Ricardo Rodrigues se congratula com povo de Canavieiras

Através de moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa, o deputado Ricardo Rodrigues (PSD) parabenizou o município de Canavieiras pelos seus 135 anos de emancipação política, data magna que mobiliza a cidade do Sul da Bahia neste segunda-feira, 25 de maio de 2024. Canavieiras, emancipada em 1891, tem, aproximadamente, 31 mil habitantes. Faz parte da … Leia Mais


Assembleia cria programa para ampliar governança e proteção de dados pessoais

A Assembleia Legislativa da Bahia instituiu o programa ALBA Protege Dados, que promove a adequação das práticas governamentais da Casa ao que preconiza a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Com isso, o Parlamento baiano passa a atuar em conformidade com os princípios estabelecidos pela legislação federal que regulamenta o tratamento de dados … Leia Mais


Ivana Bastos é a mais nova cidadã soteropolitana

A Câmara de Vereadores de Salvador recebeu uma plêiade, na noite desta quarta-feira, para prestigiar a outorga do Título de Cidadã Soteropolitana à presidente da Assembleia Legislativa, deputada Ivana Bastos. A honraria foi proposta pela vereadora Aladilce Souza (PC do B), que afirmou que aquela sessão era mais do que uma homenagem: era uma reparação … Leia Mais


Angelo Almeida saúda os 179 anos de Mucugê

O deputado Angelo Almeida (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de congratulações pela passagem, no dia 17 de maio, do aniversário de 179 anos de emancipação política de Mucugê, “uma terra encantadora, amada pelos mucugeenses e por todos que ali residem, trabalham e reconhecem suas belezas naturais”. Ele solicitou à Casa … Leia Mais


Ivana Bastos parabeniza os municípios de Seabra e Mucugê

A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Ivana Bastos, protocolou moções de congratulações para celebrar os aniversários de emancipação de dois municípios da Chapada Diamantina: Seabra, que completou 137 anos no último dia 14 de maio, e Mucugê, que festejou 179 anos no dia 17 de maio de 2026. Nos documentos, ela destaca não apenas a … Leia Mais


ALBA promove debate sobre direitos e políticas para população LGBTQIAPN+



A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) promoveu, nesta segunda-feira (18), por meio da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público, uma audiência pública para debater políticas públicas para a população LGBTQIAPN+. O evento foi proposto pela deputada Olívia Santana (PCdoB), presidente do colegiado, que conduziu os trabalhos no encontro realizado na Sala das Comissões José Amando.

Conforme ressaltou a legisladora, neste domingo, 17 de maio, foi celebrado o Dia Internacional contra a LGBTfobia, data que marca a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 17 de maio de 1990, de retirar a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID). Até então, ela era considerada um transtorno mental.

“Ontem foi um dia de celebração de todas as conquistas da população LGBTQIAPN+. E, aqui nesta Casa, temos esse espaço de debate de políticas públicas para a humanização dessa causa. É papel da ALBA acolher sua população em sua inteireza, no que somos no estado da Bahia”, ressaltou a parlamentar. Olívia também enfatizou que debates como este, promovidos no Legislativo, resultam em ações práticas, como o encaminhamento de indicações ao governo estadual para implementação de iniciativas de interesse da sociedade em geral.

PLANO DECENAL

Durante a audiência, a vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CELGBT), Thiffany Odara, que também é ouvidora adjunta da Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), apresentou o Plano Decenal de Direitos da População LGBTQIAPN+, que está em elaboração.

“Este é um plano que nasce da escuta, da luta e da construção coletiva para garantir direitos ao longo dos próximos dez anos. É um documento que revela desigualdades, lacunas e urgências, apresenta princípios e diretrizes e possui eixos estruturantes”, afirmou Thiffany Odara, que agradeceu à deputada Olívia Santana por abraçar a causa no Parlamento baiano.

Outra pauta levantada pela vice-presidente do CELGBT foi o papel do conselho estadual que integra. Ela defende que o órgão passe a ter caráter deliberativo, e não apenas consultivo. Essa mudança na natureza do conselho poderá resultar no direcionamento de recursos financeiros para o fortalecimento das políticas públicas em defesa da população LGBTQIAPN+. “Para fazer política pública, precisa ter dotação orçamentária, precisa ter dinheiro”, enfatizou.

Quem também destacou a importância do Plano Decenal foi Trícia Calmon, superintendente estadual de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos (SUDH). Ela afirmou que o plano é um guia de políticas para os próximos anos e um marco na consolidação de conquistas, com apontamentos de melhorias em áreas como educação, saúde e mercado de trabalho.

A ex-vereadora de Salvador Léo Kret do Brasil, atual diretora-geral de Políticas e Promoção da Cidadania LGBT+ da Secretaria Municipal da Reparação (Semur), colocou-se à disposição para debater a pauta e relembrou sua trajetória de luta por respeito e dignidade. Desde sua ascensão como dançarina de pagode até a Câmara de Vereadores de Salvador, recordou a diretora, sempre sofreu preconceito.

IMPORTÂNCIA DA ESCUTA

A defensora pública Cláudia Ferraz, coordenadora da Especializada de Direitos Humanos na Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA), parabenizou a ALBA pela realização do debate. “Espaços como esse, assim como os conselhos, são necessários. A política pública é construída a partir da escuta da população”, contextualizou.

Presente ao debate, o presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira, relembrou o marco histórico que resultou no Dia Internacional contra a Homofobia ao fazer referência à decisão da OMS. Ele também fez um apelo para que o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) mude a forma de cobrança dos direitos autorais pela execução de músicas nas paradas gays. Ele relatou que as organizações estão recebendo multas que chegam a R$ 50 mil.

“Não são os conservadores que vão acabar com a parada. É o Ecad”, disse. Ao ouvir o desabafo, a deputada Olívia Santana propôs uma reunião com representantes do escritório para buscar uma solução para o problema. “Eles precisam entender que as músicas executadas durante a parada fazem parte de uma causa social. Ninguém está ali para lucrar”, argumentou.

SEGURANÇA PÚBLICA

O delegado Ricardo Amorim, titular da Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), falou sobre a atuação da unidade no atendimento à população LGBTQIAPN+.

“Durante muito tempo, a pauta LGBTQIAPN+ esteve ausente dentro da segurança pública. Atualmente, isso mudou. Na nossa delegacia, entre os crimes registrados, cerca de 30% são casos de homofobia”, revelou.

Ainda segundo o delegado, a Polícia Civil tem se empenhado na implementação de protocolos de atendimento à população, a exemplo da capacitação realizada com agentes que atuam em todo o estado, tanto no cotidiano quanto em eventos festivos.

“A Polícia Civil vai lançar um protocolo de atendimento ao público LGBTQIAPN+ para que os agentes saibam atender e para que tenhamos cada vez menos situações de desrespeito aos direitos. Com isso, teremos uma polícia plural, democrática e inclusiva”, afirmou.



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Segundo dia do Encontro de Comunicação Legislativa debate os desafios das eleições



A manhã desta quinta-feira (14) foi de debates e reflexões no Auditório Jorge Calmon, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). A programação marcou o início do segundo dia do 2º Encontro de Comunicação Legislativa da Bahia, que este ano traz como tema central “Eleições 2026: comunicação pública, limites legais e estratégia digital”.

O evento é uma realização da ALBA, por meio da Fundação Paulo Jackson, e conta com o apoio de importantes instituições, como a Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), União dos Vereadores da Bahia (UVB) Centro das Indústrias do Estado da Bahia (Cieb), Federação do Comércio da Bahia (Fecomércio) e Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb)

O primeiro painel da manhã, intitulado “Transparência e Legalidade: os desafios da comunicação legislativa nas eleições 2026”, contou com a mediação de Michele Gramacho e reuniu gestores de veículos públicos de todo o país.

A diretora da TV Câmara dos Deputados, Daniela André, abriu as discussões destacando a importância dos critérios editoriais em anos de pleito. “Temos clareza dos limites que precisamos cumprir e seguimos as normas eleitorais”, afirmou. Ela também ressaltou o papel pedagógico que a emissora exerce junto aos parlamentares, consolidando-se como uma referência no trato e na difusão da informação pública.

O debate contou ainda com contribuições regionais e nacionais. Flávio Gonçalves aproveitou o espaço para enaltecer a qualidade técnica e de conteúdo da TV ALBA. Já Gerson de Castro destacou que o grande desafio atual — e a principal “luta” do setor público de comunicação — é a busca constante por relevância perante a sociedade. Por sua vez, Nara Riella explicou que, para garantir a isenção, a emissora foca seu conteúdo de forma direta e exclusiva na atividade legislativa durante os períodos eleitorais.

DESAFIOS DA IMPRENSA

Na sequência, o foco se voltou para os desafios diários da imprensa jornalística com o painel “O desafio da imparcialidade: cobertura política em tempos de polarização extrema”.

Sob a mediação de Karina Araújo, a mesa reuniu experientes profissionais do cenário baiano para discutir os obstáculos da cobertura em um país politicamente dividido. Participaram da discussão os jornalistas especializados Carine Andrade e Victor Pinto, além dos editores Henrique Brinco e Osvaldo Lyra.

Para fechar a manhã de aprendizados, o jornalista, estrategista de marketing político e especialista em comunicação digital Paulo Maneira subiu ao palco para ministrar a palestra “Muito antes das urnas: estratégia, planejamento e decisão no tempo político certo”.

Aproveitando o momento de imersão estratégica com o público, Maneira realizou o lançamento oficial do seu livro, Campanha Planejada, com direito a sessão de autógrafos. Após uma pausa para o almoço, as atividades do 2º Encontro de Comunicação Legislativa da Bahia retornam no período da tarde, quando ocorrerá o encerramento do evento.

Reportagem: Joana Vitória  
Edição: Franciel Cruz



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Temas relevantes da pauta política marcaram o 2º Encontro de Comunicação Legislativa da Bahia



Com rodas de conversa sobre fakenews e cota de gênero e uma palestra intitulada “Do like ao voto”, o 2º Encontro de Comunicação Legislativa da Bahia – que este ano teve como tema central “Eleições 2026: comunicação pública, limites legais e estratégia digital”-, encerrou sua programação, na tarde desta quinta-feira (14), no Auditório Jornalista Jorge Calmon da Assembleia Legislativa da Bahia.

Realizado pela ALBA, por meio da Fundação Paulo Jackson, o evento conta com o apoio de importantes instituições, como a Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), União dos Vereadores da Bahia (UVB) Centro das Indústrias do Estado da Bahia (Cieb), Federação do Comércio da Bahia (Fecomércio) e Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb)

Mediado pelo jornalista Jefferson Beltrão, o primeiro painel da programação da tarde versou sobre o questionamento “Fake news decidem eleições? O desafio da comunicação pública diante da desinformação” e teve como participantes as presidentes da Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba), as jornalistas Suely Temporal e Fernanda Gama; o chefe de comunicação da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Fábio Sena, e o diretor de comunicação da Casa Legislativa, Luiz Fernando Lima.

Na discussão, foi unânime a opinião sobre a dispersão da comunicação por conta do advento e a utilização indiscriminada da tecnologia para a desinformação da população, sobretudo na política, tanto na produção de conteúdos falsos, quanto na sua disseminação sem critério ou apuração. “Hoje todo mundo é veículo, todo mundo dissemina informação, e isso é muito bom por um lado, mas causa muitos outros desafios por outro, porque você perde o filtro da veracidade, da apuração da informação”, afirmou a presidente da ABI. Na opinião da presidente da ABI, para quem o eleitor é quem decide a eleição, o remédio para a doença, a fakenews, é a busca de canais fidedignos, “e aí entra o trabalho do jornalista, do profissional, que tem que ser valorizado, que pode ser a cura”, disse.

A titular do Sinjorba, Fernanda Gama, discorreu sobre a dificuldade de desmentir uma desinformação que já foi amplamente difundida e da necessidade de conscientizar a sociedade para a busca de um jornalismo responsável. “Um jornalismo ético para se informar, não somente no Instagram, no Facebook ou em grupos de WhatsApp, e se tiver uma mínima dúvida, que ache aquilo ali absurdo, pesquise, tente comprovar se aquilo ali é de fato verdade ou se é fakenews”, colocou.

Para o diretor da Comunicação ALBA, Luiz Fernando Lima, as fakenews podem surtir menos efeito nos resultado das eleições se o político tiver uma reputação sólida e der uma resposta rápida. Ele destacou também o dever ético do jornalismo profissional de combater a desinformação e a importância de se ouvir todos lados na construção de uma matéria jornalística. “Então, a gente dá um lado numa matéria, e para engajar, a gente dá o outro em outra matéria. E isso é compartilhado pelos grupos. E só chega uma informação nesse jornalismo opinativo, declarativo e pouco analítico. Isso contribui para um cenário permeável à distribuição de fake news”, afirmou.

COTA DE GÊNERO

O debate seguinte, intitulado “Cota de Gênero: Quando a representatividade vira estratégia de fraude, a democracia inteira é posta à prova”, contou com a participação da vereadora por Goiânia, socióloga, pesquisadora e comunicadora, Aava Santiago; da advogada especialista em Direito Eleitoral e cientista política, Gabriela Rollemberg; e a advogada especialista em Direito Eleitoral e Direito da Mulher e presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB de Lauro de Freitas, Jordanna Sá Barreto.

Nos diálogos, a reflexão sobre os meandros para a inclusão real das mulheres no território político brasileiro. Segundo a mediadora do painel, a jornalista da TV ALBA, Karine Araújo, a política avançou bastante com o mecanismo de participação feminina, a cota mínima de 30%, mas criou o fenômeno das candidaturas fictícias apenas para cumprir com a legislação eleitoral. “Estamos diante de uma irregularidade jurídica mas também de um fenômeno que atrapalha a inclusão de mulheres que realmente querem ocupar os espaços de poder de forma legítima, com propostas de melhoria para a nossa sociedade”.

Especialista em Direito Eleitoral, Gabriela Rollemberg lamentou o descumprimento da lei pela maioria dos partidos, resultando em cassações de mandatos. “Isso ocorre porque, de fato, os partidos não querem candidatas verdadeiras ou viáveis, e as mulheres não querem só ser candidatas, elas querem ser eleitas, e pra garantir uma eleição precisa recurso, visibilidade e um espaço mínimo no partido pra que a candidatura se torne um mandato”, afirmou.

Para a vereadora goiana, Aava Santiago, a resistência à presença feminina nos espaços de poder faz parte de um processo de repressão histórica às mulheres, culminando com o mecanismo dos partidos para a desistência da candidatura. “Quando a gente pensa em cota de gênero, fraude na cota, não estamos pensando somente em um processo eleitoral, mas numa estrutura programada, organizada, financiada para nos manter apartadas dos processos de poder. Disputar a eleição para a mulher não é o ponto de partida, é o resultado de uma série de percursos para inverter esse tripé, do cansaço, do enlouquecimento e da solidão”.

O encontro foi encerrado com a palestra da psicóloga, escritora, consultora digital para perfis políticos e fundadora do Portal do Assessor, Gisele Meter, intitulada “Do Like ao Voto: Como o marketing digital decide eleições.

MANHÃ

O primeiro painel da manhã, intitulado “Transparência e Legalidade: os desafios da comunicação legislativa nas eleições 2026”, contou com a mediação de Michele Gramacho e reuniu gestores de veículos públicos de todo o país.

A diretora da TV Câmara dos Deputados, Daniela André, abriu as discussões destacando a importância dos critérios editoriais em anos de pleito. “Temos clareza dos limites que precisamos cumprir e seguimos as normas eleitorais”, afirmou. Ela também ressaltou o papel pedagógico que a emissora exerce junto aos parlamentares, consolidando-se como uma referência no trato e na difusão da informação pública.

O debate contou ainda com contribuições regionais e nacionais. Flávio Gonçalves aproveitou o espaço para enaltecer a qualidade técnica e de conteúdo da TV ALBA. Já Gerson de Castro destacou que o grande desafio atual — e a principal “luta” do setor público de comunicação — é a busca constante por relevância perante a sociedade. Por sua vez, Nara Riella explicou que, para garantir a isenção, a emissora foca seu conteúdo de forma direta e exclusiva na atividade legislativa durante os períodos eleitorais.

DESAFIOS DA IMPRENSA

Na sequência, o foco se voltou para os desafios diários da imprensa jornalística com o painel “O desafio da imparcialidade: cobertura política em tempos de polarização extrema”.

Sob a mediação de Karina Araújo, a mesa reuniu experientes profissionais do cenário baiano para discutir os obstáculos da cobertura em um país politicamente dividido. Participaram da discussão os jornalistas especializados Carine Andrade e Victor Pinto, além dos editores Henrique Brinco e Osvaldo Lyra.

Para fechar a manhã de aprendizados, o jornalista, estrategista de marketing político e especialista em comunicação digital Paulo Maneira subiu ao palco para ministrar a palestra “Muito antes das urnas: estratégia, planejamento e decisão no tempo político certo”.

Aproveitando o momento de imersão estratégica com o público, Maneira realizou o lançamento oficial do seu livro, Campanha Planejada, com direito a sessão de autógrafos.



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ALBA abre 2º Encontro de Comunicação Legislativa com foco nas eleições 2026



Teve início, na manhã desta quarta-feira (13), o 2º Encontro de Comunicação Legislativa da Bahia. A abertura do evento, promovido pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), por meio da Fundação Paulo Jackson, instituição gestora da TV ALBA e da Rádio ALBA, aconteceu no Auditório Jornalista Jorge Calmon.

Nesta segunda edição, o encontro tem como tema “Eleições 2026: Comunicação Pública, Limites Legais e Estratégia Eleitoral” e segue até esta quinta-feira (14). Nesse contexto, as mesas de debates abordarão assuntos como lei eleitoral, novas regras, estratégias de comunicação, marketing político e digital. Ao longo destes dois dias de encontro, profissionais renomados de diversas áreas farão palestras e tirarão dúvidas do público, formado por vereadores, deputados, assessores parlamentares, assessores jurídicos, pré-candidatos, dentre outros interessados na temática.

A mesa de abertura foi composta pelo deputado Rosemberg Pinto (PT), líder do Governo na ALBA, que representou a presidente da Casa, deputada Ivana Bastos; pela diretora da Fundação Paulo Jackson, Michelle Gramacho; pela advogada Maisa Rios, presidente da Comissão Especial de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), representando a presidente Daniela Borges; pela gerente de comunicação institucional da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Mônica Mello, representando o presidente Carlos Henrique Passos; pelo presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo da Bahia (Fecomércio), Kelsor Gonçalves Fernandes; e por Gerson de Castro, presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral).

Em sua saudação, Rosemberg Pinto falou da responsabilidade de representar a chefe do Parlamento baiano no evento e destacou a importância do debate sobre a comunicação no cenário eleitoral. “Estou muito honrado por este convite para participar desse encontro. Eu sou entusiasta da comunicação, minha formação é em gestão da comunicação, e esse é um tema instigante. Este ano, o encontro vem com esse olhar voltado para as eleições, e aqui é um espaço aberto para fortalecer a democracia”, afirmou.

NOVO PAPEL DA MULHER

Michelle Gramacho, gestora da Fundação Paulo Jackson e diretora da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), foi quem fez a palestra de abertura com o tema “Comunicar com estratégia, liderar com coragem e disputar o poder: o novo papel da mulher na política”.

Ela explicou que a primeira edição foi marcada pela integração do Parlamento baiano com as câmaras municipais de diversos municípios, em função da expansão do sinal aberto da TV ALBA. Naquele momento, frisou Michelle, o foco foi a comunicação como agente de transformação social.

“Nesse segundo encontro, por ser um ano eleitoral, focamos o tema na questão das eleições, da estratégia política, da estratégia de comunicação, da comunicação pública e também das regras das eleições de 2026. Assim, ampliamos a participação para deputados, deputadas, pré-candidatos, pré-candidatas, assessores jurídicos e assessores de comunicação. Ou seja, todas as pessoas que têm interesse no tema comunicação e eleições de 2026 foram convidadas para participar desse encontro”, detalhou a diretora. Para compor os painéis de debate, Michelle Gramacho explicou que foram convidados profissionais renomados em suas respectivas áreas.

Logo após a abertura oficial do encontro, dois especialistas subiram ao palco para falar sobre a importância do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e da Justiça Eleitoral para a integridade do processo eleitoral e a garantia da democracia. Os convidados foram o desembargador Moacyr Pitta Lima Filho, do TRE-BA, e o procurador-geral da ALBA, Rafael Barretto. O painel foi mediado pela jornalista e apresentadora da TV ALBA, Karina Araújo.

Reportagem: Aparecido Silva 
Edição: Divo Araújo 













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Programa do Legislativo promove capacitação de assessores e vereadores



Mais de 100 servidores, entre assessores e vereadores parlamentares de câmaras legislativas municipais do interior da Bahia, estão sendo capacitados em Pareceres Jurídicos de Projetos de Lei, na modalidade EAD, pelo Programa Multiplicar da Escola do Legislativo, da Assembleia Legislativa da Bahia, desde esta quarta-feira (13). Ministrada pelo advogado e gerente de Apoio Técnico da Diretoria Legislativa, Ian Schwarz, a capacitação acontece nas quartas e quintas desta e da próxima semana, na Casa Legislativa, para duas turmas distintas, nos turnos matutino e vespertino.

O curso trata da elaboração textual do parecer jurídico de projetos de lei, abordando a fase de discussão sobre as matérias a serem analisadas pelo parlamentar, que oferece, depois, um juízo a respeito, observando os aspectos constitucionais, legais, jurídicos, e o mérito das leis propostas. “É importante que as casas consigam executar a tarefa de uma forma tal que só seja aprovado um projeto que seja constitucional, que seja interessante para a sociedade, aprimorando, no final das contas, a qualidade da produção legislativa das casas”, afirmou Ian Schwartz.

Segundo o instrutor, numa época de utilização exacerbada da inteligência artificial, o curso vai dar bases para a construção do texto utilizando uma linguagem acessível, tanto para o parlamentar, que vai ler o parecer na reunião das comissões ou no plenário, e também para a população. “Que as pessoas continuem tendo contato com a produção de texto, para que não fiquem terceirizando tudo para a inteligência artificial e outras ferramentas similares”, acrescentou.

MULTIPLICAR

Executado pela Escola do Legislativo da ALBA, o Programa Multiplicar tem firmado acordos de cooperação técnica com as câmaras municipais da Bahia de 65 municípios baianos. Além de proporcionar educação continuada nos eixos corporativo e cidadão, o projeto tem a meta ambiciosa de incentivar as câmaras a abrirem suas próprias escolas do Legislativo.


Participam do Curso de Pareceres Jurídicos de Projetos de Lei servidores dos municípios de Nazaré, Caetité, Nova Canaã, Camaçari, Ribeira do Pombal, Belmonte, Feira de Santana, Itabuna, Jandaíra, Euclides da Cunha, Santo Antônio de Jesus, Alagoinhas, Mirante, Nova Viçosa, Piripá, Riachão do Jacuípe e Curaçá.

Reportagem: Rita Tavares 
Edição: Franciel Cru z



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