ICOM realiza vacinação contra Covid-19 para quem esteja com esquema incompleto

O CRIE – Centro de Referência para Imunobiológicos do ICOM iniciou esta semana a vacinação contra Covid-19 para qualquer pessoa que, por algum motivo, não tenha iniciado ou completado o esquema vacinal. Estão disponíveis todas as vacinas aprovadas pela ANVISA para aplicação no Brasil: Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen. Podem ser aplicadas a primeira dose, … Leia Mais






Câncer de pulmão responde por 30 mil mortes anuais no Brasil


Diagnóstico precoce permite tratamento mais eficaz e aumenta as chances de cura da doença, que está entre as maiores causas de mortes evitáveis no mundo 

Oncologista AMO – Aknar Calabrich                  Pneumologista AMO – Thamine Lessa

Mais de 30 mil brasileiros têm diagnóstico de câncer de pulmão por ano e também se aproxima de 30 mil o número de mortes anuais, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Tipo de tumor maligno que mais mata, está entre os líderes em incidência no país, com cerca de 13% dos registros de novos casos. O Agosto Branco é dedicado à campanha de conscientização sobre o câncer de pulmão, que está intimamente ligado ao tabagismo e continua apresentando um grande desafio: o diagnóstico precoce.

Pela relação direta com o fumo, que também traz prejuízos para fumantes passivos, o câncer de pulmão está entre as maiores causas de mortes evitáveis no mundo. O risco da doença aumenta de acordo com a quantidade do consumo e a duração, uma vez que o tabagismo causa exposição a uma mistura letal de mais de 4.700 substâncias químicas tóxicas, incluindo pelo menos 50 cancerígenas, segundo o Inca.

“Além de reforçar a importância do diagnóstico precoce, aproveitamos a campanha do Agosto Banco para reafirmar também a importância da prevenção primária, com a cessação do tabagismo, intimamente ligado à doença”, como diz a oncologista Aknar Calabrich, da Rede AMO. Segundo pesquisa divulgada pela Fiocruz, num levantamento virtual, 34% dos fumantes brasileiros relataram terem aumentado o consumo de cigarro durante a pandemia.

A pneumologista Thamine Lessa acrescenta que o diagnóstico precoce possibilita um tratamento mais eficiente e aumenta as chances de cura, pois a intervenção se dá antes mesmo da manifestação de sintomas, o que, muitas vezes, só aparece em estágios avançados.

“Entre os principais sintomas sugestivos para o câncer de pulmão estão tosse e rouquidão persistentes por mais de duas a três semanas, dor torácica, falta de ar, eliminação de sangue pelo trato respiratório, perda de peso sem causa aparente, pneumonias de repetição e perda ou diminuição de força física”, enumera a pneumologista.

“Além do tabagismo, o que inclui a exposição passiva, também são fatores de risco para o câncer de pulmão a fibrose pulmonar, história de câncer de pulmão na família, história de alguns outros tipos de câncer e contato prolongado com agentes, como radônio, asbesto, sílica, etc.”, cita a oncologista Aknar Calabrich.

 Tratamento

O tratamento do paciente com câncer de pulmão requer o envolvimento de uma equipe multidisciplinar, com a participação de oncologista, cirurgião torácico, pneumologista, radioterapeuta, radiologista intervencionista, médico nuclear, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista e assistente social, conforme salienta a oncologista Aknar Calabrich.

O diagnóstico histológico e o estadiamento são necessários para definir se a doença está localizada no pulmão ou se há metástase. A depender do caso, pode haver indicação do tratamento cirúrgico (para câncer localizado), seguido ou não de quimioterapia, radioterapia ou modalidades combinadas. Em situações de acometimento de outros órgãos, pode ser indicada a quimioterapia, terapia-alvo ou imunoterapia.

“Além de contarmos com o suporte de um avançado parque de imagem, importante para a precisão do diagnóstico que vai definir a conduta, trabalhamos com a assistência prestada por uma equipe multidisciplinar para garantir todo o acolhimento que o paciente necessita, integrando as condutas nas diversas áreas envolvidas e incluindo o suporte emocional”, reforça a médica.

Estimativa por estado

No comparativo das estimativas do Inca (2020) para casos de câncer de traqueia, dos brônquios e dos pulmões entre a Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte (onde a AMO mantém unidades), a Bahia aparecia com as menores incidências, tanto para homens quanto para mulheres. O estado aponta 9,78 casos/100 mil homens e 6,23 casos/100 mil mulheres; o Rio Grande do Norte chega a 14,76/100 mil homens e 9,89/100 mil mulheres; e Sergipe responde por 15,47/100 mil homens e 8,95/100 mil mulheres.

 

 

Fonte: Inca e Fiocruz

Foto: Divulgação AMO

 

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Dia Mundial de combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço: Hospital da Mulher conscientiza sobre prevenção e cuidados


Promover a conscientização acerca da prevenção, diagnóstico e tratamento de cânceres de cabeça e pescoço. Com essa proposta, a Federação Internacional das Sociedades Oncológicas de Cabeça e Pescoço instituiu, em 2014, o dia 27 de julho como o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço.

Para lembrar a data e reforçar a necessidade da prevenção e cuidados à doença, o Serviço de Cabeça e Pescoço do Hospital da Mulher realiza durante o mês de julho, através da Comissão de Humanização, programação educativa com roda de conversa entre pacientes e especialistas da área.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer, o câncer de tireoide é o mais incidente dentre os cânceres de cabeça e pescoço em mulheres, ocupando o quinto lugar de incidência no Brasil, atrás dos cânceres de mama, cólon, colo do útero e pulmão.

O consumo de cigarros, álcool, má higiene bucal, além de infecção viral pelo vírus do papiloma humano (HPV), assim como o consumo de bebidas quentes, exposição excessiva ao sol, à poeira e infecção pelo vírus Epstein-Barr (EBV) são fatores de risco para o desenvolvimento de tumores.

Conforme explica o coordenador do Serviço de Cabeça e Pescoço do Hospital da Mulher, Lucas Silva, cada tratamento dever ser individualizado de acordo com o tipo de câncer e estágio. “Cirurgia, radioterapia, quimioterapia e iodoterapia estão entre as principais formas de tratamento para os cânceres de cabeça e pescoço”, pontua.

O Serviço

O Hospital da Mulher dispõe de corpo clínico e tecnológico avançado com equipe multiprofissional para tratamento dos cânceres que acometem a região da cabeça e pescoço, compreendendo as lesões que estão situadas externamente do crânio, até às clavículas. Até o mês de junho, mais de 11.500 atendimentos já foram realizados pela especialidade.

Como ser atendida

Para ser atendida no Hospital da Mulher, é preciso que a paciente passe por uma avaliação na unidade básica do seu município e, sendo perfil, ela será cadastrada no sistema Lista Única. Mais informações podem ser obtidas através do telefone 0800 071 4000.

 

Fonte/Foto: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / HOSPITAL DA MULHER

 

 

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Hospital Roberto Santos é selecionado para participar de projeto nacional de segurança do paciente


Selecionado para participar do Projeto Paciente Seguro, o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) recebeu, nesta terça-feira (20), a visita de representantes do Hospital Moinhos de Vento (HMV) – unidade de Porto Alegre responsável por desenvolver a iniciativa em parceria com o Ministério da Saúde. O encontro de avaliação inicial das práticas seguras tem como objetivos a realização do diagnóstico institucional, diagnóstico das unidades-pilotos, assinatura do termo de compromisso, simulação da coleta do indicador e capacitação das equipes.

No HGRS, as unidades-pilotos do projeto serão as unidades de terapia intensiva (UTIs) 2 e 1 e a enfermaria da ala 2A. Elas trabalharão, respectivamente os seguintes pontos: meta de higiene das mãos para evitar infecções; prevenção de lesão por pressão e prevenção de queda.

Até o mês de junho de 2022, o Hospital Geral Roberto Santos promoverá ações de apoio à segurança do paciente abordando o tema junto aos profissionais da instituição, pacientes e acompanhantes. Assim, os desenvolvedores do projeto esperam que, até agosto de 2023, as práticas e ferramentas para implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) tenham sido disseminadas em 36 hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) de diferentes regiões do Brasil.

Responsável técnico pela implantação do projeto no HGRS, o diretor médico da unidade, André Estrela, acredita que a ação possibilitará, entre outros resultados, o desenvolvimento de processos colaborativos entre o Hospital Roberto Santos e outras unidades hospitalares. “Essa estratégia de educar a comunidade para melhorar a segurança do paciente em hospitais públicos costuma ser muito assertiva, especialmente quando a atividade se dá por meio de um programa nacionalmente reconhecido como o Proadi-SUS [Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde]”, prenuncia.

Para minimizar riscos de segurança do paciente, o projeto atua na instauração de protocolos. Eles se dividem em temas como comunicação efetiva, cirurgia segura, higiene de mãos, segurança de medicamentos, prevenção de quedas e lesão por pressão e identificação.

 

 

Fonte/Foto: Ascom HGRS

 

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Bahia investirá mais de R$ 30 milhões na reforma e modernização do Hospital Octávio Mangabeira


Com investimento superior a R$ 30 milhões na reforma e modernização do Hospital Especializado Octávio Mangabeira, a unidade estadual, inaugurada em 1942, para atender pacientes com tuberculose, até hoje não havia passado por grandes intervenções. As obras terão início em 12 de julho, com previsão de término em dez meses, e adequarão a unidade às normas vigentes do ambiente hospitalar.

Durante as obras, o ambulatório de pneumologia, que contempla serviços assistenciais nas áreas de Fibrose Cística, Asma Grave, Tuberculose, Controle de Tabagismo. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Pós-Covid-19, permanecerá funcionando e atendendo cerca de 4 mil pessoas por mês. Também permanece aberto o serviço de bioimagem e o laboratório especializado, que faz análises diferenciadas, como o teste do suor.

Já os serviços de infectologia clínica, vascular e cirurgia torácica serão incorporados por outras unidades da rede estadual na capital baiana, garantindo o acesso e assistência aos pacientes.

A unidade terá 168 leitos, sendo 39 de UTI adulto e pediátrica, além de enfermarias dedicadas a pacientes de cirurgia torácica, cirurgia de cabeça e pescoço e oncologia.

Serão realizadas intervenções em toda a unidade, incluindo a substituição de toda a rede elétrica e hidráulica, construção de banheiros nas enfermarias, novas torres de elevadores, novas UTIs, novo centro cirúrgico, além de caixa d’água superior e novo telhado.

Perguntas frequentes

O Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM) vai ser desativado?
Não. A unidade será reformada e modernizada. Serão realizadas intervenções na estrutura, incluindo substituição de toda a rede elétrica e hidráulica, construção de banheiros nas enfermarias, novas torres de elevadores, novas UTIs, novo centro cirúrgico, além de caixa d’água superior e novo telhado. Será realizado um investimento superior a R$ 30 milhões na unidade.

Quando isso vai acontecer?
As obras serão iniciadas em 12 de julho de 2021, com prazo estimado para a conclusão em dez meses.

O que vai acontecer com os pacientes da unidade durante o período da obra?
Os pacientes com tuberculose e HIV que necessitam de hospitalização passarão a ser atendidos no Instituto Couto Maia. Os pacientes com o diagnóstico de BK irão para unidades assistenciais de longa permanência.

E quanto aos atendimentos do ambulatório?
O ambulatório de pneumologia, que contempla serviços assistenciais nas áreas de Fibrose Cística, Asma Grave, Tuberculose, Controle de Tabagismo. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Pós-Covid-19, permanecerá funcionando e atendendo cerca de 4 mil pessoas por mês.

O que acontecerá com os funcionários da unidade?
Durante o período das obras, os servidores estaduais serão realocados nas unidades da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), seguindo a linha de cuidado, a exemplo da vascular, pneumologia e cirurgia torácica. São cerca de 830 profissionais da assistência, sendo 487 estatutários.

Após a obra, o Hospital vai mudar o perfil de atendimento?
Não. Quando o Hospital Especializado Octávio Mangabeira for reaberto, a unidade seguirá o perfil atual. Não há razão para temor, nem para alimentar boatos de fechamento definitivo.

Fonte: SESAB

 

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Cientistas apontam que variante Delta aumenta risco de reinfecções da Covid-19


Reposta imunológica de quem já foi infectado por outras cepas é menor contra cepa originária da Índia

Isabelle Resende, da CNN, no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução / CNN

Monitoramento de variantes (21 de maio de 2021)

A variante Delta do novo coronavírus, originária da Índia, pode aumentar o risco de reinfecções da Covid-19. É o que sugere um estudo recém-publicado na renomada revista científica Cell. A pesquisa foi liderada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e contou com a colaboração científica de 59 pesquisadores incluindo a participação da Fundação Oswaldo Cruz.

De acordo com o estudo, a reposta imunológica de pessoas que já foram infectadas por outras cepas é menos potente contra a variante Delta. O problema é observado com mais frequência entre os indivíduos anteriormente infectados pela variante Gama, identificada originalmente em Manaus e atualmente dominante no Brasil, assim como pela variante Beta, detectada pela primeira vez na África do Sul. Nestes casos, a capacidade de neutralizar a cepa Delta é onze vezes menor.

Os pesquisadores analisaram a ação de 113 soros, obtidos a partir de pacientes infectados e imunizados, sobre seis cepas do novo coronavírus: uma linhagem próxima do vírus inicialmente detectado em Wuhan, na China, no começo da pandemia; as variantes de preocupação Alfa, Beta, Gama e Delta; e a variante de interesse kapa, que é intimamente relacionada à variante delta, sendo também um subtipo da linhagem B.1.617.

Segundo o estudo, a capacidade de neutralizar a cepa é 2,5 vezes menor para o imunizante da Pfizer e 4,3 vezes menor para o da Astrazeneca. Apesar da resposta imunológica de pessoas vacinadas ter potência reduzida contra a variante Delta, os dados apontam que as vacinas continuam efetivas. Os autores do trabalho ressaltam que os índices são semelhantes aos verificados com as variantes Gama e Alfa – que surgiram no Brasil e no Reino Unido, respectivamente. Não há evidência de fuga generalizada da neutralização, diferentemente do registrado com a variante Beta – com origem na África do Sul.

 “Parece provável, a partir desses resultados, que as vacinas atuais de RNA e vetor viral fornecerão proteção contra a linhagem B.1.617 [que possui três sublinhagens, incluindo a variante Delta], embora um aumento nas infecções possa ocorrer como resultado da capacidade de neutralização reduzida dos soros”, afirmam os pesquisadores no artigo.

No Brasil, pelo 11 casos da variante Delta já foram detectados, com a confirmação de duas mortes, a de uma mulher grávida, no Paraná e de um tripulante indiano no Maranhão. As infecções causadas pela variante Delta foram diagnosticadas em viajantes no Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Goiás. No dia 19 de junho, a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia confirmou o primeiro registro de transmissão local da cepa.

Assim como outras variantes de preocupação, a Delta possui mutações na região do genoma responsável por orientar a produção da proteína espícula do novo coronavírus – também chamada de proteína S ou Spike. Essa molécula, que se localiza na superfície da membrana viral, compondo a coroa do vírus, é responsável pela primeira etapa do processo de infecção: a adesão do vírus às células. Por isso mesmo, é o alvo dos anticorpos mais potentes produzidos pelo organismo para neutralizar o Sars-CoV-2.

Segundo os cientistas, mutações na proteína S podem ser positivas para o vírus de duas formas. De um lado, aumentando sua capacidade de adesão aos receptores presentes células do hospedeiro, o que leva à maior transmissibilidade do patógeno. De outro, modificando a região da proteína S onde se ligam os anticorpos, permitindo, assim, que o vírus escape do sistema imune.

As análises do novo estudo mostram que a afinidade da variante Delta pelos receptores celulares é maior do que a observada nas linhagens que circularam no começo da pandemia. No entanto, é inferior à verificada com as outras variantes de preocupação. Por outro lado, a variante originária da Índia apresenta um perfil antigênico bastante divergente em relação aos outros vírus estudados.

A variante Delta, que surgiu na Índia em outubro de 2020, é um subtipo da linhagem viral B.1.617.  Em maio deste ano, após ser associada ao agravamento da pandemia na Índia e no Reino Unido, a cepa foi declarada como variante de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a OMS, a variante circula em, pelo menos, 92 países do mundo. Além disso, nove nações sequenciaram vírus da linhagem B.1.617, sem realizar a identificação da sublinhagem viral.

 

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