Produtos baianos com Indicação Geográfica ganham protagonismo na INDEX Bahia 2025


Produtos baianos com Indicação Geográfica ganham protagonismo na INDEX Bahia 2025
Produtos baianos com Indicação Geográfica ganham protagonismo na INDEX Bahia 2025

Foto: Divulgação/Ascom Seagri

O fortalecimento da identidade e da origem dos produtos agropecuários da Bahia tem se consolidado como diferencial competitivo e caminho promissor para o futuro do setor. Essa foi a tônica da participação da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri) no primeiro dia da INDEX Bahia — o maior evento da indústria do estado — realizado no Centro de Convenções de Salvador.

Na programação desta quarta-feira (27), a assessora técnica da Seagri e coordenadora do Fórum Baiano de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas, Waleska Viana, foi palestrante no workshop “Estratégias de Valorização dos Produtos Baianos nos Mercados Internacionais: Normas, Certificações e Indicação de Origem”.

Durante sua apresentação, Waleska destacou a importância da Indicação Geográfica (IG) como ferramenta estratégica para aumentar a competitividade e expandir o acesso dos produtos baianos aos mercados internacionais. “Quando falamos de Indicação Geográfica, falamos de produtos que carregam história, tradição e qualidade reconhecida. Esse diferencial fortalece o produtor e oferece ao consumidor a segurança de adquirir algo único, fruto da nossa terra”, enfatizou.
A presença da Seagri na INDEX Bahia reforça o compromisso do Governo do Estado com o alinhamento do setor agropecuário às novas exigências de mercado, como sustentabilidade, rastreabilidade e autenticidade.

“Além de impulsionar a economia, as IGs fortalecem o turismo, a gastronomia e a identidade cultural. Cada selo vai além de uma certificação: é a garantia de autenticidade e excelência que abre portas para mercados exigentes e diferenciados”, completou Waleska. 

Indicações Geográficas da Bahia

A Bahia já conta com produtos reconhecidos nacional e internacionalmente por meio das IGs, são exemplos de sucesso como o cacau do Sul da Bahia, cachaça de Abaíra, café da Chapada Diamantina, café do Oeste, uvas de mesa e mangas do Vale do Submédio São Francisco, vinhos tropicais do Vale do São Francisco e a tradicional renda de bilro, de Saubara. Outros potenciais estão em análise no estado, como o dendê, artesanatos, esmeraldas, farinhas e carnes, ampliando o leque de riquezas com identidade territorial e proteção industrial.

Fonte: Ascom/Seagri