Empresa de energia solar pretende investir mais de R$ 1 bilhão na Bahia

A empresa Solar Newen Bahia Energia assinou um protocolo de intenções com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta quinta-feira (30), para implantar uma usina fotovoltaica destinada a geração de energia solar, no município de Barreiras. Para a execução do projeto, a empresa estima investir R$ 1 bilhão e 80 milhões de reais. Com capacidade … Leia Mais



Adiada audiência pública do Projeto de Concessão da Ceasa

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia informa que a audiência pública para apresentação do Projeto de Concessão do Centro de Abastecimento de Salvador (CEASA) foi adiado. A atividade que aconteceria nesta quarta-feira (1) em formato exclusivamente virtual, através do canal do YouTube da SDE (https://www.youtube.com/c/SDEBahia), foi remarcada para o dia 16 de … Leia Mais




Unidades do Serviço de Atendimento ao Empreendedor (SAE) de Salvador e Camaçari voltam a ter atendimento presencial


As unidades do Serviço de Atendimento ao Empreendedor (SAE) de Camaçari e Salvador (Shopping Barra, Bela Vista, Cajazeiras, Comércio) voltam a atender na modalidade presencial nesta quarta-feira (4).

O Atendimento Virtual permanece ativo e permite obter orientação empresarial, esclarecer dúvidas e questionamentos por meio da internet, sem a necessidade de se dirigir pessoalmente a uma das unidades.

O SAE oferece os serviços de formalização, alteração ou baixa de Micro Empreendedor Individual (MEI) e orientação para a legalização de novos empreendimentos. Em suas unidades, o empreendedor será capacitado com informações mercadológicas, orientações sobre registro e legalização de empresas.

A partir de um convênio assinado entre o Governo do Estado e o Sebrae, em maio, os empresários de pequenos negócios baianos passaram a contar com uma cartela de serviços e soluções práticas para seus negócios. Esses novos ambientes multifuncionais também contam com serviços da Juceb, Ibametro e Desenbahia e funcionará dentro do SAC.

Municípios contemplados 

O governo da Bahia prevê que na segunda quinzena de agosto novos postos do SAE comecem a funcionar em mais 18 municípios do estado, sendo eles Alagoinhas, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Irecê, Itabuna, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Santo Antônio de Jesus, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Valença, Vitória da Conquista, Itapetinga e Itaberaba.

 

Fonte: ASCOM / SDE – Secretaria de Desenvolvimento Econômico

Foto: Divulgação

 

 

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Produção Mineral Baiana Comercializada tem crescimento de 34% em junho


ERO Copper – Mineraçåo Caraiba Copper Mine

A Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC) teve um crescimento de 34% em junho, em relação ao mesmo mês de 2020. A comercialização saiu de R$ 448 milhões no ano passado, para R$ 602 milhões em 2021. Entre os principais bens minerais produzidos estão o Cobre, Ouro e Níquel, as informações estão no Sumário Mineral da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

Jacobina, Itagibá, Juazeiro, Jaguarari, Caetité, Andorinha, Barrocas, Nordestina, Brumado e Paramirim são os principais municípios da Bahia com participação na PMBC. “A mineração é um setor importante da nossa economia, principalmente para as cidades do interior do Estado, e a tendência é que novos investimentos sejam aportados e também novas empresas cheguem a Bahia para atuar na mineração. Isso impulsionará ganho significativo na receita desses municípios e o estado está fortemente dedicado na conclusão da FIOL pois este será um dos principais meios de escoamento da produção mineral do nosso estado”, afirmou o titular da SDE, Nelson Leal.

Leal lembrou ainda que, somente de janeiro a junho, o Ministério de Minas e Energia recebeu quase 1.200 requerimentos para pesquisa, e o Ministério aprovou 979 alvarás de pesquisa. Ainda nesse mesmo período, a exportação de ouro ficou na casa dos U$ 202,86 milhões de dólares, a de Cobre em U$ 157,58 milhões de dólares, e a de Vanádio em U$ 57,42 milhões de dólares.

Ferrovia Oeste Leste

O Governo da Bahia atuou ativamente para retomar a obra, de responsabilidade da União, por entender a importância do equipamento para o desenvolvimento econômico do estado.

O trecho 1 já tem mais de 80% concluído, com previsão de conclusão em 24 meses. Com o trecho 2, que chegará até Barreiras, a ferrovia funcionará como um corredor de escoamento de minérios do sudoeste baiano e da produção agrícola que vem do Oeste, levando toda esta carga para o Porto Sul, uma das principais obras estruturantes realizadas pelo Governo da Bahia.  Com a construção da Ponte Salvador-Itaparica, outra grande obra estruturante do estado, o acesso entre a capital e o porto terá ainda redução de 100km no trajeto.

A Fiol tem uma relação direta de dependência com o Porto Sul, localizado no distrito de Aritaguá, em Ilhéus, que está sendo constituído através de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) firmada entre o Estado da Bahia e a Bamin. A ferrovia irá transportar a produção de minérios e de grãos até o porto para que as cargas sejam distribuídas.

O Sumário Mineral produzido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico pode ser conferido na íntegra no link: file:///C:/Users/mateus.ribeiro/Downloads/Sum%C3%A1rio_Mineral_Junho%20(1).pdf

Foto: Philip Mostert

Fonte: Ascom/SDE

 

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“É essencial para a Bahia ampliar relações com o país que quer investir em nossas potencialidades” diz Leal em reunião com embaixador do Cazaquistão


Com o objetivo estreitar relações comerciais com o governo estadual de Karaganda, Cazaquistão, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal, participou de uma videoconferência, com o embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, na tarde desta terça-feira, 20.

“O Governo da Bahia enviou para embaixada do Cazaquistão um memorando de entendimento no intuito de ampliar nossa inter relação com o país. É essencial para a Bahia fortalecer relações com os países que querem investir em nossas potencialidades. Nós estamos muito felizes e ansiosos para construir essa relação com o Cazaquistão através do estado de Karaganda com o objetivo de trocar cooperações comerciais. Vamos trabalhar o que for melhor para os dois estados”, afirmou Nelson Leal.

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov agradeceu ao governador Rui Costa pela receptividade do Governo e manifestou, mais uma vez, interesse em unir comercialmente o Estado da Bahia e o Estado de Karaganda, no Cazaquistão. O memorando enviado para embaixada prevê um alinhamento técnico que definirá possíveis programas e projetos de colaboração nas áreas de comércio, cultura, educação e turismo. O Governo da Bahia pretende enviar uma comitiva para o Cazaquistão ainda em 2021 para firmar um protocolo de intenções comerciais entre os Estados.

 

Fonte/Foto: Ascom/SDE

 

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“Fique No Lar” está presente em todos os 417 municípios da Bahia


A Plataforma “Fique No Lar” conseguiu atingir todos os municípios do estado da Bahia. O aplicativo é totalmente gratuita e útil para divulgar micro, pequenos e médios negócios no Estado. Com mais de oito mil empreendimentos cadastrados, atua em 27 territórios de identidades e permite o compartilhamento nas redes sociais.  Fruto da parceria entre as Secretarias de Desenvolvimento Econômico (SDE), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e o Instituto Federal do Ceará (IFCE) – desenvolvedor do sistema, a ferramenta foi lançada em maio de 2020 e ajuda na divulgação e visibilidade dos empreendedores.

Conheça a ferramenta: http://www.fiquenolar.ifce.edu.br/#/

“Para conter a disseminação do vírus da Covid-19 foi necessário medidas de distanciamento e isolamento social. Pensando em facilitar as compras nesse momento difícil, a plataforma “Fique No Lar” chegou para reinventar os empreendedores e ser uma opção de compra sem sair de casa”, destaca o Secretário de Desenvolvimento Econômico Nelson Leal.

Salvador lidera o ranking dos 10 municípios que têm mais cadastros, com 903 usuários, seguido por Lauro de Freitas (373), Vitória da Conquista (177), Feira de Santana (134), Teixeira de Freitas (131), Ilhéus (129), Camaçari (128), Juazeiro (125), Itabuna (123) e Jequié (93). A categoria mais buscada é a de alimentos.

Por atividade econômica, o segmento mais cadastrado é o de Alimentação, com uma participação de 13,4%, totalizando 1.041 empresas registradas, seguido por Supermercado, com 744 empreendimentos, participando com 10%.

 

 

Fonte/Foto: Ascom/SDE

 

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Colheita do algodão na Bahia este ano deve chegar a 520.363 toneladas


Conhecido como o “ouro-branco”, o algodão é hoje um dos destaques da matriz produtiva da Bahia. Este ano, a colheita já se iniciou. O estado plantou 266.662 hectares da commodity e é disparado o líder do Matopiba, região que também engloba as áreas de cerrado do Maranhão, Tocantins e Piauí e que contabilizou, ao todo, 305.351 hectares na safra em curso. A expectativa de colheita é de 520.363 toneladas na Bahia e 587.067 na região do Matopiba.

A região oeste é a principal fronteira agrícola da Bahia, o que impacta positivamente na economia do estado, considerando que a produção acolhe o mercado interno e também a exportação. A agricultura da região, bem como a produção de algodão, tem se desenvolvido aproveitando as condições climáticas ideais e a disponibilidade hídrica, somadas ao manejo adequado das culturas e uso de tecnologia de ponta.

O secretário da Agricultura do Estado, João Carlos Oliveira da Silva, destaca a representatividade da safra baiana. “O oeste da Bahia é vital para a agricultura do estado. Agora, por ocasião da safra de algodão, a região mostra novamente sua força, aumentando em 2% a produtividade da cultura e com estimativa de colheita total de mais de 520 mil toneladas”.

Para o coordenador da Cooperativa de Produtores de Algodão (Ubahia), Paulo Almeida Schmidt, o desafio atual é ampliar a exportação. “Temos que pegar esse algodão daqui e exportar para o mundo. O nosso concorrente não é o produtor aqui ao lado, nosso concorrente é o Estados Unidos. E o que a gente tem visto é que cada vez que o governo dá um incentivo, nós ficamos mais competitivos contra o mundo e mais algodão conseguimos exportar”.

Paulo Schmidt garante que o algodão é fundamental para a cadeia produtiva do oeste por conta da geração de emprego e renda. “Desde o plantio, dos tratos culturais, beneficiamento, esmagamento do caroço, tudo isso gera uma cadeia e cada etapa da cadeia precisa de muitas pessoas trabalhando”.

A fazenda Zanotto, instalada em Luís Eduardo Magalhães há 40 anos e há 20 anos cultivando algodão, teve a safra deste ano reduzida, mas toda a produção já foi vendida mesmo antes da colheita e 70% foi destinada à exportação. “Essa redução se deu por uma necessidade de preservação de solo e também pela relevância dos altos preços da soja, uma commodity bastante competitiva. Mas nós vimos o algodão se recuperando bem no início do ano. Acreditamos que o mundo está caminhando muito mais para sustentabilidade, e a gente acredita que as fibras naturais terão mais espaços”, ressalta a diretora do Grupo Zanotto, Alessandra Zanotto.

Qualidade e certificação

Segundo o presidente da Associação Baiana de Plantadores de Algodão (Abapa), Luiz Carlos Bergamaschi, no quesito qualidade, o algodão baiano é comparável ao americano e ao australiano. Essa é uma conquista recente, pois, antes, a produção baiana era conhecida pela baixa qualidade do algodão. Atualmente, existe o programa de certificação de sustentabilidade Algodão Brasileiro Responsável (ABR), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e associadas. O ABR é a garantia de fibra sustentável, pois é lastreado nas legislações trabalhista e ambiental do Brasil. O programa internacional de referência nesta questão é a Better Cotton Initiative (BCI), da ONG Suíça de mesmo nome.

No Brasil, o ABR é gerido pela Abrapa, tamanha é a importância e reconhecimento do programa, que é muito mais amplo que o BCI. “Em pouco mais de 20 anos, o Brasil deixou de ser o segundo maior importador de pluma do mundo, para se tornar o segundo maior exportador. Perdemos em volume de oferta apenas para os Estados Unidos”, explica Luiz Carlos Bergamaschi.

O gerente de laboratório da Abapa, Sergio Brentano, garante que o Brasil tem qualidade e credibilidade na classificação da fibra, graças aos esforços do programa SBRHVI (Standard Brasil HVI), também criado pela Abrapa e que envolve todos os laboratórios que atendem aos produtores. Junto a tudo isso, há ainda a rastreabilidade. Com o Sistema Abrapa de Identificação (SAI), o comprador da pluma pode ver, por meio de um código de barras, todas as informações relativas ao produto que ele pretende adquirir, fardo a fardo.

“No laboratório, nós mensuramos as características intrínsecas e extrínsecas da fibra do algodão, através da classificação instrumental e visual por um técnico habilitado. Comprimento, espessura, uniformidade do comprimento, o índice de fibras curtas e resistências são alguns dos 15 parâmetros que dão suporte para a indústria têxtil selecionar a matéria-prima. O diferencial da produção da região oeste é um algodão com mais brilho, por causa da incidência do sol, o que agrega valor na qualidade e uniformidade visual no algodão baiano”, afirma Sergio Brentano.

Produtividade

O oeste da Bahia possui uma área de produção que ocupa 2,9 milhões de hectares, o que representa 35% do território. A região oferece excelência no processo produtivo devido à dobradinha entre a tecnologia investida e as características agronômicas, com destaque para o clima.

A utilização de sementes, adubos e defensivos, cada vez mais modernos, proporcionam uma boa produtividade, o que significa produzir cada vez mais na mesma área. Todo esse conhecimento tecnológico deve-se aos constantes cursos de aperfeiçoamento e ações que as entidades, cooperativas e associações da região implementam para que a mão de obra seja qualificada.

A região é constituída por 24 municípios, com cerca de 643 487 mil habitantes, numa área de 116 677 quilômetros quadrados. Diversos são os cultivos realizados na região, como soja, café, milho, feijão, arroz, frutas e gado. Segundo o assessor de agronegócios da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Luiz Stahlke, o oeste produz 10 milhões de toneladas de grãos e fibras, onde 50% da soja produzida na região é exportada, o que significa um crescimento anual de 3% a 4%, já viabilizando e justificando a construção de uma ferrovia para o melhoramento da logística dessa produção.

Além disso, a região se destaca na fruticultura, com a maior produção de bananas do país, estimada em 240 mil toneladas, cultivadas em uma área de 9 mil hectares. A integração de áreas de grãos, aves e gado em confinamento tem sido uma alternativa viável na região para a rotação de cultura e preservação do solo. Atualmente, o oeste detém tecnologia que dá para a Bahia a maior produtividade do Brasil de soja e milho e a maior produtividade de algodão não irrigado do mundo, é o que garante o presidente da Abrapa, Júlio Busato.

 

Fotos: Fernando Vivas/GOVBA

Fonte: Secom – Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

 

 

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