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Direitos Humanos em Foco: Plantão Integrado da SJDH reforça proteção na Micareta de Feira 2025


Direitos Humanos em Foco: Plantão Integrado da SJDH reforça proteção na Micareta de Feira 2025
Direitos Humanos em Foco: Plantão Integrado da SJDH reforça proteção na Micareta de Feira 2025

Foto: Ascom/SJDH

Pelo terceiro ano consecutivo, a folia de Feira vai contar com ações de proteção de direitos e prevenção a violações

A segunda maior cidade da Bahia se prepara para a sua grande Micareta e não é somente a grade de artistas que irá surpreender na edição deste ano. Durante os dias da folia (1º a 4 de maio de 2025), a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) do Governo da Bahia, entra em campo com dezenas de instituições parceiras, para garantir que a festa seja também um espaço de cidadania, inclusão e respeito. Para isso, vão ser instalados dois postos de atendimento do Plantão Integrado dos Direitos Humanos: um no Colégio Luiz Eduardo Magalhães (Rua Vasco Filho, Centro) e outro no Circuito Maneca Ferreira (Avenida Presidente Dutra, Centro).

O Plantão Integrado faz parte do projeto “Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia”, que leva ações de prevenção, acolhimento e resposta rápida a situações de violação de direitos em grandes eventos. Nesses espaços, denúncias e reclamações de violações — como casos de violência contra crianças, adolescentes, mulheres, população LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e pessoas idosas — serão acolhidas, registradas e encaminhadas aos órgãos competentes.

Para o titular da pasta, o secretário Felipe Freitas, que também é filho da Princesa do Sertão, os direitos humanos não tiram folga, nem mesmo em tempo de festa. “Estar presente em grandes eventos como a Micareta é uma demonstração do nosso compromisso com a proteção e promoção da dignidade humana. Queremos que todas as pessoas celebrem com segurança, respeito e liberdade. A atuação integrada permite um acolhimento mais rápido e eficaz, além de fortalecer a cultura de paz e cidadania em nosso estado”, descreve.

Ações que fortalecem a rede de proteção

Durante o evento, o Plantão Integrado dará atenção especial a públicos prioritários como crianças e adolescentes, pessoas com deficiência, pessoas idosas, mulheres, população LGBTQIAPN+, pessoas negras, consumidores e consumidoras, além de catadores e catadoras de materiais recicláveis. Entre as iniciativas da rede de instituições coordenadas pela SJDH durante a Micareta de Feira, destacam-se:

Mobilizações Educativas: distribuição de materiais da campanha “Respeito é Nosso Direito!”, com mensagens contra o racismo, a LGBTfobia, o capacitismo, a xenofobia e o etarismo.

Pulseiras de Identificação: entregues para crianças, adolescentes e pessoas com surdez, visando garantir a proteção e a identificação rápida em caso de desencontros.

Orientação e Fiscalização pelo Procon-BA: atuação para proteger consumidores, fiscalizar fornecedores, camarotes e garantir condições adequadas de acessibilidade e inclusão.

Formação para Forças de Segurança: em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), agentes de segurança (policiais militares, civis e bombeiros) recebem capacitação em direitos humanos para promover abordagens mais acolhedoras e respeitosas.

Guia da Rede de Proteção: publicação que reúne informações sobre os serviços disponíveis para atendimento e defesa dos direitos humanos durante o evento, fortalecendo a atuação em rede.

Relatórios diários:  além dos atendimentos, a equipe do Plantão Integrado também irá gerar boletins diários com o balanço das ocorrências registradas, promovendo transparência e agilidade na resposta aos casos.

Parceiros

A atuação do Plantão Integrado conta com a parceria de diversos órgãos e instituições, entre eles: órgãos federais como o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5) e o Ministério Público do Trabalho (MPT); órgãos estaduais do sistema de Justiça como o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), o Ministério Público da Bahia, a Defensoria Pública Estadual (DPE); Secretarias Estaduais de Segurança Pública (SSP-BA), de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), de Políticas para Mulheres (SPM), de Relações Institucionais (Serin) e a Ouvidoria Geral do Estado; organizações internacionais como o UNICEF; órgãos municipais, a exemplo das Secretarias de Desenvolvimento Social, Conselhos Tutelares e Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); e organizações da sociedade civil como a Pontos Diversos, a Cáritas Brasileira Regional Nordeste II, o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fetipa) e o Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolesc


Primeira terça-feira do mês: Camerata Bahia Cordas anima a Terça Musical de maio


Primeira terça-feira do mês: Camerata Bahia Cordas anima a Terça Musical de maio
Primeira terça-feira do mês: Camerata Bahia Cordas anima a Terça Musical de maio

Foto: Divulgação/Osba

Evento acontece no dia 6, às 15h, no Cinema do Museu

O mês de maio promete movimentar a programação anual em celebração aos 50 anos do Museu Geológico da Bahia (MGB). O equipamento, administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), promove mais uma edição do projeto Terças Musicais, na primeira terça-feira do mês, dia 6 de maio, com a apresentação da camerata Bahia Cordas. O evento será realizado às 15h, no Cinema do Museu.

A Bahia Cordas, que foi fundada em março de 2007, apresenta um repertório versátil, de música barroca a sacra e popular, além de composições autorais. A Camerata, da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), é formada por José Fernandes e João Campos, nos violinos; Laércio Souza dos Santos, na viola; Luís Daniel, no violoncelo e Orley Francisco, que comanda o contrabaixo.

O projeto Cameratas da OSBA tem como objetivo criar oportunidades de apreciação musical com vistas à difusão e o acesso à música erudita e popular, contribuindo para a formação cidadã dos baianos. As apresentações têm caráter artístico e didático, e caracterizam-se pela execução de um repertório que mescla diferentes gêneros e estilos, intercaladas com a explicação sobre as obras, seus compositores, o período histórico em que foram criadas, entre outras abordagens.

Terças Musicais: 10 anos de democracia musical

O projeto Terças Musicais completou 10 anos em setembro de 2024 e ocorre uma terça-feira por mês. Conta com a apresentação de uma camerata da Orquestra Sinfônica da Bahia, que reforça o objetivo da Osba de democratizar o acesso à música erudita e popular, contribuindo para a formação de novas plateias, explorando e divulgando obras de grandes compositores.

Chegue mais cedo

Para quem pretende assistir à apresentação da camerata, o MGB é um ótimo programa. Dispõe de 15 exposições temáticas, com salões de Rochas Ornamentais e de Fósseis extraídos da fauna baiana. O espaço também trabalha com visita pedagógica, voltada para grupos acima de 15 pessoas, devendo ser agendada previamente através do telefone (71) 3115-7971 e do e-mail: [email protected].

O Museu Geológico está localizado na Avenida Sete de Setembro, nº 2195, Corredor da Vitória. Funciona de terça a sexta, das 13h às 18h e aos sábados e domingos das 13h às 17h.
 


Uesb inicia cursos de Licenciatura em Educação do Campo e Quilombola


Uesb inicia cursos de Licenciatura em Educação do Campo e Quilombola
Uesb inicia cursos de Licenciatura em Educação do Campo e Quilombola

Foto: Ascom/Uesb

A Uesb deu início às primeiras turmas dos cursos de Licenciatura em Educação do Campo e em Educação Escolar Quilombola, por meio do Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica. As aulas magnas foram realizadas nos campi de Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista, reunindo as primeiras turmas das duas formações.

Os cursos são destinados a professores que já atuam na Educação Básica e desejam ter uma segunda licenciatura. A iniciativa irá qualificar esses docentes para atuação, sobretudo, em contextos historicamente invisibilizados. “Queremos impactar diretamente a prática pedagógica, o conteúdo ensinado e, principalmente, o modo como olhamos para os estudantes do campo e quilombolas”, ressalta Reginaldo Pereira, pró-reitor de Graduação da Uesb.

Educação que transforma – Em Itapetinga, a palestra de abertura trouxe como tema “A educação do/no campo e a policrise capitalista – do presente ao futuro” e foi ministrada por Obede Guimarães, professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e integrante do Movimento Sem Terra. “Esses cursos surgem para enfrentar os desafios das escolas do campo, respeitando suas culturas e modos de vida”, afirmou Obede, que também apontou a Educação do Campo como uma resposta às crises enfrentadas pelas escolas rurais e às desigualdades sociais.

Mudar o olhar para a formação é objetivo de Roberta Pacheco Caetano nessa jornada. Filha de trabalhadores rurais, Roberta é uma das aprovadas para a primeira turma do curso de Licenciatura em Educação do Campo. “Meus pais abandonaram o sonho dos estudos pela luta na lavoura. Mesmo assim, garantiram que seus filhos tivessem acesso à escola”, relatou.

A estudante enfrentou muitos desafios, mas manteve viva sua promessa de cuidar da família e investir nos estudos. Roberta foi a primeira entre os quatro irmãos a concluir o Ensino Médio e ingressar na Universidade. Inspirada pela escritora Conceição Evaristo, ela leva consigo a frase: “o importante não é ser o primeiro ou a primeira, o importante é abrir caminhos”.

Hoje, ela vê na formação a chance de reescrever sua história e fortalecer as raízes que a ligam ao campo. “A Educação do Campo valoriza os costumes do nosso povo e possibilita que novas gerações tenham orgulho de suas origens”, destacou. 


SPM dialoga com pescadoras e marisqueiras sobre autonomia econômica na pesca e garantia de direitos


SPM dialoga com pescadoras e marisqueiras sobre autonomia econômica na pesca e garantia de direitos
SPM dialoga com pescadoras e marisqueiras sobre autonomia econômica na pesca e garantia de direitos

Fotos: Cláudia Oliveira- Ascom/SPM

A Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM) promoveu, nesta terça-feira (29), mais um encontro com pescadoras, marisqueiras, quilombolas e agentes pastorais, na sede do órgão, em Salvador, ligadas ao Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais, à Articulação Nacional de Quilombos e ao Conselho Pastoral dos Pescadores. O objetivo foi dialogar sobre políticas públicas para as trabalhadoras do setor pesqueiro.

Este é o segundo encontro realizado, neste ano, entre as lideranças destes movimentos e a SPM. A secretária da SPM, Neusa Cadore, ressaltou a necessidade do diálogo permanente com os movimentos sociais e a superintendente de Promoção e Inclusão Socioprodutiva da SPM, Luciana Mota, fez uma devolutiva dos encaminhamentos que estão sendo realizados, desde o primeiro diálogo, no mês de fevereiro. A superintendente anunciou a ampliação do convênio Elas à Frente da Pesca no município de Cachoeira, que incluirá mulheres de Maragogipe. Também haverá a ampliação do Edital Mães Solos e Mães Atípicas.

Dentre outras ações, a SPM também está fazendo a interlocução das pautas encaminhadas pelas mulheres da pesca junto a diferentes organismos como a Casa Civil e a Bahia Pesca. Na própria SPM, está em tratativa no jurídico, o desenvolvimento de um marco legal para dar luz à realidade das marisqueiras e pescadores. “Tudo isso faz parte deste processo permanente de escuta com as mulheres de diferentes grupos, que também envolvem mães atípicas, mães solo, mulheres de terreiro e a rede de mulheres negras. Ouvir estas mulheres, na sua diversidade, é fundamental para entender o que elas precisam e aonde a gente pode ir, para além do que está sendo feito e, assim, fazer com que a política de promoção e inclusão social produtiva alcance, de fato, os anseios delas e das comunidades”, comentou.

Durante o encontro, as participantes reforçaram os enfretamentos travados no cotidiano de trabalho, como a dificuldade do acesso a direitos; ocupações irregulares dos territórios de povos e comunidades tradicionais; os impactos das mudanças climáticas sobre a atividade pesqueira; e a violência de gênero.

Adailma Santana, conhecida com ‘Nega de Passé’, é presidenta da Associado Quilombola de Passé, em Candeias. Com 48 anos de idade, Adailma falou que desde criança trabalha na pesca, ofício que aprendeu com seus antepassados. Seu clamor é pelo respeito à profissão e por condições dignadas de trabalho. Ela saiu confiante com o desdobramento da reunião. “Esses momentos são muito importantes, porque a gente espera ter o que a gente veio buscar. Estamos saindo daqui fortalecida com as ideias e as pautas que foram faladas para que a gente possa conseguir levar para dentro dos nossos territórios”, comentou.


SPM terá ações de prevenção e enfretamento à violência contra as mulheres na Micareta de Feira de Santana


SPM terá ações de prevenção e enfretamento à violência contra as mulheres na Micareta de Feira de Santana
SPM terá ações de prevenção e enfretamento à violência contra as mulheres na Micareta de Feira de Santana

Foto: Divulgação/Ascom SPM

A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM) intensificará suas ações de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres durante a Micareta de Feira de Santana, uma das maiores festas populares do estado, que acontece de 1º a 4 de maio. Serão realizadas campanhas contra o abuso e à importunação sexual e as mulheres contarão com um ponto de apoio, a Tenda Oxe, me respeite.

A secretária Neusa Cadore, ressaltou a importância da atuação da SPM em eventos como a Micareta de Feira. “A Micareta é uma festa linda e importante para a cultura baiana, mas também é um período em que precisamos redobrar a atenção e o cuidado com as mulheres. A presença da SPM é fundamental para oferecer um espaço seguro de acolhimento e para disseminar a mensagem de respeito e prevenção à violência. Queremos que as mulheres possam aproveitar a festa com alegria e segurança, sabendo que têm a quem recorrer em caso de necessidade”, afirmou Neusa.

A Tenda Oxe, me respeite será instalada estrategicamente, ao lado do posto da Ronda Maria da Penha, reforçando a rede de proteção para as mulheres durante o evento. O espaço funcionará das 16h às 2h da madrugada, de quinta a domingo.

Além do espaço de acolhimento, a Secretaria promoverá a Campanha do Laço Branco, distribuindo pulseiras com a mensagem “Oxe, eu respeito as mulheres” em blocos com grande concentração masculina. A iniciativa visa sensibilizar os foliões sobre a importunação, o abuso sexual e, sobretudo, sobre o respeito às mulheres. As ações da campanha ocorrerão no Bloco Lá Vem Elas, durante a distribuição dos abadás e no desfile do bloco no sábado (3).

Pensando no conforto e higiene das foliãs, a SPM também distribuirá funis urinários descartáveis, que trazem informações importantes como o Disque Denúncia 180. As ações da SPM não se restringem ao circuito da folia. A secretaria também realizará a campanha Oxe, me respeite, com ações preventivas nos principais pontos turísticos e de desembarque da cidade. Serão distribuídos materiais informativos, com o objetivo de sensibilizar turistas e moradores sobre a importância do enfrentamento à importunação sexual e à violência baseada em gênero.

Fonte: Ascom/SPM