante da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), alertou que o termo “publicização” pode não ser o caminho ideal para essas formações específicas. Segundo ela, se o Estado “publicizar” as orquestras sob moldes tradicionais, elas poderiam perder sua autonomia gerencial privada. O foco, argumentou, deve ser ampliar os mecanismos diretos de fomento e disputar o orçamento público.

O deputado Robinson Almeida (PT) concordou, destacando a necessidade de “colocar a cultura popular no orçamento” e comprometendo-se a destinar emendas parlamentares para a manutenção das orquestras. “Desenvolvimento é uma escolha política”, arrematou o vereador Silvio Humberto.

ENCAMINHAMENTOS

Ao final da sessão, os participantes firmaram um pacto para transformar as demandas em ações concretas do Estado. Foram definidos como compromisso uma articulação intersetorial entre Secult, Saeb, Sefaz e Casa Civil para garantir um orçamento digno para a permanência das orquestras; a defesa e ampliação estrutural do Fundo Setorial da Música; e o diálogo com a Casa Civil para assegurar que parte dos recursos do Fundo de Combate à Pobreza (e das políticas de combate ao racismo) seja destinada ao financiamento contínuo das duas formações.
Além das pessoas já citadas, também participaram da audiência a deputada Jusmari Oliveira (PSD), a secretária de promoção da igualdade, Ângela Guimarães, o cantor e compositor Gerônimo, o cantor e compositor Roberto Mendes, o músico Roberto Barreto, Carlos Brasileiro representando a Seades, e Paulo Alcoforado, da Ancine.

Reportagem: Joana Vitória
Edição: Franciel Cruz



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