Maicol Sales dos Santos, dono do Toyota Corolla que foi visto na cena do crime, é o único preso até o momento
Resumo
Vitória Regina de Sousa, 17, foi assassinada em Cajamar, SP. A Polícia Civil investiga três suspeitos, com Maicol Sales dos Santos sendo o principal, enquanto outros dois ex-namorados foram questionados.
A morte de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, assassinada em Cajamar, na Grande São Paulo, gera ainda muitas dúvidas sobre a autoria do crime. Deste modo, a Polícia Civil de São Paulo apura os fatos para esclarecer o ocorrido. Vitória teve o corpo encontrado pela polícia no dia 5 de março em uma região de mata. No entanto, ela desapareceu no dia 26, quando desceu de um ônibus e caminha de volta para casa.
Até o momento, as investigações indicam ao menos três suspeitos. Confira abaixo a relação que todos eles mantinham com a jovem e por que estão sendo investigados.
Maicol Sales dos Santos
Dono do Toyota Corolla que foi visto na cena do crime e perseguindo a adolescente. Polícia encontrou sangue no automóvel. Maicol teve a prisão temporária de 30 dias decretada. Após passar por audiência de custódia no domingo, 9 – que é quando há o primeiro contato entre uma pessoa presa em flagrante e um juiz – teve a prisão mantida. Até o momento, as provas mais robustas são contra Maicol. Por outro lado, a defesa afirma que ele é inocente.
Daniel Lucas Pereira
Teve o celular apreendido e, no aparelho, foram encontradas imagens feitas no local em que Vitória desceu, até o caminho para casa. Os vídeos foram registrados um dia antes do crime. Daniel já foi namorado de Vitória e teve o pedido de prisão negado pela justiça.
Gustavo Vinícius
É ex-namorado de Vitória e ainda mantinha contato com a adolescente. A polícia tem evidências que ele estava perto do local do crime. Também teve o pedido de prisão negado pela justiça.
Ressalta-se que a polícia informou ainda ser preciso encontrar o celular da vítima. Do mesmo modo, também são procurados dois homens suspeitos de terem seguido Vitória assim que ela deixou o trabalho. Já o pai da jovem, Carlos Alberto Souza, que havia sido tratado como um outro suspeito, não é investigado.
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