Hilton homenageia os 55 anos da Embasa e destaca o valor histórico da empresa



O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de aplausos em homenagem aos 55 anos da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A (Embasa). A iniciativa reconhece a importância histórica da empresa pública para o povo baiano e destaca a atuação das trabalhadoras e dos trabalhadores que construíram a Embasa ao longo de mais de cinco décadas.

Criada pela Lei Estadual nº 2.929, em 11 de maio de 1971, a Embasa consolidou-se como uma das principais empresas públicas da Bahia, sendo responsável pela ampliação do acesso à água e ao saneamento básico em centenas de municípios do estado. Para Hilton Coelho, defender a empresa é também defender os direitos sociais e a soberania popular.

A água não pode ser tratada como mercadoria. Água é um direito humano fundamental e patrimônio coletivo do povo brasileiro. Defender a Embasa pública é defender a vida, a dignidade e o acesso universal ao saneamento básico”, afirmou o parlamentar.

Na moção, Hilton destaca que a trajetória da empresa foi construída pela dedicação cotidiana das trabalhadoras e dos trabalhadores da Embasa, mesmo diante de dificuldades estruturais, restrições orçamentárias e constantes ameaças de privatização. “São homens e mulheres que sustentam um serviço essencial para milhões de baianas e baianos. Essa homenagem também é um reconhecimento à luta histórica da categoria em defesa do serviço público”, declarou.

O deputado ressalta ainda que o saneamento básico é elemento central para a promoção da saúde pública, da qualidade de vida e da redução das desigualdades sociais. “Não existe desenvolvimento social sem acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário. A Embasa cumpre um papel estratégico para o povo baiano e precisa ser fortalecida, não submetida à lógica do lucro privado”, pontuou Hilton Coelho.

A moção apresentada na ALBA reafirma a posição do mandato do deputado em defesa das empresas públicas e contra processos de privatização de serviços essenciais. “A história mostra que, quando o capital privado transforma direitos em mercadoria, quem paga a conta é a população mais pobre. Seguiremos na luta em defesa da Embasa, da água pública e dos direitos do povo trabalhador”, concluiu.

Reportagem:  Ascom

Edição: Franciel Cruz



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