Silvio Humberto Comemora a regulamentação da Lei Aldir Blanc na capital baiana

Na manhã desta quarta-feira (23), os vereadores aprovaram a regulamentação da Lei Aldir Blanc em sessão ordinária semipresencial por meio de videoconferência, na oportunidade, foi aprovado também a prorrogação do auxílio Salvador por Todos em virtude dos impactos na economia causados pela pandemia da COVID 19. O vereador Sílvio Humberto (PSB) usou as redes sociais … Leia Mais


Audiência pública sobre a construção democrática do regimento escolar acontece nesta quinta (24)


A atividade é uma iniciativa da Ouvidoria e Comissão de Educação da Câmara junto com a APLB Sindicato

A importância da construção democrática no regimento escolar é o tema da audiência pública realizada pela Ouvidoria e Comissão de Educação da Câmara Municipal de Salvador, juntamente com a APLB Sindicato. A atividade é realizada na quinta-feira (24), às 9h, com transmissão ao vivo pela TV Câmara e no canal 64.1 da TV aberta.

Respeitando as limitações e considerando o momento pandêmico, a atividade acontece com a participação remota dos envolvidos. Aladilce Souza, Ouvidora da Câmara e vereadora pelo PCdoB, falou sobre a importância da discussão. “A Ouvidoria foi procurada pelos professores da Rede Municipal, pela inquietude na proposta que foi apresentada pelo Secretário de Educação, com o assunto voltado para o regimento escolar, na qual deixou muitos professores insatisfeitos”, comenta.

“A audiência caminha no sentido de escuta e debate, para que possamos entender a apreciação dos professores. Afinal, as medidas não podem ser implementadas sem antes escutar e sem contemplar as justas reivindicações e preocupações dos trabalhadores da educação, sendo estes os responsáveis por fazer a educação no nosso município’’, destaca Aladilce. O público pode participar através dos comentários nas redes sociais, que serão lidos em tempo real pela Ouvidora.

O quê: Audiência Pública sobre a importância da construção democrática do regimento escolar
Quando: Quinta (24), às 09h
Onde: https://www.facebook.com/tveradiocam | 64.1 da TV aberta

 

 

ASCOM : Vereadora Aladilce

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Ireuda Silva e secretário de Educação discutem implementação de programa para combater violência doméstica


A vereadora Ireuda Silva (Republicanos) encontrou-se com o secretário de Educação de Salvador, Bruno Barral, para discutir a implementação do projeto “Guardiã Maria da Penha nas Escolas”. A ideia é incluir atividades pedagógicas para conscientizar alunos e pais sobre a violência doméstica e familiar.

De acordo com o projeto de indicação sobre o assunto, o programa seria constituído por atividades escolares, culturais e educacionais relacionadas ao combate à violência contra a mulher, para alunos, pais e responsáveis. “A violência contra a mulher é resultado do machismo existente em nossa cultura e que é introjetado desde cedo nas mentes de todos nós. Porém, quanto mais estimularmos o debate e a disseminação de informação, mais estaremos contribuindo para a diminuição desse mal que destrói tantas famílias”, avalia Ireuda, que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

Ainda segundo o projeto, “o número de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher é alarmante no País, é sabível que existe Cifra Negra quando estes crimes não chegam ao conhecimento das autoridades, pois muitas delas são coagidas psicologicamente ou fisicamente pelos seus companheiros ou agressores e por este motivo não denunciam aos órgãos competentes a fim de colaborar com a prevenção, medida interventiva e registro dos casos de violência”.

O número de feminicídios na Bahia cresceu 150% em maio deste ano, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Por outro lado, há também o registro de um dado alarmante: em maio à pandemia, as denúncias caíram 78,6% nas Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam).

Fonte: ASCOM / Vereadora Ireuda Silva

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Aladilce pede manutenção das atividades do Hospital Espanhol


Vereadora protocolou um Projeto de Indicação na Câmara pedindo continuidade do funcionamento da unidade de saúde

O Hospital Espanhol, um dos maiores de Salvador, funcionou como hospital de campanha durante a pandemia da Covid-19, cinco anos após seu fechamento. Com a queda no número de internações pela doença, o hospital pode fechar as portas novamente. Diante disso, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) protocolou um projeto de indicação pedindo a continuidade das atividades

O PIN 491/2020, indica ao governador a manutenção das atividades do Hospital Espanhol, além de sua conversão e estruturação para atendimento voltado a pacientes acometidos com patologias de naturezas cardiológica e neurológica. “A unidade possui mais de 220 leitos instalados e pode servir de apoio à população”, destaca Aladilce, que fará uma campanha virtual .

A também Ouvidoria da Câmara Municipal acompanhou, por meio do órgão, a situação na pandemia na cidade, além das blitz realizadas nas unidades de saúde em 2019. “Nas visitas realizadas às comunidades e em nossas audiências, pudemos perceber as necessidades da população em relação aos atendimentos médicos, e diante do cenário não podemos abrir mão de um equipamento com essa estrutura. É louvável o decréscimo de internamentos por Covid, mas a população precisa de assistência em outras doenças”, finaliza.

 

 

 

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Programa “Forte por Ser Mulher” discute dificuldades para mulheres surdas denunciarem casos de violência


Como as mulheres com deficiência auditiva podem denunciar após serem vítimas de violência? Esse foi o tema do programa “Forte por Ser Mulher” desta quinta-feira (03), transmitido nas redes sociais da vereadora Ireuda Silva (Republicanos). Durante a edição, a republicana conversou com a professora de libras Laiza Rebouças, que é surda.

O programa recebeu diversos comentários e interações dos espectadores, que pediram dicas e orientações. “As mulheres surdas, quando vítimas de algum tipo de violência, seja em casa ou em qualquer outro lugar, enfrentam grande dificuldade para procurar ajuda. Infelizmente, quase não se pensa nem se discute sobre isso, invisibilizando o problema e o tornando ainda mais difícil”, diz Ireuda.

Uma das estratégias utilizadas por mulheres surdas para sinalizarem que estão sendo vítimas de violência é uma marca não mão, cores ou esboçar um sinal específico. “Mas se ninguém souber o que isso significa, como virá a ajuda?”, questionou Laiza, em libras, com tradução simultânea.

Outro problema apontado é um mais recente e que afetou a vida das pessoas em diversos âmbitos: a pandemia do novo coronavírus, que levou ao distanciamento social e dificultou a comunicação.

“Há uma restrição de compreensão dentro do âmbito social. E com a covid ficou muito mais difícil. No normal já é complicado. Quando o funcionário é preparado para isso, ele tem um olhar diferenciado, então o primeiro sinal ele já entende. Mas quando isso não acontece, é muito complicado. Aí vem a covid que já nos afastou”, pontuou Ireuda.

A republicana defendeu ainda mais capacitação nos órgãos públicos de atendimento à mulher. Hospitais, postos de saúde e, sobretudo delegacias da mulher nem sempre têm profissionais formados em libras. “A Lei Maria da Penha veio para atender todas as mulheres, sem estabelecer qualquer tipo de discriminação. Portanto, é dever das autoridades e do poder público investir em inclusão. Caso contrário, estaremos assumindo o risco de perdermos ainda mais vidas de mulheres”, disse Ireuda.

 

 

 

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“Aumento do assassinato de negros só reforça a tese de que há um genocídio em curso”, diz Ireuda Silva


Para a vereadora Ireuda Silva (Republicanos), o aumento de homicídios de pessoas negras no país só comprova que há um genocídio em curso motivado pelo racismo. Segundo pesquisa do Fórum de Segurança Pública e do Ipea, a taxa saltou 11,5% de 2008 a 2018, e o assassinato de não negros caiu 12,9%. Entre as mulheres, o assassinato de negras cresceu e o de brancas caiu.

“É estarrecedor que estejamos caminhando para um aumento do número de assassinato de pessoas negras, quando deveríamos estar dando passos largos na construção de um país mais igualitário. Esses dados mostram a expressão máxima do racismo na sociedade brasileira, que precifica a vida das pessoas com base na cor da pele. O aumento do assassinato de negros só reforça a tese de que há um genocídio em curso”, avalia Ireuda, que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e vice-presidente da Comissão de Reparação.

Ainda de acordo com Ireuda, essa parcela da população é vulnerável em vários outros aspectos. “A falta de acesso à educação de qualidade, emprego e políticas públicas que ofereçam perspectivas de vida empurra inúmeros jovens para a criminalidade e, em muitos desses casos, para o túmulo. Além disso, são alvos preferidos de abordagens policiais violentas”, acrescenta a republicana.

 

 

 

 

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