Hilton Coelho sugere espaço para familiares de presos na Mata Escura

O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), indicação ao governador Jerônimo Rodrigues sugerindo a implementação do programa Todo Sonho é Possível, idealizado por Adson Bizerra Lima. A proposta prevê a criação de um Espaço de Acolhimento e Convivência Familiar no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, como medida para … Leia Mais



Jusmari destaca importância de Barreiras para o desenvolvimento da Bahia

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), por iniciativa da deputada Jusmari Oliveira (PSD), apresentou uma moção de aplausos ao município de Barreiras pela celebração dos 135 anos de emancipação política, comemorados na última terça-feira (26), reconhecendo sua relevância histórica, econômica e social para o desenvolvimento do estado. “Barreiras consolidou-se como referência regional e um dos … Leia Mais


Fabrício Falcão parabeniza Encruzilhada por menção honrosa concedida pelo MEC

O deputado Fabrício Falcão (PC do B) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma moção de aplausos ao município de Encruzilhada pela menção honrosa da Medalha Paulo Freire, concedida pelo Ministério da Educação na última segunda-feira (18). O legislador solicitou que a Casa dê ciência da homenagem ao prefeito Dr. Pedrinho, bem como a … Leia Mais



Projeto do governo amplia gratificação a docentes do sistema prisional



Tramita na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) o Projeto de Lei (PL) nº 26.292/2026, de autoria do Poder Executivo, que concede a Gratificação pelo Exercício em Unidade do Sistema Prisional (Geusp) aos profissionais da educação que atuam em escolas vinculadas a unidades prisionais baianas. A proposta foi publicada no Diário Oficial do Legislativo nesta terça-feira (26).

De acordo com o artigo 1º, a Geusp será concedida aos ocupantes de cargos efetivos das carreiras do magistério público dos ensinos fundamental e médio, integrantes do grupo ocupacional da educação, desde que estejam em exercício nas escolas do sistema prisional sob a gestão da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).

A gratificação também alcançará profissionais que atuam em escolas vinculadas às unidades de cumprimento de medida socioeducativa de internação no âmbito da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac).

Em mensagem enviada ao Legislativo, o governador Jerônimo Rodrigues argumentou que a proposta visa valorizar a categoria de docentes que enfrenta, diariamente, desafios equivalentes aos que inspiraram a criação da gratificação, pois lida com ambiente restritivo de liberdade, protocolos de segurança e demandas pedagógicas intensas que exigem preparo, dedicação e compromisso excepcionais.

Reportagem:  Aparecido Silva 
Edição: Divo Araújo 



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ONG ‘Tamo Juntas’ é homenageada na ALBA pelo combate à violência contra a mulher



Na manhã desta terça-feira (26), a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) foi palco de um encontro marcado pela emoção, memória e reafirmação política. A Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público realizou um ato de celebração em homenagem aos 10 anos da ONG Tamo Juntas, organização baiana que se tornou referência nacional na prestação de assessoria multidisciplinar gratuita para mulheres em situação de violência. O evento foi convocado a pedido da presidente do colegiado, deputada Olívia Santana (PCdoB).

Para demarcar essa década de resistência e solidariedade, a mesa do ato reuniu lideranças políticas, fundadoras e profissionais que constroem a rede de apoio da organização. Além da proponente do ato, estiveram presentes Laina Crisóstomo, fundadora da ONG Tamo Juntas; Rose Oliveira, atual presidente da ONG; Aline Cerqueira, primeira assistente social a atuar na organização; Camilla Batista, secretária de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA); Ângela Guimarães, secretária de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (Sepromi); e Luz Marina, ex-diretora do Conjunto Penal Feminino de Salvador.

O evento foi pautado por discursos que uniram a urgência do enfrentamento à violência de gênero à necessidade de uma atuação política interseccional.

Olívia Santana abriu as falas destacando a essência transformadora da organização. Ela ressaltou que a força da Tamo Juntas não vem de grandes estruturas econômicas, mas dos laços de companheirismo, solidariedade e consciência política. “A violência contra a mulher é entrelaçada por gênero, raça e classe social. Nós temos que sempre abordar essa questão com uma visão integrada das opressões, a interseccionalidade, que é fundamental para garantirmos uma perspectiva de superação”, pontuou a deputada.

Visivelmente emocionada, Laina Crisóstomo, fundadora da ONG, relembrou a trajetória desde as idas aos presídios até a atuação complexa no Tribunal do Júri, espaço que, segundo ela, ainda gera inseguranças e pânico, mas que precisa ser ocupado. Laina reforçou o lema que move a organização. “Algo nesses 10 anos não mudou: a certeza de que o feminismo salva vidas e a luta feminista vale a pena. A gente não pode desistir do acolhimento e da luta coletiva, porque, se a gente não segura nas mãos das outras, estamos fadadas a ficar mais vulneráveis”.

Esse senso de coletividade foi endossado por Rose Oliveira, atual presidente, que conheceu a ONG ainda na faculdade, em 2016, e fez do tema o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Rose destacou a dificuldade diária de romper os ciclos de violência, lembrando que a organização atua também por si mesma, visto que as próprias voluntárias estão inseridas em uma sociedade misógina. Na mesma linha, Aline Cerqueira, primeira assistente social do projeto, expressou gratidão e lembrou o quanto o trabalho diário de enfrentamento é “pesado e nos torna vulneráveis”, mas ressaltou a importância da rede de profissionais para sustentar os atendimentos.

Representando o Poder Executivo, as secretárias de Estado trouxeram a perspectiva sistêmica e institucional. Camilla Batista (SPM-BA) elogiou a humanização e a capacidade técnica da ONG, destacando a hostilidade do sistema de Justiça institucional e as violências políticas de gênero enfrentadas inclusive por advogadas.

Já Ângela Guimarães (Sepromi) fez um resgate político contundente. Ela classificou a Tamo Juntas como um marco histórico para jovens mulheres, em sua maioria negras. Ângela relembrou o ambiente de 2016, ano de fundação da ONG e do impeachment da então presidenta Dilma Rousseff. “Era este ambiente de misoginia, de perseguição política. Não existe neutralidade institucional. Faço uma reverência em nome de toda a coletividade da Tamo Juntas, porque sabemos que a violência contra as mulheres é algo que, infelizmente, ainda está normalizado na nossa sociedade”.

TRAJETÓRIA DA ONG

Para entender a celebração de hoje, é preciso olhar para o ano de 2016. A Tamo Juntas nasceu em maio daquele ano, em Salvador, como uma organização não governamental feminista, antirracista, anticapitalista e anti-LGBTQIA+fóbica.

Sua semente, no entanto, foi plantada em 8 de abril de 2016, por meio de uma publicação de Laina Crisóstomo no Facebook, aderindo à campanha “Mais amor entre nós”, idealizada pela jornalista baiana Sueide Kintê. Laina se ofereceu para atuar gratuitamente como advogada, uma vez por mês, para mulheres em situação de violência. A repercussão foi imediata: milhares de curtidas, compartilhamentos e, sobretudo, pedidos desesperados de socorro.

Logo, as advogadas Aline Nascimento e Carolina Rola uniram-se a Laina. Em apenas um mês, a página oficial foi criada e o projeto se expandiu exponencialmente, ganhando projeção nacional após atuar no debate público sobre o caso do estupro coletivo de uma adolescente no Rio de Janeiro.

Hoje, 10 anos depois, a Tamo Juntas é uma rede formada por advogadas, assistentes sociais, psicólogas, pedagogas, médicas e dentistas espalhadas por todas as regiões do Brasil. O foco da organização é evitar a revitimização das mulheres, acompanhando-as desde o registro do boletim de ocorrência nas delegacias até pedidos de medidas protetivas, atuação em Varas de Família e assistência de acusação em casos de violência sexual e júris de feminicídio. Além do sistema judiciário, a ONG garante encaminhamento psicológico e articulação com a rede de assistência social, visando à plena retomada da vida e da dignidade dessas mulheres após o ciclo de violência.



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TJ-BA propõe ampliar número de desembargadores de 70 para 75



A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) analisa o projeto de lei enviado pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), José Edivaldo Rocha Rotondano, que amplia o número de desembargadores no Judiciário baiano. O texto foi publicado no Diário Oficial do Legislativo nesta terça-feira (26).

O PL nº 26.291/2026 altera os artigos 38 e 315 da Lei nº 10.845, de 27 de novembro de 2007, para elevar de 70 para 75 o número de desembargadores do TJ-BA. O texto também prevê a criação dos cargos de diretor de Secretaria de Câmara, secretário-adjunto de Câmara, supervisor administrativo de Cartório Integrado, assessor de desembargador e assistente de gabinete.

No artigo 5º, o PL estabelece que as despesas decorrentes da criação dos novos cargos serão custeadas com recursos próprios do orçamento do Poder Judiciário.

No ofício encaminhado à presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos, o presidente José Edivaldo Rocha Rotondano argumentou que a iniciativa tem como objetivo promover o aperfeiçoamento da estrutura organizacional do Judiciário baiano, mediante a ampliação do número de desembargadores e a criação de cargos comissionados e funções de apoio necessários à reestruturação das Câmaras Cíveis e ao aprimoramento da gestão administrativa dos Cartórios Integrados.

“A proposta fundamenta-se em diagnóstico técnico que evidencia cenário de acentuada sobrecarga no segundo grau de jurisdição, em razão do crescimento expressivo da distribuição processual e da atual organização das Câmaras Cíveis, cuja composição diverge da média adotada pelos demais tribunais de Justiça do país”, contextualizou o chefe do Judiciário.

Rotondano explicou que a matéria, antes de chegar à ALBA, foi aprovada internamente por unanimidade pelo Tribunal Pleno, em sessão realizada no último dia 20 de maio. Além disso, frisou o presidente, a proposta foi submetida ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que autorizou o prosseguimento da tramitação e o envio ao Parlamento estadual para apreciação.

Reportagem: Aparecido Silva
Edição: Divo Araújo



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Jusmari cobra combate à violência contra mulheres após caso no oeste baiano



A deputada Jusmari Oliveira (PSD) manifestou seu repúdio ao episódio de violência ocorrido no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, envolvendo a agressão a uma trabalhadora dentro de seu ambiente profissional. “É inadmissível que uma mulher, no exercício de sua profissão, seja submetida a qualquer forma de constrangimento, ameaça, humilhação ou violência. O local de trabalho deve ser um espaço de dignidade, respeito e segurança, jamais de medo, abuso ou agressão”, protestou.

Jusmari relatou que o caso provoca indignação não apenas pela violência física ocorrida, mas pelo simbolismo cruel de que mais uma mulher foi desrespeitada enquanto exercia suas funções profissionais. “Quando características identitárias ou posicionamentos políticos são usados para atacar, diminuir ou justificar violências contra mulheres, ultrapassa-se o limite do debate democrático e adentra-se o campo da intolerância e da discriminação. A ideologia política não pode se sobrepor à dignidade feminina, nem servir de instrumento para reforçar preconceitos ou legitimar agressões”, destacou.

A presidente da Comissão de Saúde da ALBA frisou que esse tipo de situação reforça a necessidade permanente de enfrentar todas as formas de violência de gênero ainda presentes na sociedade. “Não podemos aceitar que mulheres sejam silenciadas, intimidadas ou violentadas em espaços públicos ou privados. É preciso romper, de forma definitiva, com a cultura da opressão e do machismo, legislando, defendendo e cumprindo medidas que garantam o direito da mulher sobre o seu corpo e sobre a sua autonomia”, observou a deputada.

Por fim, a parlamentar manifestou sua solidariedade e respeito à trabalhadora e a todas as mulheres que diariamente enfrentam situações de violência, constrangimento e intimidação. “Reafirmo meu compromisso com a defesa dos direitos das mulheres e com a construção de uma sociedade baseada na igualdade e na justiça”, concluiu a deputada Jusmari Oliveira, garantindo que “a violência contra a mulher é crime e precisa ser combatida com firmeza”.

Reportagem: Nivaldo Costa 
Edição: Divo Araújo



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Tiago Correia pede iluminação para o bairro de Tancredo Neves, em Salvador



O deputado Tiago Correia (PSDB) protocolou quatro indicações na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) solicitando ao prefeito de Salvador, Bruno Reis, que, através da Secretaria competente, realize os serviços de melhoria para o bairro de Tancredo Neves, na capital baiana. Nos documentos, o parlamentar requer a implantação de dois postes de iluminação pública nas travessas Pedro Ferreira, São Luiz e 1ª Corneta, além da modernização da iluminação pública da rua Paraná.

O parlamentar justificou que suas indicações encontra amparo na Lei Orgânica do Município de Salvador, que estabelece a competência do município para organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, a responsabilidade do poder público municipal quanto à promoção da infraestrutura urbana e à garantia do bem-estar da população, a atribuição do deputado de apresentar proposições e indicações visando à melhoria dos serviços públicos e ao atendimento das demandas da coletividade.

Com relação à insuficiência de iluminação pública nas travessas Pedro Ferreira, São Luiz e 1ª Corneta, o deputado destacou que atende o pedido do líder comunitário conhecido como Tôco, que, segundo ele, “representa a voz dos moradores afetados”.

Já o pedido de iluminação pública da rua Paraná também atende a solicitações de moradores e transeuntes, que se queixam de um ambiente inseguro com pouca luminosidade à noite, “o que compromete a segurança dos pedestres, especialmente idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida”.
Reportagem: Ascom
Edição: Franciel Cruz











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