Bahia emocionada se despede do deputado Alan Sanches

Comoveu a todos os presentes o ato de despedida do deputado Alan Sanches no Salão Nobre da Assembleia Legislativa, pequeno para comportar as mais de mil pessoas que lotaram o local. Autoridades, amigos, familiares, correligionários e eleitores que ocorreram ao local – suportando fina garoa na rampa de acesso ao Palácio Deputado Luís Eduardo Magalhães, … Leia Mais



Assembleia decreta luto por três dias

Provocou comoção a toda a comunidade da Assembleia Legislativa o precoce falecimento do deputado Alan Sanches (UB), vitimado por um enfarte aos 58 anos, no final da manhã de hoje (17.01), em sua residência. A presidente Ivana Bastos decretou luto oficial de 3 dias e disse que a Bahia está de luto, diante da grande … Leia Mais


Assembleia de Carinho amplia ações e consolida papel social na ALBA

“Atitude que transforma”. É com essa missão que, há nove anos, o Instituto Assembleia de Carinho (IAC) desenvolve ações sociais vinculadas à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Em 2025, sob a gestão de Tanisia Cunha, empossada para o biênio 2025-2026, o instituto viabilizou 72 atividades, entre campanhas e projetos voltados a instituições parceiras, como a … Leia Mais



Hilton defende ampliação do atendimento a vítimas de violência sexual na Bahia



O deputado Hilton Coelho (PSOL) apresentou indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) solicitando ao governador Jerônimo Rodrigues o fortalecimento urgente do Serviço Viver, política pública essencial de atendimento a vítimas de violência sexual. A proposta prevê a realização de concurso público e a contratação imediata de profissionais para recompor e ampliar a equipe multiprofissional, em número suficiente para garantir a expansão e a efetividade do serviço.

A iniciativa integra um esforço conjunto do parlamentar com o vereador Professor Hamilton Assis (PSOL), em Salvador, e denuncia a situação crítica enfrentada pelo Serviço Viver, vinculado à Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades). Criado em 2001, o programa tem como missão acolher e acompanhar vítimas de violência sexual e seus familiares, oferecendo atendimento social, psicológico, psicossocial e médico, além de encaminhamento à rede de proteção.

Apesar de sua importância estratégica, diz Hilton, o Serviço Viver opera atualmente de forma precária e insuficiente. Denúncias recebidas pelo mandato indicam que a equipe multiprofissional praticamente inexiste, com o atendimento sendo sustentado por uma estrutura mínima — em alguns casos, apenas uma profissional de serviço social —, restrita a uma única unidade e funcionando com lista de espera, o que inviabiliza o acesso rápido e humanizado às vítimas.

“O que está em curso é o sucateamento de uma política pública essencial. Não se combate a violência sexual com improviso, nem se acolhe mulheres violentadas sem equipe, estrutura e compromisso do Estado”, afirmou Hilton Coelho.

Os dados reforçam a gravidade do cenário. Segundo levantamento do Senado Federal, 27% das mulheres baianas já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, sendo que 23% relataram agressões nos últimos 12 meses. Em Salvador, informações do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania apontam 1.441 casos de violência contra a mulher apenas nos primeiros meses de 2025. Na Bahia, já são 3.273 casos de violações e 395 denúncias neste ano. Em 2024, o total chegou a 41.642 registros, dos quais 13.552 ocorreram na capital.

ACOLHIMENTO COMPROMETIDO

Para especialistas, a existência de uma rede pública estruturada, com atendimento jurídico, psicológico, social e de saúde mental, é decisiva para que as mulheres consigam romper o ciclo de violência e reconstruir suas vidas. A ausência de profissionais, além de comprometer o acolhimento às vítimas, também provoca adoecimento dos trabalhadores, submetidos à sobrecarga e à precarização das condições de trabalho.

A indicação apresentada por Hilton defende que o fortalecimento do Serviço Viver passe, obrigatoriamente, por contratações estáveis via concurso público e por medidas emergenciais que garantam equipes completas e permanentes. “Violência contra a mulher não se enfrenta com discurso. Exige orçamento, profissionais valorizados e políticas públicas funcionando de verdade”, destacou o parlamentar.

Para o deputado, manter o Serviço Viver fragilizado é uma escolha política que custa vidas. “Fortalecer o Serviço Viver é defender o direito das mulheres à vida, à dignidade e à proteção do Estado. O governo precisa agir com urgência”, conclui.



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Ivana Bastos celebra os 135 anos de emancipação política de Palmeiras



Localizado na Chapada Diamantina, o município de Palmeiras comemorou, nesta quinta-feira, 15 de janeiro, 135 anos de emancipação política. A data magna foi registrada no Parlamento baiano por meio de moção de congratulações apresentada pela presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos (PSD), que saudou os moradores, resgatou aspectos da história local e destacou ações que marcam a atuação de seu mandato no município.

No documento, Ivana ressaltou que Palmeiras, sede do Parque Nacional da Chapada Diamantina, ganhou projeção como um dos principais polos de ecoturismo do país, especialmente pela riqueza de seus rios e cachoeiras. “Uma cidade pródiga em rios”, descreveu ela, ao citar os rios Preto, da Conceição de Baixo, da Conceição dos Gatos, São João, Santo Antônio, da Serra Negra, Ribeirão, Cochó, dos Coités, Guiné, Capão e Tejuco.

“Entre esses belos cursos d’água, o mais notório é a Cachoeira da Fumaça, considerada a maior queda livre d’água do Brasil. Muito procurada por turistas de todo o mundo, ela possui cerca de 360 metros de altura, o que faz com que o volume de água não alcance o solo, desfazendo-se em névoa durante a queda”, relata a deputada, que também destacou outros atrativos turísticos, como o Morro do Pai Inácio e os vales do Pati e do Capão.

A moção aborda ainda a origem histórica do município, no século XIX, a partir das atividades de garimpo, com destaque para o apogeu da mineração — sobretudo das jazidas de diamantes — entre os anos de 1857 e 1861. O texto também registra manifestações culturais e religiosas que integram a identidade local, como o carnaval e as tradicionais comemorações em louvor a Santo Antônio e ao Senhor Bom Jesus, padroeiro dos palmeirenses.

PARCERIA COM MUNICÍPIO

“A parceria do nosso mandato com a gestão municipal de Palmeiras muito me alegra, especialmente por perceber o desenvolvimento local, com avanços significativos na qualidade de vida da população”, afirmou a presidente da ALBA.

Entre as realizações que contaram com a contribuição de seu mandato, Ivana Bastos elencou o asfaltamento das estradas do Vale do Capão e de Campos de São João, a pavimentação da BA-849, a construção da ponte sobre o Rio Preto, a requalificação do Córrego Lajedinho, melhorias no Mercado Municipal, a implantação da nova sede da Polícia Militar, a construção de uma escola em tempo integral, a finalização do Programa de Saúde da Família Augusta Brito, além do calçamento de mais de 30 ruas.



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Lavagem do Bonfim reafirma força da cultura afro-brasileira com apoio do Edital Ouro Negro


Lavagem do Bonfim reafirma força da cultura afro-brasileira com apoio do Edital Ouro Negro
Lavagem do Bonfim reafirma força da cultura afro-brasileira com apoio do Edital Ouro Negro

Foto: Lucas Rosário/Secult-BA

A Lavagem do Bonfim voltou a evidenciar, nesta quinta-feira (15), a profunda conexão entre fé, cultura e identidade afro-brasileira. Ao longo da caminhada entre a Igreja da Conceição da Praia, no Comércio, até a Basílica do Senhor do Bonfim, a presença dos blocos de matriz africana reafirmou a dimensão histórica e simbólica da festa. Com o apoio do Programa Ouro Negro, iniciativa do Governo da Bahia que fortalece a cultura popular e identitária do estado, foi garantida a participação de 11 entidades na celebração de 2026.

Patrimônio imaterial do Brasil, a Lavagem do Bonfim é marcada pelo sincretismo religioso e pela expressividade cultural do povo negro. Ao som dos tambores e cânticos, os blocos afros imprimiram ritmo, ancestralidade e resistência ao cortejo, em exaltação ao papel central das agremiações na construção da festa ao longo das décadas.

RETORNO DO OLODUM – Entre os destaques de 2026 está o retorno do Olodum à Lavagem do Bonfim após 25 anos, momento simbólico para a história da celebração. Com cortejo formado por 120 percussionistas, homens e mulheres, além de dançarinos e alegorias, o bloco voltou a ocupar as ruas do circuito.

De acordo com o presidente Institucional do Olodum, Marcelo Gentil, a apresentação foi possível graças ao apoio do Programa Ouro Negro. “É o retorno a uma antiga tradição. Milton Nascimento disse que o artista tem que ir aonde o povo está, e o povo está na Lavagem do Bonfim. Essa volta se deve exclusivamente ao importante apoio estratégico do Programa Ouro Negro. Sem esse apoio, ficaríamos mais uma vez de fora”, afirmou.

Quando o Olodum entrou no percurso, o ritmo dos tambores arrastou uma multidão, que transformou as ruas do Comércio em um mar de gente embalado pelo som do samba-reggae. Entre os foliões estava a assistente social Jéssica Nascimento, de 40 anos, que acompanha a Lavagem do Bonfim desde criança. “O Olodum faz parte da minha história e da história da cidade. Ver o bloco de volta ao Bonfim depois de tanto tempo é emocionante. A gente sente orgulho e alegria de estar aqui vivendo isso”, disse.

PRESERVAÇÃO – Para quem vive o desfile de perto, o apoio do Ouro Negro tem impacto direto na preservação dessas manifestações. Murilo Câmara, responsável pelos blocos Ki Beleza e Samba & Folia, ressalta que o cortejo é historicamente um espaço de afirmação negra, que tem se mantido graças ao apoio do Governo da Bahia. “A Lavagem do Bonfim sempre foi um desfile étnico feito pelo povo preto. Isso foi se perdendo ao longo do tempo, mas começou a mudar quando o Ouro Negro passou a apoiar. Muitos grupos voltaram a existir e a ocupar esse espaço”.

A mesma percepção é compartilhada por quem acompanha a festa como público. A comerciante Maria da Conceição Santos, de 57 anos, observava a passagem dos blocos e não se conteve na hora de dançar. “A Lavagem do Bonfim sem os blocos não é a mesma coisa. Quando eles passam, a gente sente a energia mudar. É música, é dança, é fé, é tudo junto”, declarou.

O Ouro Negro também carrega a memória das lutas travadas pelos blocos ao longo dos anos. O cantor Tonho Matéria, que está à frente do bloco afro Mangangá Capoeira, o Ouro Negro representa uma virada histórica na relação do poder público com as manifestações de matriz africana. Ele recorda que, até o surgimento da política, esses grupos não contavam com nenhum instrumento de fomento.

“O Ouro Negro nasce da luta e traz uma política de igualdade, que entende os blocos para além do Carnaval. É um trabalho contínuo, pensado ao longo do ano, que ajuda a garantir a preservação dessas expressões culturais”, pontuou.

No caso do Ilê Aiyê, a política dialoga diretamente com uma trajetória marcada pela resistência e afirmação do povo negro. Representante do bloco, Edmilson Lopes, diretor da associação, destacou que o apoio do Ouro Negro possibilita a saída e o retorno de blocos às ruas, ampliando e fortalecendo o papel social dessas instituições. “O programa possibilita que grupos que ficaram muito tempo afastados da festa voltem a ocupar esse espaço, fortalecendo uma ação cultural que também promove desenvolvimento social”, disse.

OURO NEGRO – O Programa Ouro Negro é uma iniciativa do Governo da Bahia que valoriza blocos afro, afoxés, grupos de samba, reggae e blocos de índio. Com esse apoio, a tradição e a ancestralidade são protagonistas no carnaval e nas festas populares. Em 2026, o investimento recorde foi de R$ 17 milhões.

Na Lavagem do Bonfim, o programa reafirmou seu papel como política pública essencial para a valorização, preservação e continuidade das manifestações culturais de matriz africana, fortalecendo a identidade e a memória do povo baiano.

Confira lista dos 11 blocos apoiados pelo Ouro Negro na Lavagem do Bonfim
Afrodescendentes da Bahia;
Bloco da Saudade;
Ilê Aiyê;
Ki Beleza;
Leva Eu;
Malê Debalê;
Mangangá Capoeira;
Mundo Negro;
Olodum;
Proibido Proibir;
Samba & Folia.

Fonte: Ascom/Secult-BA


Bahia registra aumento de 33% e alcança 1.384 transplantes de órgãos em 2025


Bahia registra aumento de 33% e alcança 1.384 transplantes de órgãos em 2025
Bahia registra aumento de 33% e alcança 1.384 transplantes de órgãos em 2025

Foto: Divulgação/Ascom HRCC

A Bahia alcançou, em 2025, a marca de 1.384 transplantes de órgãos realizados, número que representa um crescimento de 33% em relação ao ano anterior e consolida o décimo primeiro ano consecutivo de aumento no volume de procedimentos no estado. Os dados foram contabilizados pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por meio do Sistema Estadual de Transplantes, e refletem o fortalecimento contínuo da política pública de transplantes na rede estadual de saúde.

A secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, comemorou os resultados e destacou o compromisso da gestão com o fortalecimento da política de transplantes na Bahia. “Os números alcançados em 2025 demonstram que estamos no caminho certo. São 11 anos consecutivos de crescimento e um aumento expressivo de 33% no número de transplantes, resultado de investimentos contínuos, do trabalho dedicado das equipes de saúde e do fortalecimento da nossa rede. Cada transplante representa uma nova chance de vida, e seguimos empenhados em ampliar o acesso, reduzir o tempo de espera e incentivar a doação de órgãos em todo o estado”, afirmou a secretária.

Os dados do Sistema Estadual de Transplantes evidenciam a evolução contínua da política de transplantes no estado ao longo da última década. Entre 2015 e 2024, a Bahia saiu de 573 transplantes realizados para 1.040 procedimentos, mais do que dobrando a capacidade transplantadora no período e atingindo 1.384 transplantes realizados em 2025. A série histórica demonstra uma trajetória consistente de crescimento, com destaque para os anos mais recentes, mesmo diante dos impactos da pandemia em 2020.

O coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, Eraldo Moura, ressaltou que os resultados refletem o amadurecimento da política de transplantes na Bahia e o esforço contínuo das equipes envolvidas em todo o estado. “O crescimento consistente no número de transplantes é fruto de um trabalho integrado, que envolve desde a identificação do potencial doador até a realização do procedimento. Temos avançado na organização da rede, na capacitação dos profissionais e na melhoria dos fluxos, o que tem permitido salvar cada vez mais vidas. Nosso desafio permanente é ampliar a conscientização das famílias, para que mais doações possam ser efetivadas”, afirmou.

Como ser doador de órgãos

No Brasil, não é necessário registrar em documento o desejo de ser doador de órgãos. Para isso, basta comunicar à família a intenção de doar órgãos e tecidos. A doação só é efetivada após a autorização familiar, conforme determina a Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001.

Podem ser doadores pessoas com idade entre 2 e 80 anos, desde que haja autorização de um parente de primeiro grau, como pais, irmãos ou cônjuge. A autorização deve ser concedida na presença de duas testemunhas.

Lista de espera

Em dezembro de 2025, o Sistema Estadual de Transplantes registrava 3.809 pessoas na fila de espera por um transplante na Bahia. A maior demanda é por transplante de rim, incluindo pacientes adultos e pediátricos, com 2.146 pessoas aguardando, seguida pelo transplante de córnea, com 1.650 pacientes. A doação de órgãos somente pode ser realizada mediante a autorização da família do doador, conforme estabelece a legislação brasileira. No caso da doação de córneas, a captação pode ocorrer em até seis horas após o óbito e, após a retirada, o tecido pode ser armazenado por até 14 dias, garantindo segurança e viabilidade para o transplante.

A lista de espera por um órgão é organizada com base em critérios técnicos, como tipagem sanguínea, compatibilidade de peso e altura, compatibilidade genética e critérios de gravidade específicos para cada tipo de órgão. Quando os critérios técnicos são semelhantes, a ordem cronológica de cadastro é utilizada como critério de desempate. Pacientes em estado crítico têm prioridade, em razão da gravidade da condição clínica.

Além disso, situações de extrema gravidade, com risco iminente de morte, também influenciam diretamente a organização da fila de transplantes. São consideradas prioritárias, por exemplo, a impossibilidade total de acesso à diálise para pacientes renais; a insuficiência hepática aguda grave para pacientes com doenças do fígado; a necessidade de assistência circulatória para pacientes cardiopatas; e os casos de rejeição de órgãos recentemente transplantados.

Cabe destacar que a lista de espera é única, válida tanto para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) quanto pela rede privada.
 


Bolsa Presença tem novo crédito liberado, nesta quinta-feira (15)


Bolsa Presença tem novo crédito liberado, nesta quinta-feira (15)
Bolsa Presença tem novo crédito liberado, nesta quinta-feira (15)

Foto: Ascom/SEC

O Governo da Bahia, por meio da Secretaria da Educação do Estado (SEC), libera, nesta quinta-feira (15), o pagamento do Programa Bolsa Presença, referente ao mês de dezembro. Ao todo, 301.215 estudantes da rede estadual estão aptos a receber o benefício, o que representa um investimento superior a R$ 42 milhões.

A iniciativa integra as ações da SEC voltadas à garantia do direito à educação ao estimular a permanência dos estudantes na escola, por meio do incentivo à frequência regular e à participação nas atividades pedagógicas. O programa atende a alunos matriculados na rede estadual de ensino e beneficia diretamente famílias em situação de vulnerabilidade social.

Cada família contemplada recebe o valor mensal de R$ 150, com acréscimo de R$ 50 por estudante, a partir do segundo aluno matriculado e assíduo. Os créditos são realizados sempre no dia 15, sendo fundamental que os dados cadastrais estejam atualizados para evitar intercorrências no recebimento.

Criado pela Lei nº 14.310/2021 e consolidado como política permanente pela Lei nº 14.396/2021, o Bolsa Presença segue como uma das principais iniciativas do Governo da Bahia para combater a evasão escolar e promover a inclusão educacional.