Câncer de pulmão responde por 30 mil mortes anuais no Brasil

Diagnóstico precoce permite tratamento mais eficaz e aumenta as chances de cura da doença, que está entre as maiores causas de mortes evitáveis no mundo  Oncologista AMO – Aknar Calabrich                  Pneumologista AMO – Thamine Lessa Mais de 30 mil brasileiros têm diagnóstico de câncer de pulmão por … Leia Mais




Bahia investirá mais de R$ 30 milhões na reforma e modernização do Hospital Octávio Mangabeira


Com investimento superior a R$ 30 milhões na reforma e modernização do Hospital Especializado Octávio Mangabeira, a unidade estadual, inaugurada em 1942, para atender pacientes com tuberculose, até hoje não havia passado por grandes intervenções. As obras terão início em 12 de julho, com previsão de término em dez meses, e adequarão a unidade às normas vigentes do ambiente hospitalar.

Durante as obras, o ambulatório de pneumologia, que contempla serviços assistenciais nas áreas de Fibrose Cística, Asma Grave, Tuberculose, Controle de Tabagismo. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Pós-Covid-19, permanecerá funcionando e atendendo cerca de 4 mil pessoas por mês. Também permanece aberto o serviço de bioimagem e o laboratório especializado, que faz análises diferenciadas, como o teste do suor.

Já os serviços de infectologia clínica, vascular e cirurgia torácica serão incorporados por outras unidades da rede estadual na capital baiana, garantindo o acesso e assistência aos pacientes.

A unidade terá 168 leitos, sendo 39 de UTI adulto e pediátrica, além de enfermarias dedicadas a pacientes de cirurgia torácica, cirurgia de cabeça e pescoço e oncologia.

Serão realizadas intervenções em toda a unidade, incluindo a substituição de toda a rede elétrica e hidráulica, construção de banheiros nas enfermarias, novas torres de elevadores, novas UTIs, novo centro cirúrgico, além de caixa d’água superior e novo telhado.

Perguntas frequentes

O Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM) vai ser desativado?
Não. A unidade será reformada e modernizada. Serão realizadas intervenções na estrutura, incluindo substituição de toda a rede elétrica e hidráulica, construção de banheiros nas enfermarias, novas torres de elevadores, novas UTIs, novo centro cirúrgico, além de caixa d’água superior e novo telhado. Será realizado um investimento superior a R$ 30 milhões na unidade.

Quando isso vai acontecer?
As obras serão iniciadas em 12 de julho de 2021, com prazo estimado para a conclusão em dez meses.

O que vai acontecer com os pacientes da unidade durante o período da obra?
Os pacientes com tuberculose e HIV que necessitam de hospitalização passarão a ser atendidos no Instituto Couto Maia. Os pacientes com o diagnóstico de BK irão para unidades assistenciais de longa permanência.

E quanto aos atendimentos do ambulatório?
O ambulatório de pneumologia, que contempla serviços assistenciais nas áreas de Fibrose Cística, Asma Grave, Tuberculose, Controle de Tabagismo. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Pós-Covid-19, permanecerá funcionando e atendendo cerca de 4 mil pessoas por mês.

O que acontecerá com os funcionários da unidade?
Durante o período das obras, os servidores estaduais serão realocados nas unidades da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), seguindo a linha de cuidado, a exemplo da vascular, pneumologia e cirurgia torácica. São cerca de 830 profissionais da assistência, sendo 487 estatutários.

Após a obra, o Hospital vai mudar o perfil de atendimento?
Não. Quando o Hospital Especializado Octávio Mangabeira for reaberto, a unidade seguirá o perfil atual. Não há razão para temor, nem para alimentar boatos de fechamento definitivo.

Fonte: SESAB

 

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Cientistas apontam que variante Delta aumenta risco de reinfecções da Covid-19


Reposta imunológica de quem já foi infectado por outras cepas é menor contra cepa originária da Índia

Isabelle Resende, da CNN, no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução / CNN

Monitoramento de variantes (21 de maio de 2021)

A variante Delta do novo coronavírus, originária da Índia, pode aumentar o risco de reinfecções da Covid-19. É o que sugere um estudo recém-publicado na renomada revista científica Cell. A pesquisa foi liderada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e contou com a colaboração científica de 59 pesquisadores incluindo a participação da Fundação Oswaldo Cruz.

De acordo com o estudo, a reposta imunológica de pessoas que já foram infectadas por outras cepas é menos potente contra a variante Delta. O problema é observado com mais frequência entre os indivíduos anteriormente infectados pela variante Gama, identificada originalmente em Manaus e atualmente dominante no Brasil, assim como pela variante Beta, detectada pela primeira vez na África do Sul. Nestes casos, a capacidade de neutralizar a cepa Delta é onze vezes menor.

Os pesquisadores analisaram a ação de 113 soros, obtidos a partir de pacientes infectados e imunizados, sobre seis cepas do novo coronavírus: uma linhagem próxima do vírus inicialmente detectado em Wuhan, na China, no começo da pandemia; as variantes de preocupação Alfa, Beta, Gama e Delta; e a variante de interesse kapa, que é intimamente relacionada à variante delta, sendo também um subtipo da linhagem B.1.617.

Segundo o estudo, a capacidade de neutralizar a cepa é 2,5 vezes menor para o imunizante da Pfizer e 4,3 vezes menor para o da Astrazeneca. Apesar da resposta imunológica de pessoas vacinadas ter potência reduzida contra a variante Delta, os dados apontam que as vacinas continuam efetivas. Os autores do trabalho ressaltam que os índices são semelhantes aos verificados com as variantes Gama e Alfa – que surgiram no Brasil e no Reino Unido, respectivamente. Não há evidência de fuga generalizada da neutralização, diferentemente do registrado com a variante Beta – com origem na África do Sul.

 “Parece provável, a partir desses resultados, que as vacinas atuais de RNA e vetor viral fornecerão proteção contra a linhagem B.1.617 [que possui três sublinhagens, incluindo a variante Delta], embora um aumento nas infecções possa ocorrer como resultado da capacidade de neutralização reduzida dos soros”, afirmam os pesquisadores no artigo.

No Brasil, pelo 11 casos da variante Delta já foram detectados, com a confirmação de duas mortes, a de uma mulher grávida, no Paraná e de um tripulante indiano no Maranhão. As infecções causadas pela variante Delta foram diagnosticadas em viajantes no Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Goiás. No dia 19 de junho, a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia confirmou o primeiro registro de transmissão local da cepa.

Assim como outras variantes de preocupação, a Delta possui mutações na região do genoma responsável por orientar a produção da proteína espícula do novo coronavírus – também chamada de proteína S ou Spike. Essa molécula, que se localiza na superfície da membrana viral, compondo a coroa do vírus, é responsável pela primeira etapa do processo de infecção: a adesão do vírus às células. Por isso mesmo, é o alvo dos anticorpos mais potentes produzidos pelo organismo para neutralizar o Sars-CoV-2.

Segundo os cientistas, mutações na proteína S podem ser positivas para o vírus de duas formas. De um lado, aumentando sua capacidade de adesão aos receptores presentes células do hospedeiro, o que leva à maior transmissibilidade do patógeno. De outro, modificando a região da proteína S onde se ligam os anticorpos, permitindo, assim, que o vírus escape do sistema imune.

As análises do novo estudo mostram que a afinidade da variante Delta pelos receptores celulares é maior do que a observada nas linhagens que circularam no começo da pandemia. No entanto, é inferior à verificada com as outras variantes de preocupação. Por outro lado, a variante originária da Índia apresenta um perfil antigênico bastante divergente em relação aos outros vírus estudados.

A variante Delta, que surgiu na Índia em outubro de 2020, é um subtipo da linhagem viral B.1.617.  Em maio deste ano, após ser associada ao agravamento da pandemia na Índia e no Reino Unido, a cepa foi declarada como variante de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a OMS, a variante circula em, pelo menos, 92 países do mundo. Além disso, nove nações sequenciaram vírus da linhagem B.1.617, sem realizar a identificação da sublinhagem viral.

 

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Governador e Secretário de Saúde de Rondônia vêm à Bahia conhecer o modelo de PPP aplicado à saúde


Estado pioneiro na implantação do modelo de parceria público-privada (PPP) na área da saúde no Brasil, a Bahia possui exemplos reais dos benefícios proporcionados por esta iniciativa na prestação de serviços à população. Para conhecer de perto a experiência baiana em PPPs, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, e o secretário de Saúde daquele Estado, Fernando Máximo, visitaram o Hospital do Subúrbio (HS), na manhã desta terça-feira (08), acompanhados do secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, e da equipe gestora do HS.

Durante a visita, a diretora de Gestão de Unidades Consorciadas e Parceria Público Privada (DGECOP), Priscilla Magalhães, apresentou as três PPPs em operação na Bahia: o Hospital do Subúrbio, Diagnóstico por Imagem (com 11 unidades de bioimagem em hospitais estaduais e uma Central de Laudos) e o Instituto Couto Maia. Priscilla também falou sobre aspectos contratuais das PPPs e a aplicação de metas qualitativas e quantitativas para cumprimento pelo gestor privado.

Segundo o governador Marcos Rocha, o objetivo foi conhecer a implantação das PPPs e os aspectos que as envolvem, tendo em vista o aperfeiçoamento do setor da saúde no estado de Rondônia. “O que vemos na Bahia é interessante. Conseguimos perceber a diferença quando temos a iniciativa privada trabalhando a serviço do público. A intenção é retornarmos à Bahia, trazendo órgãos de controle, Tribunal de Contas, Procuradoria e demais servidores públicos para apresentar as vantagens da parceria público-privada”, afirmou.

O secretário de Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, explica que o estado receberá em breve um hospital de Emergência e Urgência com 400 leitos e, por isso, é importante conhecer o que deu certo e as dificuldades enfrentadas na implantação das PPPs. “O Hospital do Subúrbio é um case de sucesso que mostra como tratar bem os pacientes e otimizar recursos. Estamos buscando formas de gerir o novo hospital, para atender com dignidade a população”, ressaltou.

Em funcionamento há pouco mais de 10 anos, o Hospital do Subúrbio foi a primeira PPP da saúde no Brasil. “A Bahia é pioneira no país em PPPs na área de saúde. Temos dez anos de experiência, três unidades instaladas e na próxima semana teremos mais uma unidade sendo licitada na Bolsa de Valores. Ao final do ano teremos mais cinco (licitadas). Dou o meu testemunho de que esta é a melhor modelagem para oferecer serviços assistenciais de saúde, não só no Brasil mas no mundo inteiro”, disse o secretário Fábio Vilas-Boas.

Para Jorge Oliveira, presidente da Prodal Saúde – parceiro privado responsável pela gestão do HS, mostrar o modelo exitoso do HS para outro Estado da Federação é motivo de satisfação, principalmente quando se buscam soluções para problemas da área de saúde difíceis de resolver. “Ficamos felizes e orgulhosos pelo fato de o Poder Concedente falar do HS como exemplo a ser seguido”, pontuou.

 

 

Fonte: Ascom do HS / SESAB

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Dia de Combate à Exploração Sexual de Adolescentes: Serviço AME do Hospital da Mulher é referência em atendimento


Lembrado na próxima terça-feira, o dia 18 de maio é instituído, desde 2000, como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data foi definida em memória à menina Araceli, de 8 anos, que foi sequestrada, violentada e assassinada em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória, Espírito Santo.

O dia tem como principal objetivo mobilizar e convocar a sociedade brasileira para a necessidade e o compromisso de proteger as crianças e adolescentes que, sobretudo durante a pandemia de Covid-19, necessitam de atenção especial devido à vulnerabilidade em que se encontram, conforme alerta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Referência no Estado da Bahia, com o acolhimento de mulheres e adolescentes do sexo feminino a partir de 12 anos, o Serviço de Atendimento às Mulheres que foram Expostas à Violência Sexual do Hospital da Mulher (Serviço AME) reforça a importância da data e o pleno funcionamento do Serviço, inclusive durante a pandemia.

Das mais de 800 pacientes atendidas no AME desde 2017, 35,54% são menores de idade (12 a 18 anos). “O Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes é um marco importante para reforçar a nossa luta enquanto sociedade, enquanto serviço de saúde, de segurança e justiça e para reforçar a importância de uma Rede que atenda e proteja nossas crianças e adolescentes desse crime e dessa grave situação de violação dos Direitos Humanos”, pontuou a ginecologista e coordenadora do AME, Jamile Martins.

Serviço AME

Em funcionamento 24h por dia, de domingo a domingo, no Largo de Roma, em Salvador, o AME conta com equipe multiprofissional composta por médicas, enfermeiras, farmacêuticas, assistentes sociais e psicólogas. Na unidade, as pacientes podem realizar exames laboratoriais sorológicos, profilaxia para HIV e ISTs, contracepção de emergência e exames médicos periciais, além de acompanhamento psicossocial.

As pacientes podem chegar ao AME por meio da chamada ‘porta aberta’, sem necessidade de agendamento prévio, através de órgão judicial e policial, Instituto Médico Legal (IML), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Delegacia Especial de Atenção à Mulher (DEAM), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Central Estadual de Regulação da Bahia (CER-BA). A orientação é de que o primeiro atendimento médico seja feito em até 72 horas após o abuso sexual.

Em caso de dúvidas ou encaminhamentos, o contato pode ser feito pelos telefones (71) 4141-6520 e (71) 3034-5005 ou WhatsApp (71) 99693-8112. Denúncias de violência sexual podem ser realizadas pelo Disque 180 e Disque 100 ou ainda na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra Crianças e Adolescentes (DERCCA), na Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) ou Conselho Tutelar mais próximo do bairro onde a criança/adolescente reside.

 

Fonte/Foto: Ascom do Hospital da Mulher

 

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Paciente puérpera internada por Covid-19 vê filha pela primeira vez em ação de humanização do HPEL


Sentir os filhos nos braços, sobretudo pela primeira vez, representa emoção indescritível para as novas mães. Impossibilitada deste gesto devido à Covid-19, a paciente Taiane Silva foi surpreendida pela Comissão de Humanização do Hospital Professor Eládio Lasserre (HPEL), em Salvador.

A equipe lançou mão de cartazes e vídeo chamadas para aproximar mãe e filha recém-nascida. “Como ela não teve oportunidade de conhecer a filha na maternidade, fizemos cartazes com as fotos da filha dela, para ela lembrar que fora do hospital tinha uma filha aguardando a mãe. Foi extremamente emocionante ver que, através de ligações e fotos que mostrávamos, a mesma resgatava forças para superar o momento de internação”, contou a enfermeira Márjorie Lavínia, idealizadora da ação.

Enquanto esteve internada, Taiane contou com assistência multiprofissional. “Eu sou muito grata a vocês! Minha filha ficou nas mãos uma equipe muito boa e Deus deu sabedoria aos médicos para lidarem com a situação dela”, relatou a mãe de Taiane, Elisinalva Silva.

De acordo com o coordenador médico Lucas Souza, a paciente Taiane teve êxito na recuperação e já recebeu alta. Para a fisioterapeuta Ana Paula Freitas, ficou a sensação de dever cumprido. “Estivemos todos juntos em prol da sua recuperação e a sua tão sonhada alta chegou, nos dando muita alegria e a satisfação do dever cumprido”, concluiu.

 

Fonte/Foto: Ascom do Eládio Lasserre

 

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