TVE Entrevista com Bob Fernandes recebe Formiga

TVE Entrevista com Bob Fernandes recebe Formiga Ilustração: Ascom/Irdeb O TVE Entrevista desta segunda-feira (03), às 21h, na TVE Bahia, recebe a ex-jogadora de futebol e recordista, Miraildes Maciel Mota, mais conhecida como Formiga. Com apresentação do jornalista Bob Fernandes, o programa traz personalidades de diferentes áreas que se destacam na vida cultural, política, social … Leia Mais


ALBA concede honrarias para Andrei Passos e Leandro da Costa

Os delegados da Polícia Federal Andrei Augusto Passos e LeandroAlmada da Costa serão homenageados, nesta sexta-feira (31), com oTítulo de Cidadão Baiano, por iniciativa do deputado Adolfo Menezes(PSD) Nascido na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, Andrei Passos épolicial federal há 20 anos, graduado em Direito pela UniversidadeFederal de Pelotas e mestre em … Leia Mais


Infraestrutura e área social deram à Bahia liderança nacional em investimentos

Infraestrutura e área social deram à Bahia liderança nacional em investimentos Foto: Feijão Almeida/GOVBA Ao assumir a liderança no país em investimentos, com um total de R$ 4,12 bilhões desembolsados entre janeiro e agosto de 2025, superando inclusive São Paulo, o estado mais rico do país, a Bahia priorizou setores definidos como estratégicos pelo governo … Leia Mais



Dia Nacional do Idoso é celebrado com sessão especial no Legislativo

O Plenário Orlando Spinola da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) abrigou uma concorrida sessão especial, na tarde desta quinta-feira (30), dedicada ao Dia Nacional da Pessoa Idosa, que foi comemorado no dia 1º de outubro. A iniciativa teve como proponente o deputado José de Arimateia (Republicanos), que homenageou, com a entrega de placa honorífica, representantes … Leia Mais


Exposições em museus do Governo do Estado são destaque no Festival Nosso Futuro


Exposições em museus do Governo do Estado são destaque no Festival Nosso Futuro
Exposições em museus do Governo do Estado são destaque no Festival Nosso Futuro

Foto: Fernando Barbosa – Ascom/Ipac

Dez exposições ocupam os museus de Salvador durante o Festival Nosso Futuro Brasil–França: Diálogos com a África, que acontece de 5 a 8 de novembro, na capital baiana, como parte da Temporada França-Brasil 2025. O evento celebra as conexões culturais entre Brasil, França e África, com a presença do presidente francês Emmanuel Macron.

Os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), vinculados à Secretaria de Cultura do Estado (Secult-BA), participam ativamente da programação, abrigando quatro exposições, três delas já em cartaz e uma com abertura marcada para a sábado (8/11), às 17h, no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_BAHIA): “Ecos através do Atlântico” da arquiteta, designer e curadora beninense Olufèmi Hinson Yovo.

São mostras de relevância internacional que reforçam o papel da Bahia como um dos principais polos culturais do país e resultam de uma ampla articulação entre instituições culturais brasileiras e francesas.

O Avesso do Tempo

Originalmente apresentada no Louvre-Lens, na França, a exposição “O Avesso do Tempo”, do artista beninense Roméo Mivekannin, está em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) até 16 de novembro.

Com curadoria de Annabelle Ténèze, diretora do Louvre-Lens, a mostra reúne 11 obras que estabelecem um potente diálogo entre passado e presente, tecendo memórias coletivas e narrativas esquecidas sob uma perspectiva decolonial.

Mivekannin revisita obras-primas da pintura ocidental, como “A Barca de Dante”, de Delacroix , pertencente ao acervo do Museu do Louvre, e cria sua própria galeria, com telas suspensas que evocam naufrágios, caos e encontros entre representações africanas e europeias. Ao inserir seu autorretrato nessas releituras, o artista se inscreve como uma figura negra silenciada pela história, provocando o público a refletir sobre autoria, representação e ausência.

A exposição é uma parceria entre o Louvre-Lens, o Instituto Francês, a Galeria Cécile Fakhoury (Toulouse), o Consulado-Geral da França em Recife, e o Governo do Estado da Bahia.

Fatumbi – o mensageiro

No Museu de Arte da Bahia (MAB), está em cartaz a mostra “Fatumbi”, que reúne 110 fotografias do etnólogo, antropólogo e fotógrafo Pierre Verger, em diálogo com 16 obras criadas com o uso de inteligência artificial pelo artista visual beninense Emo de Medeiros. A curadoria é assinada por De Medeiros e Alex Baradel, diretor cultural da Fundação Pierre Verger.

O percurso expositivo acompanha a trajetória de Verger desde sua chegada ao Nordeste brasileiro, nos anos 1940, passando pelo Benin, onde foi iniciado como babalaô e renasceu como Fatumbi, traduzido do ioruba como “nascido de novo graças a Ifá”. A mostra culmina nas décadas de 1960 e 1970, quando Verger se torna um elo entre dois mundos, consolidando-se como mensageiro entre os continentes africano e americano.

Em cartaz até 30 de novembro, com visita guiada dia 7 de novembro, às 14h, a exposição é realizada pela Fundação Pierre Verger e pelo Governo do Estado da Bahia, com apoio financeiro da Embaixada da França no Brasil e apoio institucional do Instituto Caré e da Corrupio Vída.

A arte contemporânea da França e do Benin no MAC_Bahia

Referência em arte contemporânea, o MAC_Bahia abriga duas exposições em destaque: “Coleção_FRAC no MAC_Bahia”, que reúne obras dos Fundos Regionais de Arte Contemporânea da França, e “Ecos através do Atlântico”, da artista Olufemi Hinson Yovo. Esta última é uma iniciativa da Pivô Artes Visuais, plataforma independente dedicada à arte contemporânea, que incentiva o intercâmbio e a experimentação artística.

A partir da instalação Cadavre Esquis (Cadáver esquisito), que compõe a mostra, Olufèmi convida o público a construir coletivamente um arquivo das memórias, uma cartografia afetiva que conecta Dakar, Ouidah e Bahia. Por meio de fragmentos e reconstruções, a instalação reivindica a arquitetura como um arquivo vivo e como símbolo que reconstrói, através do oceano, o que um dia foi dividido.

A exposição integra o Atlantic Threads, projeto colaborativo e interdisciplinar que estimula o intercâmbio artístico e cultural entre territórios atravessados por legados coloniais e assimetrias de poder. Idealizado pelo Pivô, em parceria com a African Artists’ Foundation (Dig Where You Stand) e a Cité Internationale des Arts, o projeto chega à sua segunda fase, sendo a  primeira realizada em 2025.

Já a “Coleção_FRAC no MAC_BAHIA” apresenta obras de videoarte dos Fundos Regionais de Arte Contemporânea (FRAC) da França, explorando temas como diversidade, migração e deslocamentos. As obras propõem narrativas fragmentadas e sensíveis sobre os fluxos humanos e culturais do mundo contemporâneo.

A mostra, em cartaz até 9 de novembro, conta com visita guiada no dia 6 de novembro, às 10h,  é resultado da parceria entre o Frac Bretagne e o Frac Corsica, em nome da Platform, rede nacional dos Fundos Regionais de Arte Contemporânea da França. Reúne trabalhos de oito coleções regionais: Frac Bretagne, Franche-Comté, Île-de-France, Normandie, Nouvelle-Aquitaine MECA, Occitanie Toulouse-Les Abattoirs, Rhône-Alpes IAC e Sud.

Outros sete museus e espaços culturais participam do Festival. Confira as exposições em cartaz.

Serviço

Festival Nosso Futuro Brasil–França: Diálogos com a África

De 5 a 8 de novembro de 2025

Integra a Temporada França-Brasil na Bahia 2025

Programação dos Museus do IPAC:

•     O Avesso do Tempo, Roméo Mivekannin (Museu de Arte Moderna – MAM) 
•     Fatumbi – o mensageiro, Pierre Verger e Emo de Medeiros (Museu de Arte da Bahia – MAB).
•     Coleção_FRAC no MAC_Bahia   e Ecos através do atlântico (Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_Bahia)

Programação de outros museus e espaços culturais:

•     Nego Fugido, Nicola Lo Calzo – Museu Afro-Brasileiro (MAFRO)
•     Pano da Costa – Gombo Wax no MAFRO
•     O caminho da tartaruga – Aliança Françesa
•     Oceano como método – Casa das Histórias
•     Eu sou um oceano negro – Casa do Benin
•     Memória: relatos de uma outra história – Museu Nacional da Cultura Afro-brasileira (MUNCAB)

+ Sobre o Festival: O Festival Nosso Futuro Brasil-França: Diálogos com África foi organizado pelo Institut français e pela Embaixada da França no Brasil no âmbito da Temporada França-Brasil 2025, em parceria com o Governo Federal Brasileiro (Ministério da Cultura), Universidade Federal da Bahia, Governo da Bahia, Prefeitura de Salvador, Accor, Aliança Francesa, Salvador Bahia Airport, CUFA Brasil e CUFA França, a Fundação de Inovação pela Democracia, o Conselho Geral de Seine Saint-Denis, a Cidade e a Metrópole de Montpellier, a Cidade de Paris, a Cidade de Saint-Ouen.
 


Queijos baianos conquistam premiação e o público no Festival do Queijo Artesanal


Queijos baianos conquistam premiação e o público no Festival do Queijo Artesanal
Queijos baianos conquistam premiação e o público no Festival do Queijo Artesanal

Foto: André Frutuôso- Ascom/CAR

O sabor da Bahia está em alta no 2º Festival do Queijo Artesanal da Bahia, que segue nesta sexta-feira (31) e sábado (1º/11), no Mercado do Rio Vermelho, em Salvador. Depois da emocionante premiação do 1º Concurso do Queijo Artesanal da Bahia, os visitantes agora têm a oportunidade de experimentar e levar para casa os queijos premiados, verdadeiras joias da produção artesanal baiana.

O concurso, realizado na última terça-feira (30), reuniu 475 inscrições e 372 produtos avaliados, com 307 queijos premiados, sendo 137 medalhas de ouro, 99 de prata e 71 de bronze, em um evento que consagrou o talento, a tradição e a qualidade dos produtores locais. A banca de jurados contou com especialistas renomados, como a professora Mônica Correia (UFCG) e o professor Sílvio Soglia (UFRB), que avaliaram os queijos com base em critérios técnicos e sensoriais.

Para o diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, o concurso e o festival representam um novo momento para o setor. “Estamos fortalecendo a cadeia produtiva do leite e elevando o queijo artesanal baiano a um novo patamar de reconhecimento e valorização”.

Produtores celebram o reconhecimento

Entre os destaques da noite, a produtora Roberta Gusmão, do Laticínios Búfalas Garota, de Itambé, celebrou com orgulho as 25 medalhas conquistadas pela equipe.
“É uma honra fazer parte desse marco histórico. Essa conquista representa muito mais do que medalhas é o reconhecimento do nosso trabalho, que nasce no campo e chega à mesa com qualidade e identidade. A Bahia tem talento, tradição e potencial para estar entre os melhores queijos do Brasil e do mundo”, destacou Roberta.

De Ipirá, Emanoel Ferreira, da Queijaria do Meu Quintal, foi premiado com seus queijos Meia Cura duas medalhas de bronze e uma de prata, e reforçou a importância do evento. “Esse concurso tem uma importância enorme, porque reconhece um trabalho árduo, feito com dedicação. Esse reconhecimento agrega valor, dá visibilidade e fortalece o produtor de queijo artesanal da Bahia. Estou muito feliz e grato por essa conquista.”

Já Thiana Paes Franco Pinho, da Queijaria Casa Rosa, de Serrinha, também comemorou as três premiações conquistadas na categoria de queijos maturados. “Ver nosso trabalho reconhecido é gratificante. Foram muitos produtos inscritos e estar entre os melhores é um sinal de que estamos no caminho certo. Ontem mesmo recebemos clientes no estande querendo provar os queijos medalhistas! É uma sensação de gratidão e de renovação do nosso compromisso com a qualidade”, afirmou.

O Festival reúne os queijos premiados e dezenas de empreendimentos de várias regiões do estado. Além das degustações, o público pode participar de oficinas, palestras e experiências gastronômicas, além de comprar os produtos diretamente dos produtores, levando para casa os sabores autênticos e premiados da Bahia.

O evento é realizado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com a Associação de Produtores de Queijo da Bahia e a Unicafes Bahia, com apoio da Secretaria De Desenvolvimento Econômico (SDE) e Secretaria de Turismo (Setur).
 


ALBA sedia seminário sobre mudança na jornada de trabalho



A luta por uma jornada de trabalho mais justa e humana marcou o Seminário promovido pela Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em Salvador, nesta quinta-feira (30). O evento, realizado pela Subcomissão Especial da Escala de Trabalho 6×1, teve como objetivo debater e colher sugestões para o fim do modelo 6×1, que tem sido alvo de crescentes críticas por ser considerado exaustivo.

O seminário baiano é uma etapa da mobilização nacional da subcomissão, presidida pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) e proposta pelo requerimento nº 81/2025/CTRAB, de autoria do deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE). A subcomissão trabalha na discussão de alternativas para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2025, que visa a mudança na legislação trabalhista. Após passar por São Paulo, o seminário segue para Porto Alegre e Brasília, antes da elaboração do primeiro relatório.

O evento reuniu uma bancada de parlamentares e lideranças sindicais, reforçando a importância do tema. Estiveram presentes o deputado federal Leo Prates (PDT-BA), presidente do colegiado, e as deputadas federais Lídice da Mata (PSB-BA) e Ivoneide Caetano (PT-BA). Do cenário estadual, participaram os deputados Hilton Coelho (Psol), Fabíola Mansur (PSB) e Olívia Santana (PC do B). O debate contou ainda com a participação do secretário de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Augusto Vasconcelos, e representantes de diversas centrais sindicais (CUT, CTB, UGT, Força Sindical) e sindicatos como o dos Auditores Fiscais de Trabalho e da Polícia Civil.

O consenso entre os participantes, incluindo a plenária ouvida no local, é de que a jornada 6×1 precisa, de fato, acabar.

O secretário Augusto Vasconcelos destacou a viabilidade econômica da mudança. “Na Bahia, nós entendemos a importância desse debate. Os países que diminuíram a jornada de trabalho não tiveram perda na economia e tiveram ganho no bem-estar da população. É possível reduzir a jornada e manter o salário digno”.

A deputada Lídice da Mata reforçou o sentimento, afirmando que “estamos convencidos que o projeto tem viabilidade. É um ganho na qualidade de vida”. Já Ivoneide Caetano trouxe o enfoque para o bem-estar, defendendo que “temos que trabalhar com alegria e prazer. As mulheres estão sofrendo muito com essa correria”.

O relator da subcomissão, Luiz Gastão, reconheceu a preocupação do setor produtivo, mas defendeu o diálogo. “Nós temos recebido dos empresários uma preocupação grande. Mas não há dúvidas de que precisamos buscar alternativas para a relação capital x trabalho, da jornada e do bem-estar do trabalho”.

O deputado Hilton Coelho ressaltou que a discussão reflete um anseio popular. “O Congresso Nacional está dialogando com a população para discutir um tema que está nas conversas da população. O pedido do final da jornada é da classe trabalhadora”.

A deputada Fabíola Mansur convocou a mobilização popular e sindical. “Temos que enfrentar as forças invisíveis do trabalho. As centrais sindicais e parlamentares podem mudar essa realidade. Temos que convencer o mercado com a pressão popular”.

Em um discurso contundente, a presidente do evento, Erika Hilton, trouxe o drama das trabalhadoras, em especial as mães, para o centro do debate. “Nós podemos fazer os ajustes necessários, encontrar as saídas necessárias para fazer com que a proposta pare de pé e nós consigamos garantir ao trabalhador brasileiro que está exausto, cansado, uma jornada de trabalho mais humanizada, respeitosa… Um dos valores que tem sido mais gritantes nas audiências públicas, nos espaços onde nós vamos, são em sua grande maioria mulheres mães que relatam a dificuldade de convivência com seus filhos. Há tempos que o Brasil não para para ouvir a classe trabalhadora, essa é a oportunidade”.

A deputada criticou a realidade do modelo atual, onde “esse um dia de descanso nunca é um dia de descanso” e o trabalhador “trabalha duas, três, quatro semanas sem parar”. Hilton concluiu com uma dura constatação, referindo-se ao modelo 6×1 como “modelo de escravidão moderna”.
As contribuições e o “sentimento da população” colhidos em Salvador e nas demais etapas da escuta pública subsidiarão o relatório final que será discutido na Câmara dos Deputados.



Fonte


Abertura do 25º Encontro de Educadoras e Educadores do MST da Bahia reforça compromisso com Educação do Campo


Abertura do 25º Encontro de Educadoras e Educadores do MST da Bahia reforça compromisso com Educação do Campo
Abertura do 25º Encontro de Educadoras e Educadores do MST da Bahia reforça compromisso com Educação do Campo

Foto: Douglas Amaral – Ascom/SEC

O Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, em Salvador, recebeu, nesta sexta-feira (31), a abertura do 25º Encontro Estadual de Educadoras e Educadores da Reforma Agrária, promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da Bahia, com o apoio da Secretaria da Educação do Estado. O evento, que segue até domingo (2), tem como tema “MST na Bahia: construindo Educação do Campo, Reforma Agrária Popular e Agroecologia”.

Participam do encontro professores, coordenadores e gestores de escolas do campo das redes estadual e municipais, além de estudantes, professores e pesquisadores universitários e representantes de entidades e movimentos sociais do campo. Ao todo, cerca de 450 pessoas integram esta edição, que marca 25 anos de história do encontro como espaço de formação e fortalecimento da prática educativa nos territórios da reforma agrária.

A secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, participou da solenidade de abertura e destacou a importância do diálogo entre o poder público e os movimentos sociais para a construção de políticas educacionais voltadas às realidades do campo. “É uma alegria participar deste encontro e dialogar com educadoras e educadores do campo. Momentos como este fortalecem o nosso compromisso com uma educação contextualizada, que une formação, estrutura e projeto pedagógico. A Secretaria segue junto com os movimentos sociais na construção de uma escola que representa a vida e a realidade do campo”.

Durante os três dias de programação, o evento propõe reflexões sobre temas como “Pedagogia do movimento”, “Agroecologia na Educação Básica”, “Classes multisseriadas” e “Educação de Jovens e Adultos (EJA)”, reforçando o compromisso conjunto entre a Secretaria da Educação e o MST com uma formação contextualizada, inclusiva e socialmente referenciada.

A coordenadora do Setor de Educação do MST da Regional Norte, Maria de Souza Varela de Oliveira (Socorro), ressaltou a importância da parceria com a Secretaria da Educação na consolidação das ações formativas do campo. “Este encontro é um momento de aprendizado e troca entre os educadores do campo. É quando avaliamos, planejamos e reforçamos nosso compromisso em contextualizar o ensino à realidade das comunidades”.

Para a professora Maria Aparecida Silva Costa, do pré-assentamento Terra Nossa, em Juazeiro, o encontro representa um momento de partilha e fortalecimento coletivo. “Participar deste encontro me faz crescer como educadora e como pessoa. Aqui, eu aprendi que posso ajudar meus colegas do campo a estudarem e acreditarem que nunca é tarde para aprender”

Também estiveram presentes na abertura do encontro a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Fabya Reis; a reitora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Adriana Marmori; o vice-reitor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Fábio Josué dos Santos Souza; a deputada estadual suplente Vera Lúcia Barbosa (Lucinha do MST); a diretora de Educação dos Povos e das Comunidades Tradicionais da SEC, Poliana Reis; a professora titular da UFRB, Terciana Vidal; a vereadora de Bom Jesus da Lapa, Juliana Vaz; e o coordenador do MST na Bahia, Evanildo Costa.
 


Prazo de inscrições do Edital Carnaval do Pelô 2026 termina no dia 3 de novembro


Prazo de inscrições do Edital Carnaval do Pelô 2026 termina no dia 3 de novembro
Prazo de inscrições do Edital Carnaval do Pelô 2026 termina no dia 3 de novembro

Foto: Paula Fróes

O prazo de inscrição no Edital Carnaval do Pelô 2026 termina na próxima segunda-feira (3). O certame, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), pretende selecionar 87 atrações culturais para a programação artística do Carnaval do Pelô, de 13 a 17 de fevereiro de 2026, no Centro Histórico de Salvador. Os cachês variam de R$15 mil a R$60 mil, dependendo da modalidade escolhida.

O Pelourinho é o berço da cultura afro-baiana e um dos espaços mais simbólicos do Carnaval, onde as tradições e expressões artísticas ganham forma e contam a história da festa. Em 2025, o circuito recebeu mais de 150 atrações culturais ao longo de seis dias de programação, com shows gratuitos nos largos do Pelourinho, Pedro Archanjo, Tereza Batista, Quincas Berro D’Água e Praça das Artes. Nomes como Mariene de Castro, Lazzo Matumbi, Gerônimo Santana, Nelson Rufino, Banda Mel e Márcia Freire integraram a programação.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente online, por meio de formulário. O Edital é destinado a artistas, grupos e bandas de toda a Bahia, tanto pessoas físicas quanto jurídicas do campo artístico-cultural, que comprovem atuação compatível com o objeto da seleção.

==> Confira o Edital Completo
O processo seletivo contempla 10 modalidades distintas, distribuídas da seguinte forma: 
Projeto 03 Artistas (9 vagas, R$ 60 mil cada)
Microtrio (6 vagas, R$ 50 mil)
Nanotrio (4 vagas, R$ 40 mil)
Show Musical em Palco (40 vagas, R$ 30 mil cada, distribuídas em estilos Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Pagode/PagoTrap, Rap e Guitarra Baiana)
Baile Infantil (8 vagas, R$ 30 mil)
Orquestra (5 vagas, R$ 35 mil)
Bandinha de Percussão (4 vagas, R$ 15 mil)
Bandão (4 vagas, R$ 45 mil)
Bandinha de Sopro e Percussão (2 vagas, R$ 25 mil)
Performances (5 vagas, R$ 25 mil).

A seleção ocorrerá em duas etapas:

Artística (análise de portfólio, fotos, material audiovisual e croquis, conforme a modalidade)  e Habilitação documental (apresentação de documentos jurídicos, fiscais, sociais, trabalhistas e técnicos).